IV - ECTOPLASMIA

5 - GÊNESE, TRANSFORMISMO, FINS DO ECTOPLASMA

5 - GÊNESE, TRANSFORMISMO, FINS DO ECTOPLASMA

A luz de um pequenino fósforo, em símbolo do pouco que sabemos do ectoplasma, tentemos penetrar em sua gênese e no dinamismo evolutivo.

Recorramos aqui a "A Girande Síntese", a monumental obra de Pietro Ubaldi, um tanto esquecida, e a qual o espírito Emmanuel qualificou como o Evangelho da Ciência.

Das suas dissertações sobre o valor e evolução do psiquismo, bem assim sobre a sua chegada deste à mediunidade, transcrevemos (Edição LAKE):

"Somente estes conceitos de vida psíquica podem guiar a ciência até às portas de uma ultrafisiologia, ou fisiologia do supranormal, qual a vedes despontar nos fenômenos mediúnicos.

"Aqui são imediatas as relações entre matéria e espírito; o psiquismo modela uma matéria protoplasmática mais evoluída e sutii: o ectoplasma. A construção nova -antecipação na evolução - não possui, naturalmente, a resistência das formas estabilizadas por uma vida longa, e está propensa a desfazer-se. As sendas novas e excepcionais são ainda anormais e inseguras. Os produtos da fisiologia do supranormal, que surgem fora das vias habituais da evolução, têm necessidade de fíxar-se na forma estável por tentativas e prolongada repetição. Tudo isso vos lembra o raio globular, retorno atávico, esse, de um passado transposto. O ectoplasma - pelo contrário - é o pressentimento do futuro.

"Esta forma corresponde àquele processo de desmaterialização da matéria.

"A matéria química do ectoplasma corresponde a uma avançada desmobilização de sistemas atômicos para motos vorticosos, ao longo da escala dos elementos, em direção aos pesos atômicos máximos. O fósforo (peso atômico 31), corpo sucedâneo, aceito apenas em doses moderadas no círculo da vida orgânica, é tomado aqui, no adiantado moto vorticoso, como corpo fundamental e, ao lado de H (1) C (12), N(14), O (16). A plástica da matéria orgânica, por obra do psiquismo central diretivo, se faz cada vez mais imediata e evidente. Tudo isto vos explica a estrutura falha de muitas materializações espirituais, em que a incompleta formação de partes é suprida por massas uniformes de substância ectoplasmática, com a aparência de panos ou véus. Tudo revela a tentativa, o esforço, a imperfeição do que é novo. Isso vos fará compreender que o desenvolvimento do organismo, até à forma adulta, não é senão uma construção ideoplástica, operada pelo psiquismo central, seguindo as velhas e garantidas vias tradicionais, percorridas pela evolução."

Destaquemos que aí a composição química do ectoplasma mencionada pelo espírito comunicante através de Ubaldi coincide com aquela aferida por James Black. Isto é muito importante!

Frisemos também a revelação quanto à emergência significativa do elemento químico fósforo no evolucionismo psicofisiológico do homem, em que o ectoplasma é ainda um produto de manifestações inseguras, anômalas.

E eis como o estudo do quimismo do fósforo poderia talvez acender luzes em vários fenômenos estranhos do animismo e do mediunismo, como mais atrás já assinaláramos.

Mostrando as implicações manifestativas da ectoplasmia como fruto de uma inversão do espírito à matéria, e o que isto representa na intimidade atômica e subatômica, complementa Ubaldi:

"Mas, assim como por desagregação atômica da matéria se pode gerar energia, também, vice-versa, com energia se pode fabricar matéria; e, mais acima, assim como a energia formou o psiquismo, o espírito pode emanar energia.

