O EVANGELHO DE MARCOS

1 - Prefácio

Nossos leitores, no geral, já têm familiaridade com O Pregador, espírito de altíssima evolução que participa ativamente do labor mediúnico-literário de nossa Editora.

As mensagens d'0 Pregador têm o timbre inconfundível de quem, nos remotos tempos bíblicos, foi o notável escritor que repassou livros de sabedoria aos seus irmãos de trajetória, hoje retornando aos nossos tempos de transição para reviver, em espírito e verdade, os ensinos luminosos do Cristo.

Com seu verbo ainda profético, na emoção de quem quer ver os irmãos terrenos regenerados perante a Nova Era que se acerca, O Pregador insiste em colocar a Boa Nova do Mestre como solução única aos desvarios da hora presente e à implantação da paz e do amor legítimos entre os homens.

Com essa linguagem de verbalismo forte e, ao mesmo tempo, simples, esse espírito já nos passou obras preciosas, todas calcadas nos magistrais ensinos do Cristo. Citemos as que já foram publicadas por nossa Editora: O Evangelho de Mateus, O Evangelho de João, O Apocalipse, Atos dos Apóstolos, Clarins da Nova Terra.

Todos esses livros representam um esforço de um luminar da Espiritualidade em interpretar e divulgar popularmente aquilo que os evangelistas redigiram e fizeram disseminar com extrema dificuldade com o sacrifício próprio das almas misericordiosas.

A nova obra que hoje passamos ao público está fincada nos registros do evangelista Marcos. A pena d'0 Pregador relembra, em dissertações de grande preciosidade, os escritos desse evangelista, versículo por versículo, capítulo por capítulo, colocando em tudo uma nova visão: o enfoque de quem realmente há vivido, sentido e entendido toda a profundidade dos Evangelhos.

Queremos chamar a atenção do leitor para a parte inicial do livro, onde é delineada, nas pinceladas possíveis, a vida do evangelista Marcos. Esta parte introdutiva, lembramos, é de suma importância histórica, quando sabemos que a biografia conhecida de Marcos na história oficial é um quase nada de informações. Temos, pois, a felicidade de poder contar com o esforço d'0 Pregador no reviver, sob as luzes seguras da Espiritualidade, quem foi realmente Marcos e como surgiu a sua filiação aos pioneiros do cristianismo, razão dele ter redigido o seu maravilhoso Evangelho.

Com muito júbilo é que entregamos ao público mais esta obra de cunho evangélico intermediada por nosso caro João Berbel, certos de que repisar as lições do Cristo é o que mais devemos fazer nas jornadas dificultosas de um mundo sob traumática transição.

Os Editores

2 - BIOGRAFIA DE MARCOS

Marcos não acompanhou a trajetória de Jesus na Terra, intelectual, um sacerdote que pregava num grande templo e escola na Judéia, atendendo a toda aquela região. Ali João se aplicava nos estudos para no futuro substituir seu pai no seu cargo na sinagoga.

O jovem Marcos não conheceu Jesus, mas se tornou amigo de Simão Pedro e Paulo de Tarso, e foi até Roma para estabelecer a pregação da Boa Nova.

Sua formação permitiu acompanhar os notáveis seguidores de Jesus e redigir o seu Evangelho, o primeiro a ser admitido pela Igreja.

Tudo começou em certo dia em que João Marcos recebeu em sua casa, em Jerusalém, um homem aflito que batia à sua porta regando misericórdia, uma vez sendo um cristão perseguido.

Eram dias em que grande parcela de judeus se tornava cristã, e João Marcos era aquele judeu que recebia Paulo de Tarso em seu lar.

O jovem João Marcos ouvia então as notícias sobre um certo homem extraordinário, por muitos até considerado um deus, e que fora crucificado por ser considerado um blasfemo em relação à doutrina do judaísmo. E o jovem queria saber algo mais sobre ele.

