PENSAR PARA AGIR

O amigo prudente edifica espiritualmente mais que o irmão consangüíneo que seja violento.

Conviva, porém, com quem a reencarnação lhe ofertou por familiar, necessitado de tolerância e compreensão, sabendo que o amigo que lhe é caro compõe a sua família espiritual.

O cadinho purifica a prata.

O crisol depurará o ouro.

Os seus sentimentos, no entanto, serão provados por Jesus que lhe confiará tarefas redentoras que, se realizadas, serão a luz de seu espírito.

A criatura desajustada gostosamente entrega ouvidos às intrigas do companheiro impiedoso.

O mentiroso doa-se à língua perversa.

Quem zomba do pobre, faz galhofa de SI mesmo e quem ri do infeliz virá a chorar lágrimas de dor moral.

O néscio produz palavras levianas.

Quando você se enobrece, sob inspiração do Evangelho, alcançará linguagem simples, mas elevada, porque aprendeu a pensar antes de agir.

O maledicente divide amigos.

Aquele, porém, que se faz cego para as faltas alheias, promove um grande círculo de amizades e é envolto pela gratidão silenciosa daqueles que receberam oportunidade de superarem-se a si mesmos.

O perverso busca a rebeldia.

Se, a breve tempo, ele não aprender a amar o próximo e a botar reparo nos males que ocasionou, receberá a visita de um mensageiro implacável que com sofrimento, virá abrandar o seu coração.

Um tolo, em crise de desequilíbrio, pode gerar maiores males que os causados por um animal selvagem.

A infelicidade não deixará tão breve a casa mental daquele que, ao bem com que foi agraciado, retribua com o mal.

Cuide-se muito para evitar conflitos.

A luta instalada é como as águas de uma represa rompida, que você dificilmente disciplinará.

Sabedoria não é mercadoria que se adquire num mercado, a custa de dinheiro.

Seu câmbio é o amor.

O verdadeiro amigo ama a todo tempo. Quando você cai numa desgraça, ele se revela, surgindo como um irmão que lhe doa infinito carinho e discreto amparo.

Quem é amante de disputas, torna-se amigo de erros.

O homem de coração falso não cria a própria felicidade e o de língua maligna cai em infelicidade, ambos sem amigos.

Espírito desalentado, desânimo à vista.

O coração alegre, pela sensação de cumprimento de seus deveres na pauta da Lei do Amor, é o remédio de todos os nossos males.

Quem mede suas palavras está a caminho de dominar a ciência de seu próprio equilíbrio espiritual.

O calmo de espírito é inteligente.

O insensato, quando se cala, pode ser confundido com um sábio, tanto quanto por prudente quando fecha a sua boca.

Roque Jacintho