"As fases são sempre comunicantes, quer na ascensão, que na descida, e as entidades, nas suas materializações, tem que as percorrer, em direção inversa da que seguia. Trata-se de uma inversão dos processos do vórtice eletrônico, da onda dinâmica e, a seguir, de uma redireção do movimento na mais simples forma de sistema planetário atômico. O produto último, a unidade do psiquismo, lhe decompõe a síntese e volta a desenvolver, em estado atual, a potencialidade encerrada em estado de latência. Esta a técnica das materializações mediúnicas, das desmaterializações, dos transportes e fenômenos semelhantes - fenômenos de exceção, porque a substância está toda em movimento nas suas fases." (Obra citada)

Eis aí elucidado o extremo dinamismo, a complexidade da mediunidade agindo não somente como ponte estática entre dois mundos dimensionais, mas também como poderosa energia de transformação da matéria.

Com referência às origens da vida, do homem e da própria matéria, a "Sua Voz" de Ubaldi postula uma forçada descida do espírito até o primeiro degrau do plano material, assunto complexo que aqui não discutiremos.

Fixemos aqui puramente a atenção no que Ubaldi disse sobre o início factual da vida, quando ele o assimila a uma manifestação do fluido elétrico.

Tal assertiva está plenamente concorde com o que disseram os espíritos a Kardec. Este indagara a São Luiz: (O Livro dos Médiuns): "O fluido universal será ao mesmo tempo o elemento universal?"

A resposta: "Sim, é o princípio elementar de todas as coisas". E ainda Kardec: "Alguma relação tem ele com o fluido elétrico, cujos efeitos conhecemos? "E elucidou São Luiz: "É o seu elemento".

Muitos espíritos já declararam a natureza elétrica do fluido vital, originado do princípio vital.

Lembremos o Espírito J. W. Rochester (em Abadia dos Beneditinos) quando, referindo-se ao desencarne de uma pessoa, escreveu:

- "O corpo ainda estremeceu por momentos com a invasão violenta dos fluidos da putrefação, que, vitoriosos, qual lava transbordante, invadiam todas as células abandonadas pelo fluido vital, o mesmo que aí denominais galvãnico."

O italiano Luigi Qalvani (1737-1798) mencionara a eletricidade animal, episódio passado à história científica como a dança das rãs. Este o motivo do uso do termo galvãnico por Rochester.

Podemos comparar isso com a resposta dada por São Luiz a Kardec (O Livro dos Médiuns) quando este indagou sobre qual o estado mais simples com que se nos apresenta o fluido universal. Eis a resposta: "Para o encontrarmos na sua simplicidade absoluta, precisamos ascender aos espíritos puros. No vosso mundo, ele sempre se acha mais ou menos modificado, para formar a matéria compacta que vos cerca. Entretanto, podeis dizer que o estado em que se encontra mais próximo daquela simplicidade é o do fluido a que chamais fluido magnético animal."

Ubaldi foi mais longe, porque nos revelou claramente onde é que se encontra a mais primitiva transformação da eletricidade em vida - se assim nos podemos expressar.

Sim, exemplo vivo disso ainda é o chamado relâmpago globular, uma estranha e rara manifestação do raio e que tanto intriga os cientistas e meteorologistas.

Esse corpo que vaga pela atmosfera é definido por alguns como plasma eletrofluídico. Tem às vezes forma arredondada, daí o seu nome. Move-se daqui para ali, ao sabor das influências do espaço. Tem forte brilho, geralmente com coloração branco-azul-violácea. Tem plasticidade acentuada, a ponto de, tendo às vezes o diâmetro de uns vinte centímetros, encolher-se e penetrar por pequenas frestas, em janelas de aviões e de residências, em chaminés, como se seu retraimento ou atração aos corpos e ambientes fossem condicionados por fatores de temperatura, de pressão, de movimentação de gases na atmosfera.

Conforme sustenta "Sua Voz" de Ubaldi, é esse relâmpago globular a mais primitiva manifestação observável do impulso inicial da vida no nosso globo. E, conforme as poucas e incertas observações podem sugerir, poderíamos, até maiores estudos, enquadrá-lo na categoria e atributos dos corpos de natureza fluídica, tal como a ciência define fluido: fase da matéria contrapondo-se ao estado sólido.