O pai de Marcos não tinha presenciado a crucificação, mas inteirava-se de tudo o que ocorrera em torno de Jesus, porque era um comerciante de ovelhas e tinha ali uma grande propriedade e bom relacionamento, além de ser respeitável sacerdote. Possuía os seus funcionários de viagens e a casa em Jerusalém foi a forma prática que encontrou para ali comercializar os seus rebanhos.

João Marcos, acompanhando os servidores de seu pai nas viagens comerciais, ouvia deles as informações sobre aquele homem grandioso que, tal como se alardeava, ressuscitara dentre os mortos e reaparecera a muitos de seus seguidores.

Tudo isto lhe ia despertando o interesse, acabando por lhe criar uma grande euforia em torno daquelas informações sobre Jesus que ia obtendo nas viagens, o que muito lhe agraciava o espírito.

Chegando em sua casa, João Marcos repassou aos seus familiares aquela estranha notícia de que aquele homem realmente ressurgira dentre os mortos.

Era sabido que os judeus perseguiam severamente os seguidores daquele homem, os quais haveriam de pagar com o sangue a sua teimosia. O desejo dos sacerdotes era o de crucificar todos os cristãos, todos aqueles próprios judeus que se haviam contaminado daquela doença de crença considerada absurda e herética. Nos templos, muitos judeus se haviam rendido à doutrina e aos feitos de Jesus, o que causava muito conflito e persecuções.

Ora, para que o contingente de judeus do grande templo não se dividisse, o sacerdote Caifás ordenou aos sacerdotes que perseguissem ou mesmo matassem os judeus propensos a seguir Jesus. O castigo seria o mesmo aplicado ao Cristo: a crucificação. E porfiava-se bastante para que aquele crescente número de convertidos não viesse a sujar o povo judeu e as suas doutrinas.

Esse estado de coisas foi criando um grande medo em Israel. As casas eram vigiadas, as pessoas perseguidas.

O jovem Marcos, integrado diretamente a tal situação, bem notava que era dificílimo para um cristão sobreviver naquele ambiente de poder religioso e acirrada persecução. E, de repente, naquele dia, alguém batia à janela do seu quarto...

— Sou Paulo — dizia-lhe o desconhecido. — Um anjo ordenou que eu viesse bater a esta porta e pedir amparo ao teu pai.

Paulo entrou pela janela e revelou a Marcos:

— Mataram Jesus, mas ele ordenou que deixássemos este local e saíssemos em busca de outros povos, pregando em nome dele. E agora há pouco vi um vulto que se me acercou, colocou a mão no meu ombro e disse: —Não te assustes!

Encontrarão João Marcos naquela casa e ele irá ajudar-te. Então bati em tua porta. Contatei Simão Pedro. Corremos risco de vida.

Marcos permitiu que Paulo chamasse para dentro também o seu amigo Simão Pedro. Saindo Paulo à busca dele, Marcos se pôs a pensar: — Meu pai me matará por isto! O que será, meu Deus, que vai acontecer?! Chegando Pedro, disse:

— Marcos, não te perturbes! Aquele que perder a vida em nome de Jesus ganhará a vida eterna!

Paulo reafirmou:

— O anjo que tocou em meu ombro garantiu que irias acolher-nos. O teu pai, Marcos, é um poderoso homem e tem um nome a zelar. É um grande mercador. Vive das suas propriedades e das suas ovelhas. Ele e todos os familiares e parentes comem da carne desses animais e se cobrem das suas peles, o restante sendo negociado. Doravante não serás mais João: serás apenas Marcos. Se negares tudo o que tens e nos seguir, também tu ganharás a vida eterna — porque o que te falo não vem de mim, pois a vontade de Jesus, a pulsar em mim, ordena que te juntes a nós e nos sigas, e, seguindo-nos aonde formos, tenhas a luz!

Marcos sentiu algo diferente naquele homem e naquelas palavras. Viu que na parede se formava uma grande luz, e ouviu uma voz:

— Ide e pregai em meu nome! Eu sou o caminho, eu sou a vida e eu sou a verdade! Aquele que está em mim, mesmo estando morto, viverá! Ide, meus filhos, e pregai em meu nome!

