NÃO HÁ JUDEU, NEM GREGO

"Não há judeu, nem grego; não há servo, nem livre; não há homem, nem
mulher, porque todos vós sois um só em Cristo Jesus." - Paulo, (Gálatas, 3:28)

Estas palavras de Paulo caracterizam o sentido universalista da Doutrina Cristã, confirmado pelo Espiritismo, o Consolador prometido por Jesus, no Evangelho de João.

O Cristianismo nascente, pelo trabalho intenso de Paulo, ultrapassou logo as fronteiras da Palestina, derramando-se pelos países banhados pelo Mediterrâneo, e penetrando em Roma.

A divulgação da Boa Nova constituiu um processo doloroso e lento, que implicaria no sacrifício de milhares de mártires anônimos, mortos em holocaustos ao seu ideal nobre de testemunhar o Cristo.

Paulatinamente, o Paganismo romano foi derrubado, e, no ano 325, o imperador Constantino legalizaria o Cristianismo, permitindo, assim, o livre exercício das práticas religiosas cristãs.

Este primeiro passo, para maior alegria dos cristãos, foi seguido de um segundo e decisivo passo: Teodósio, sucessor de Constantino, poucos anos depois, oficializaria o Cristianismo, tornando-o religião oficial de Roma.

Luiz R. da Cruz