No outro lado do processo, o ectoplasma seria um Unido que já há caminhado na nossa evolução humana e lepresentaria como que um último degrau de uma escada •'in que a matéria retoma a fluidez e o recaminho do espírito, i) ectoplasma seria já uma grande conquista fisiológica do In iinem, uma arrancada de sublimação fluídica da matéria i nino ao espírito.

Fato intrigante, analisando-se à primeira vista, é a identidade apresentada por essas duas matérias que se ¦ olocam assim em extremos opostos da evolução: o ir. Iam pago globular e o ectoplasma. Ambos apresentam às vezes a mesma luminescência, às vezes a mesma coloração, a mesma notável plasticidade e, ao que parece, até certa analogia na retratibilidade. Duas matérias tão distanciadas pelo tempo-evolução e tão próximas na evolução-tempo! Que conceitos vagos são os de tempo e matéria quando esvaziados do conceito finalistico da fatal afirmação do espírito!

Acoplada a essa evolução do homem e seu psiquismo no terreno da sutilização fluídica, "Sua Voz" de Ubaldi situou e fundamentou cientificamente a evolução fluídica do próprio planeta, mostrando isso na escala química, com a Fixação natural do elemento primordial hidrogénio até chegar nos elementos pesados, como o urânio; e destes, pela radiação atómica, ao despreendimento espontâneo da energia, promovendo a sutilização da matéria, rumo ao espírito.

Tal evolução na natureza químico-física da Terra fora conFirmada também a Kardec em 11 de novembro de 1863 por ditado espontâneo de um espírito falando sobre a progressão do globo terrestre (Revista Espírita, 1864):

"A progressão de todas as coisas conduz necessaria¬mente à transubstanciação, e a mediunidade espiritual é uma das forças da natureza que lá fará chegar mais rapidamente o nosso planeta, porque deve, comotodos os mundos, sofrer alei da transformação e do progresso, não só o seu pessoal humano, mas todas as suas produções minerais, vegetais e animais, seus gases e seus fluidos imponderáveis, também devem aperfeiçoar-se e se transformar em substâncias mais depuradas."

Ressaltemos, assim, a enormíssima importância do estudo da mediunidade e de seus fluidos, em que o ectoplasma entra como o grande potencial de enigmas, o misterioso catalisador do novo corpo fluídico do homem!

Por tal razão é que lhe abrimos maior espaço aqui. Entretanto, os espíritos amigos estão sempre a nos alertar sobre a necessidade de nos apegarmos sempre à preocupação moral em todas as nossas pesquisas e estudos.

Em Mecanismos da Mediunidade, falando sobre o futuro dos fenômenos físicos, assim se refere o espírito André Luiz aos fenômenos da ectoplasmia:

"A nós, os espíritos desencarnados, interessa, no plano extrafísico, mais ampla sublimação, para que façamos ajustamento de determinados princípios mentais, com respeito à execução de tarefas específicas.

"E aos encarnados interessa a existência em plano moral mais alto para que definam, com exatidão e propriedade, a substância ectopiasmática, analisando-lhe os componentes e protegendo-lhe as manifestações, de modo a oferecerem às Inteligências superiores mais seguros cabedais de trabalho, equacionando, com os homens e para os homens, a prova inconteste da imortalidade."

Mas essa evolução moral do homem, preconizada por André Luiz, a que passos lentos caminha! Quanta dor e suor não hão de lhe servir ainda de elementos catalisadores?!

E o que também precisa ser pesquisado melhor é o ritmo evolutivo da própria matéria, cuja evolução fluídica obviamente acompanha uma paralela evolução moral do homem. E não seria o próprio estado radioativo da matéria um sinal de um seu fatal salto evolutivo?