A luz se desvaneceu e em Marcos não restou dúvida alguma. Sentiu-se fortalecido e, amparado na sua fé, ajoelhou-se aos pés de Pedro e disse:

— Simão Pedro, acompanhar-te-ei por onde fores, para te ajudar!

Marcos ordenou aos seus servidores que negociassem as peles e lhes disse que sairia em viagem e depois retornaria para conversar com o seu pai.

Naquela sua euforia, Marcos até se esqueceu do sono e de tudo o mais. Preparou os animais e arranjou disfarces de comerciantes para Pedro e Paulo.

Naquela madrugada saíram os três, acompanhados de Jesiel, um dos servidores de Marcos. Rumaram a terras distantes.

A certa altura da viagem, Marcos disse a Jesiel:

— Retorna e dize a meu pai que ele não perdeu um filho, porque tal filho recebeu da mão de Jesus a vida eterna; que a minha missão é ajudar a crescer essa Boa Nova. Vai noticiá-lo ao meu pai, porque eu vi uma luz a dizer que é a verdade e a vida, e que aqueles que estivessem naquela luz alcançariam a vida eterna. Então eu também fui escolhido para difundir à humanidade essa luz. Dize a meu pai que tudo aquilo que ele me ensinou repassarei a estes irmãos em Jesus, que visitarei vários lugares para pregar essa Boa Nova. Pede-lhe, por mim, que, em suas orações, continue agradando ao grandioso Deus — porque com Jesus hei de cumprir a minha missão sobre a Terra!

Os três missionários seguiram assim a sua jornada, estacionando por todos os locais, pregando a Boa Nova, mostrando um novo rumo aos homens.

A certa altura daquela jornada, uma discórdia se estabeleceu entre Marcos e Paulo.

Marcos começou a anotar tudo o que sucedida naquela trajetória de pregação, e isto não entrava na aceitação de Paulo. Forte atrito e uma desagradável discussão fez com que Marcos se agastasse com Paulo e cogitasse até de abandonar os dois companheiros.

Pedro e Paulo almejavam pregar o cristianismo em Roma.

Pedro contara a Marcos todos os episódios que vivera ao lado de Jesus, e um ciúme se formava em torno disto. Marcos tinha uma certa cultura que faltava nos dois amigos.

Aborrecido com a desavença, Marcos deixou os dois. Porém, não queria retornar ao seu pai, pois ignorava qual poderia ser a reação dele perante a sua fuga de casa, perante a sua conversão ao cristianismo.

Maria, mãe de Marcos, chorava pela falta do dedicado filho, daquele ser pelo qual carregava consigo um grande amor. E, quanto ao seu pai, não se conformava muito com aquela situação.

Aquela mãe lamentosa ouviu o verbo da consolação, as palavras do marido:

— Ora, se João Marcos saiu a praticar o bem, está fazendo a vontade de Deus. Onde quer que nosso filho esteja, que ele esteja muito bem!

Entretanto, fortes rumores da perseguição aos cristãos circulavam por aquelas partes. Sem notícias do filho, e já decorrido tanto tempo da sua partida, seu pai chegava a pensar na sua possível morte.

Marcos, desligado dos dois companheiros de jornada, procurou outros povos e outros lugares onde pudesse repassar aquilo que havia ouvido. Dizia não ter conhecido Jesus mas afirmava sentir Jesus bem perto dele. Pregava que todos deveriam amar a todos, indistintamente, perdoar tantas vezes que se fizessem necessárias. E assim é que foi implantando o seu Evangelho por onde andava, erguendo a bandeira do cristianismo indicando novo rumo à humanidade, mostrando a grandeza do amor e da fé que levava consigo.

Um dia ouviu uma voz:

— Marcos, visita a tua família!

— A voz é do Senhor? — indagou Marcos.

— Não! A voz é da razão! Teu pai morre... Vai de encontro a ele!

