AINDA QUE EU FALASSE A LÍNGUA DOS HOMENS

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que eu tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira
tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos
pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se eu não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria. A caridade
é sofredora, é benigna; a caridade não é invejosa; a caridade não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com inde-
cência, não busca seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo desculpa
tudo crê, tudo espera, tudo suporta." - Paulo, (Coríntios, 13:1-7)

Esta exaltação de Paulo à caridade é a expressão mais vibrante e bela de seu Espírito iluminado, já integrado no conhecimento e no sentimento de ordem superior.

Suas palavras nos fazem meditar sobre a necessidade inadiável de impregnarmos todos os nossos pensamentos, palavras, atitudes, comportamentos, ações, a vida.

Enfim, de caridade, isto é, de amor.

Também o amor nos eleva, ajudando-nos em nossa construção espiritual e na daqueles que privam conosco.

O amor e a caridade são a Lei Magna do Universo, a própria essência de Deus, que se manifesta, de modo transparente e constante, em toda a sua Criação.

Luiz R. da Cruz