A radioatividade, descoberta por Becquerel muito depois de Kardec, teria sido por este antevista em A Gênese:

"Quem sabe mesmo se, no estado de tangibilidade, a matéria não é suscetível de adquirir uma espécie de eterização que lhe daria propriedades particulares?"

Assim, pela lógica do sentido evolutivo, a matéria de um mundo não acompanha fluidicamente a evolução de seu habitante?

Entretanto, devemos aprender, com Emmanuel, que toda a vitalidade energética do planeta depende crucialmente do Sol. Daí que a ciência dificilmente penetraria na sutileza fluídica da vida universal.

Emmanuel:

"Ainda agora, os cientistas, investigando a natureza da radioatividade em todos os corpos da matéria viva, perguntam ansiosos qual a fonte permanente e inesgotável onde os corpos absorvem, incessante e automaticamente, os elementos necessários a essa perene e inextinguível irradiação. No que se refere às ondas eletrônicas ou aos elementos radioativos da matéria em si mesma, essa fonte reside, sem dúvida, na energia solar, que vitaliza todo o organismo planetário. O orbe terrestre é um grande magneto, governado pelas forças positivas do Sol. Toda matéria tangível representa uma condensação de energia e dessas forças sobre o planeta, e essa condensação se verifica debaixo da influência organizadora do princípio espiritual, preexistindo a todas as combinações químicas e moleculares."(EMMANUEL, FCX, FEB).

Essa revelação importantíssima do sábio Emmanuel corrobora o que os esoteristas abeberaram dos antiquíssimos templos de ísis onde se cultuava todo dia o nascer do Sol como o ressurgir grandioso da fonte suprema de toda a vida.

E no hinduísmo e hermetismo justifica-se então a existência dos sutilíssimos glóbulos de vitalidade oriundos do Sol e esparsos pelo espaço, captáveis pelos centros de força do homem.

Complementa Emmanuel:

"Os corpos terrestres encontram no Sol a fonte mantenedora de suas substâncias radioativas, mas todas essas correntes de energia são inconscientes e passivas.

Os espíritos, por sua vez, encontram em Deus a fonte suprema de todas as suas forças, em perene evolução, no drama dinâmico dos sistemas.

As correntes fluídicas no mundo espiritual são, pois, as vibrações da alma consciente, dentro da sua gloriosa imortalidade." (Obra citada).

Assim, a evolução material recebe o influxo da evolução espiritual, que a rege e põe a caminhar pelos evos.

Podemos intuir então que há de haver uma evolução do ectoplasma numa progressão desde o estado mais grosseiro ao mais sutil, assim como há de havê-la na intimidade da matéria física, da matéria biológica, da matéria perispirítica? Uma conjunção evolucional perfeita dos vários níveis, dos vários sistemas, inclusive, num nível macroscósmico, no próprio sistema solar. Porque se o Sol é o centro desse vitalismo interplanetário, todos os seus astros haverão de evoluir conjuntamente, em seus respectivos estágios, recebendo cada qual, diversificadamente, a influência própria tal como é modificável por sua específica evolução.

Mais poderíamos alongar nas decorrências dessa sutil irradiação solar, cujo perpassar pela extensa aura fluídica dos planetas provocaria uma complexa interpenetração e interrelaçáo, influenciando-se eles mutuamente na conjunção das reflexões solares. Um vasto campo de estudo ao fluidologista, conhecedor das sutis influenciações materiais e psíquicas percorrendo as vastidões cósmicas. E razões à ciência afirmar que os astros distantes se influenciam mutuamente em muitos sentidos...

A bruxa astrologia continua voando com sua vassoura pelos ares da ciência...

Interessa-nos, todavia, o nosso momento histórico atingindo a intimidade da alma humana numa transformação que parece acelerar-se.