Marcos resolveu retornar às suas origens. Estava diferente, com cabelo e barba crescidos e empunhando o seu cajado. E a viagem de volta foi permeada de arrepios, de desconforto. Contudo, Marcos seguia sempre firmado na sua fé e na consciência de que recebia a proteção de Jesus, sentindo que o seu caminho se abria tal como o mar se abrira à frente de Moisés. Assim, uma fé irradiante tomava conta daquela alma enquanto ia de encontro aos seus genitores.

Chegando em sua casa, encontrou o seu pai acamado. Sua mãe correu a abraça-lo, vendo-o já transformado e maduro pelo passar dos longos dias, bem assim pelo desconforto e precariedade alimentícia.

— Filho querido — disse ela, emocionada —, os bons ventos e os bons deuses te trouxeram de volta!

— Não! — redarguiu Marcos. — Quem pediu que eu retornasse foi o Senhor da água e do vinho, o Senhor da vida: Jesus Cristo! Este me mandou de volta para que eu a abraçasse e porque papai precisa de mim.

— Sim, teu pai está muito doente e não quer morrer sem ver-te.

Marcos foi ter ao leito onde estava o pai e, lá checando, segurou nas mãos dele e disse:

— Pai, teu filho está aqui! Pai, não te traí!

— Meu filho, não tenho nenhuma dúvida disso, porque o que vejo falar de Jesus é somente o que se liga à caridade e ao amor. De tantos que foram jogados aos pés dele, cegos enxergaram, paralíticos andando. Filho, sei que vou morrer, mas te afirmo: pedi muito a esse Jesus que, se ele realmente houvesse feito tanto milagre quanto alardeiam, ele me trouxesse tu, antes que eu morresse!

Marcos chorou e beijou as mãos do pai. E este continuou:

— Sê fiel a este Cristo! Faze tudo o que te pedir Jesus, e faze-o com muito amor — pois ele realmente me provou que é o aguardado Messias! Segue-o e ajuda os que o seguem!

Aquele homem, gratificado com a presença do filho, adormeceu.

Marcos se ergueu e disse:

— Vou pedir a Jesus para que poupe a vida dele! Disse-o e se trancou em fervorosa oração. E naqueles momentos de profunda prece, ouviu uma voz:

— O homem tem de nascer e morrer, para que a vida continue prosperando. O grão de trigo é apenas uma semente, e ela morre e germina. Assim segui entre vós, mas aqueles que são meus não vagarão solitários pelo vale frio da morte: eles receberão a recompensa pelo trabalho prestado. Não posso atender o teu pedido, porque tal não é permitido, e é necessário que o corpo desça à terra, para que o espírito se evole. E dia chegará em que até mesmo tu enfrentarás a campa da morte e nada poderei fazer também por ti — e espero que nesse dia não te falte a fé!

E Marcos, ouvindo aquela voz, orava:

— Seja feita, Mestre, a tua vontade! Seja feita a vontade de Deus!

Seu pai permaneceu vivo por mais três dias. Com seus irmãos, Marcos acompanhou todo o cortejo fúnebre.

Marcos deixou aquelas terras de Canaã e se dirigiu a Betânia, porque lhe chegara notícias de que os seus dois amigos e missionários estavam por lá. E de fato lá os encontrou.

Simão Pedro abraçou Marcos com muito afeto e contentamento. Já Paulo, enciumado, não o aceitou com bons olhos. E um desentendimento surgia entre Pedro e Paulo.

A mando dos mentores espirituais, Paulo retornava a Jerusalém para converter os irmãos judeus. O destino seria Roma, mas houve conflito entre eles, assim mudando-se o seu roteiro.

A voz de Jesus os alertara: Se deves andar passo a passo com o teu inimigo, então caminha com ele sem reclamares. Entretanto, Paulo estava muito descontente daquela situação e assim resolveu deixar Betânia e ir para o lado dos gentios.

Paulo deixou-os e seguiu muito aborrecido e tristonho.

