37 - PERANTE AS FÓRMULAS SOCIAIS


Abolir o uso dispensável do luto e dos pêsames, por motivo de funerais, tanto quanto a participação em apadrinhamento e cerimônias ritualísticas de qualquer natureza. O espírita não se prende a exterioridades.

Nas visitas de confraternizações, suprimir protocolos ou etiquetas pretensiosas. A confiança pede clima familiar.

Banir dos Templos Espíritas as cerimônias que, em nome da Doutrina, visem à consagração de esponsais ou nascimentos. O Espiritismo não pode olvidar a simplicidade cristã que ele próprio revive.

Afastar-se de festas lamentáveis, como aquelas que assinalam a passagem do carnaval, inclusive as que se destaquem pelos excessos de gula, desregramento ou manifestações exteriores espetaculares.

A verdadeira alegria não foge da temperança.

Estudar previamente e com bastante critério as apresentações de pregadores ou médiuns, bem como as homenagens a companheiros e parentes encarnados e desencarnados, para não incorrermos na exaltação da vaidade e do orgulho ou ferir a modéstia e a humildade daqueles a quem prezamos.

A lisonja é veneno em forma verbal.

Proscrever ouso de distintivos e emblemas no movimento doutrinário.

Excessiva exterioridade, afastamento da simplicidade cristã.

Dispensar sempre as fórmulas sociais criadas ou mantidas por convencionalismo ou tradições que estanquem o progresso.

Toda complexidade atrasa o relógio da evolução.

"O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado". - Jesus (Marcos, 2:27)

André Luiz