Não obstante, devemos ouvir ainda Emmanuel:

"Marcha-se para a síntese e não deve causar surpresa a ninguém a minha assertiva de que não vos acheis na época em que a ciência prática de vida vos ensinará o método do equilíbrio perfeito, em matéria de saúde. Os corpos humanos serão alimentados, segundo as suas necessidades especiais, sem dispêndio excessivo de energias orgânicas. As proteínas, os hidratos de carbono e as gorduras, que constituem as matérias-primas para a produção de calorias necessárias à conservação do vosso corpo e que representam o celeiro das economias físicas do vosso organismo, não serão tomadas de maneira a prejudicar-se o metabolismo, estabelecendo-se, dessa forma, uma harmonia perfeita no complexo celular da vossa personalidade tangível, harmonia essa que perdurará até o fenômeno da desencarnação." (Obra citada)

Certa feita o conhecido médico e pesquisador parapsíquico francês João Martinho Charcot (1825-1893) reuniu vários sábios na Academia de Salpetrière para presenciar a fenomenologia mediúnica extraordinária de Alcina, moça extremamente rústica, iletrada e tida como idiota. Através dela comunicou-se então, à frente daquelas sumidades, Galeno, o célebre médico, e em grego antigo disse:

"O corpo humano não há chegado à sua perfeita conformação. Os sistemas da circulação e da enervação estão bastante unidos e relacionados na obra da economia, porém, o sistema linfático sofrerá uma evolução de grande proveito, sobretudo para a longevidade da raça humana. Em alguns animais inferiores, de vida muito larga, já se poderiam fazer experiências comprobatórias desse acerto."

Com as palavras de um sábio espírito, ditas através de uma idiota pelo mágico poder da mediunidade, encerramos estas anotações sobre o ectoplasma, pensando em que algum estudioso penetre com mais sutileza nessa linfa que nos sustém a vida e extraia análises mais profundas sobre a fluidificação do novo homem que está nascendo em nós.

Ouçamos sempre as vozes dos céus! É importante que elas falem à nossa razão, que tem em si mesma a força de distinguir o falso do verdadeiro, o que é frágil do que é grandioso.

Ouçamos o espírito Allan Kardec (L. Denis, O Gênio Céltico, CELD) destacando do Além os fundamentos das nossas íntimas transformações:

"A vida dos planetas, como a dos indivíduos, deve passar por fases sucessivas, e, conforme essas fases, a homogeneidade dos fluidos é mais ou menos destruída ou respeitada. Vossa Terra entrou, no seu percurso, em contato com uma das grandes correntes que constituem as artérias da vida universal. Essa corrente é extremamente poderosa e vai produzir efeitos diferentes, conforme a natureza dos seres. Os espíritos de ordem inferior, que permanecem entre vosso planeta e esta corrente, não podem suportar a atração fluídica que dela se desprende, originando a revulsão automática desses seres em direção da matéria. Sua influência levará a uma recrudescência das paixões inferiores.

"Quanto aos terráqueos que se comprazem na meditação e recorrem às forças e às aspirações superiores, os eflúvios dessa corrente os atingirão e é por aí que eles receberão as intuições e as comunicações.

Acrescentarei que essa corrente vital tem a propriedade de manter, no espaço, a vida espiritual e perispiritual e, sobre a Terra, a de esclareceras consciências evoluídas.

"Vós podeis, então, constatar sobre vossa Terra, no momento atuai, uma queda de todas as crenças elevadas e também de um afluxo de misticismo. (...)

"Quando o vosso planeta estava ainda no estado de formação, suas diferentes camadas estavam já em relação direta, por vibrações, com certos feixes das artérias que animam o grande Todo.

'É por isso que cada raça conservou, no âmago de sua subconsciência, a centelha geradora que anima as primeiras manifestações da vida.

Cada raça possui então as qualidades diferentes. O ser deve adquiri-las todas na sequência do tempo, em uma ordem sucessiva (...)"

ISMAEL ALONSO