Pedro sentiu bastante a separação do amigo e se pôs a orar com todo o amor do seu coração, pedindo perdão por tudo o que havia acontecido entre eles.

Uma voz então se lhe fez ouvir:

— Vai de encontro ao teu irmão, ajoelha-te aos pés dele e pede perdão!

Pedro bem sabia: era a voz do Mestre. Disse então a Marcos:

— Vou de encontro a Paulo!

— E eu te sigo! — disse Marcos. Caminharam quase o dia todo e pararam para descansar. Depois viajaram por quase toda a noite, encontrando certos viajores rumando a terras estranhas, notaram a presença de Paulo em meio a eles.

Pedro ergueu o seu cajado e gritou por Paulo. Este olhou e olhou para trás, enquanto os caravaneiros seguiram a sua rota.

Pedro chamou o amigo e abriu os braços, seguindo para o lado de Paulo e ajoelhando-se perante ele, a pedir perdão. Paulo puxou Pedro para o seu lado e lhe disse:

— Uma voz me falou que devo pregar o Evangelho de Jesus aos gentios e que tu deves ir para Roma; e, quanto a Marcos, deve acompanhar-te por onde andares, pois a missão dele é sempre ao teu lado; e que tudo o que souberes de Jesus deves passar a Marcos, pois ele está encarregado de espalhar os escritos da Boa Nova, mesmo depois na nossa morte. E deves saber, Pedro: quando te vi chegar aqui, meu coração bateu mais forte; senti o renascer de novas energias dentro de mim. Nesta última noite, parei para rezar. Olhava para a Lua, descia o olhar e via só deserto; mas a Lua refletia uma tão linda luz! E pareceu-me ouvir a voz que vinha lá de dentro da Lua aos meus ouvidos e dizia: — Tudo o que aprendeste com Ananias, prega-o aos gentios. Serás bem recebido por eles; farão festa por ti, vibrarão com a tua palavra. Ora, eu estava para desistir de tudo, Pedro, e vê então que coisa maravilhosa me ocorreu!

Pedro se derretia em lágrimas, e Paulo disse ainda:

— O Mestre te mandou a mim para que de mim de despeças, Pedro.

— Não! Ele ordenou que eu viesse até ti para que eu não guardasse rancor no meu coração. E agora não posso entender... O nosso destino é Roma...

Pedro era muito perseguido. Os judeus queriam aprisioná-lo, ceifar sua vida, porque ele era aquele que se destacava entre os doze discípulos.

Marcos sabia da forte ligação de Pedro para com Jesus e não perdia uma só oportunidade de perguntar sobre o Mestre. Segui-lo-ia por onde quer que fosse.

Pedro saiu em rumo de seus amigos em Betânia. Percorreu os vilarejos pregando a palavra de Jesus. Sua primeira preocupação à frente das pessoas era a de ensiná-las a rezar o Pai Nosso. E afirmava que o reino de Jesus estava próximo, que ele deixara a Terra para subir aos céus.

Marcos, sempre ao seu lado, insistia para que lhe informasse sobre a infância de Jesus, mas Pedro pouco ou nada sabia disto, porque em seu primeiro contato com o Mestre, este já estava na fase adulta das pregações. E Marcos ia anotando tudo o que ouvia nas preleções públicas de Pedro, os relatos das curas, dos ensinos de Jesus.

Nota-se, pois, a ausência das informações sobre a infância do Cristo no Evangelho de Marcos, que registrava o que ouviu a partir do encontro de Pedro com o Mestre.

Marcos acompanhou Pedro a Roma e lá não foi abatido. Era culto, tinha conhecimento das leis, tinha a facilidade de falar e escrever.

Em Roma, Pedro e Marcos estabeleceram uma ordem religiosa, um templo cristão.

