APRENDI A CONTENTAR-ME COM O QUE TENHO

"... porque já aprendi a contentar-me com o que tenho." - Paulo, (Filipenses, 4:11)

Somos eternos insatisfeitos, vivendo inquietos, intranquilos e, frequentemente, com angústia e ansiedade.

No esforço do auto-aprimoramento, devemos superar orgulho, egoísmo, ambição, ganância, sensualidade etc...

Mas também devemos cultivar o desprendimento, contentando-nos com o que temos.

Nesta sociedade inquieta e insegura, os veículos de informação e publicidade nos convidam, diariamente, a consumir, a comprar, a viajar, estimulando desejos.

E nos tentando com imagens bonitas e com aquela frase: "você merece".

Muitos sofrem por não conseguirem o de que gostariam; a sabedoria, porém, ensina que a ambição deve ser proporcional às próprias possibilidades; caso contrário, estaremos acalentando sofrimento inútil.

Contentamo-nos com o que possuímos, é ganharmos tranquilidade, paz, bens preciosos, cujos valores são inestimáveis e permanentes.

Luiz R. da Cruz