O PREGADOR

..1 - PREPARAI O CAMINHO DO SENHOR
..37 - Ó GERAÇÃO INCRÉDULA ! ..
..2 - O BATISMO DO ESPÍRITO SANTO ..38 - O PRIMEIRO SERÁ O ÚLTIMO
..3 - A TENTAÇÃO DE JESUS ..39 - QUEM NÃO É CONTRA NÓS É POR NÓS
..4 - O REINO ESTÁ PRÓXIMO ..40 - PAZ UNS COM OS OUTROS
..5 - QUE DOUTRINA É ESTA? ..41 - E SERÃO UMA SÓ CARNE
..6 - E EXPULSAVA OS DEMÔNIOS ..42 - DEIXAI VIR A MIM OS PEQUENINOS !
..7 - NÃO DIGAS NADA A NINGUÉM ..43 -ABANDONAI TUDO E SEGUI-ME !
..8 - ERGUE-TE E ANDA ! ..44 - PODEIS BEBER O CÁLICE QUE EU BEBER
..9 - OS SÃOS NÃO NECESSITAM DE MÉDICO ..45 - QUE QUERES QUE TE FAÇA?
..10 - VINHO NOVO EM ODRE VELHO ..46 - E ESTENDERAM O SEUS VESTIDOS
..11 - TAMBÉM NO SÁBADO ..47 - TENDE FÉ EM DEUS !
..12 - TU ÉS O FILHO DE DEUS ! ..48 - COM QUE AUTORIDADE O FAZES?
..13 - E NOMEOU DOZE DELES ..49 - A PEDRA REJEITADA
..14 - O REINO DIVIDIDO ..50 - A CÉZAR O QUE É DE CÉZAR
..15 - QUEM SÃO MINHA MÃE E MEUS IRMÃOS? ..51 - DEUS NÃO E´DE MORTOS
..16 -O SEMEADOR SAIU A SEMEAR ..52 - O MAIOR MANDAMENTO
..17 - A CANDEIA SOBRE O ALQUEIRE ..53 - A DESCENDÊNCIA DO CRISTO
..18 - QUANDO O FRUTO SE MOSTRA ..54 - GUARDAI-VOS DOS ESCRIBAS !
..19 - O REINO É COMO UM GRÃO DE MOSTARDA ..55 - O ÓBOLO DA VIÚVA POBRE
..20 - AINDA NÃO TENDES FÉ? ..56 - OLHAI QUE NINGUÉM VOS ENGANE !
..21 -LEGIÃO É O MEU NOME ..57 - OS SINAIS DO FIM
..22 - A TUA FÉ TE SALVOU ..58 - MINHAS PALAVRAS NÃO PASSARÃO
..23 - MENINA, LEVANTA-TE! ..59 - OLHAI, VIGIAI E ORAI !
..24 - QUEM É PROFETA EM SUA TERRA? ..60 - NÃO NA PÁSCOA
..25 - TRAGA-ME A CABEÇA DE JOÃO BATISTA ! .. ..61 - OS POBRES SEMPRE OS TENDES
..26 - E FICARAM FARTOS ..62 - UM DE VÓS HÁ DE ME TRAIR !
..27 - SOU EU ! NÃO TEMAIS ! ..63 - AFASTA DE MIM ESTE CÁLICE !
..28 - CONTAMINA O HOMEM O QUE SAI DO HOMEM ..64 - E CHEGOU JUDAS E O BEIJOU
..29 - POR QUE ESSA PALAVRA, VAI ! ..65 - E DAVAM-LHE BOFETADAS
..30 - ABRE-TE ! ..66 - NÃO O RECONHEÇO !
..31 - DE UM SE FAZ MIL ..67 - ÉS O REI DOS JUDEUS?
..32 - GUARDAI-VOS DO FERMENTO DOS FARISEUS ..68 - EM TUAS MÃOS O MEU ESPÍRITO
..33 - VAI E NÃO ENTRES NA ALDEIA ! ..69 - JESUS JÁ RESSUSCITOU !
..34 - QUEM DIZEIS QUE SOU? ..70 - IDE E PREGAI PELO MUNDO !
..35 - DE QUE ADIANTA GANHAR TUDO E PERDER A ALMA?  
..36 -ELIAS JÁ VEIO