06 - Lei de Liberdade

Pergunta 825 - Haverá no mundo posições em que o homem possa jactar-se de gozar de absoluta liberdade? - "Não, porque todos precisais uns dos outros, assim os pequenos como os grandes."

Pergunta 843 - Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos? - "Pois quem tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre-arbítrio, o homem seria máquina."

1 - DIREITO DE LIBERDADE

Intrinsecamente livre, criado para a vida feliz, o homem traz, no entanto, ínsitos na própria consciência, os limites da sua liberdade.

Jamais devendo constituir tropeço na senda por onde avança o seu próximo, é-lhe vedada a exploração de outras vidas sob qualquer argumentação, das quais subtraia o direito de liberdade.

Sem dúvida, centenas de milhões de seres transitam pela infância espiritual, na Terra, sem as condições básicas para o autodiscernimento e a própria condução. Apesar disso, a ninguém é lícito aproveitar-se da circunstância, a fim de coagir e submeter os que seguem na retaguarda do progresso, antes competindo aos melhor dotados e mais avançados distender-lhes as mãos, em generosa oferenda de auxílio com que os educarão, preparando-os para o avanço e o crescimento.

Liberdade legítima decorre da legítima responsabilidade, não podendo aquela triunfar sem esta.

A responsabilidade resulta do amadurecimento pessoal em torno dos deveres morais e sociais, que são a questão matriz fomentadora dos lídimos direitos humanos.

Pela lei natural todos os seres possuímos direitos, que, todavia, não escusam a ninguém dos respectivos contributos que decorrem do seu uso.

A toda criatura é concedida a liberdade de pensar, falar e agir, desde que essa concessão subentenda o respeito aos direitos semelhantes do próximo.

Desde que o uso da faculdade livre engendre sofrimento e coerção para outrem, incide-se em crime passível de cerceamento daquele direito, seja por parte das leis humanas, sem dúvida nenhuma por meio da Justiça Divina.

Graças a isso, o limite da liberdade encontra-se inscrito na consciência de cada pessoa, que gera para si mesma o cárcere de sombra e dor, a prisão sem barras em que expungirá mais tarde, mediante o impositivo da reencarnação, ou as asas de luz para a perene harmonia.

A liberdade é a grande saga dos povos, das nações, da Humanidade que lutam através dos milênios contra a usurpação, a violência, a hegemonia da força dominadora, sucumbindo, sempre, nessas batalhas os valores éticos, vencidos pelo caos da brutalidade.

Livre o homem se tornará, somente, após romper as férreas algemas que o agrilhoam aos fortins das paixões.

A sua luta deve partir de dentro, vencendo-se, de modo a, pacificando-se interiormente, usufruir dessa liberdade real que nenhuma grilheta ou presídio algum pode limitar ou coibir.

Enquanto, porém, arrojar-se à luta sistemática de opinião de classe, de grei, de comunidade, de fé, de nação, estimulará a desordem e a escravidão do vencido.

Todo vencedor guerreiro, porém, é servo de quem lhe padece às mãos, qual ocorre com os guardiães de presidiários, que se fazem, também, presos vigiando encarcerados.

Prega e vive o amor conforme o ensinou Jesus. Ensina e usa a verdade em torno da vida em triunfo, de que está referto o Evangelho, a fim de seres livre.

Atém-te aos deveres que te ensinam engrandecimento e serviço ao próximo.

O trabalho pelos que sofrem limites e tumultos ensinar-te-á autoconhecimento, favorecendo-te com o júbilo de viver e a liberdade de amar.

Na violência trágica do Gólgota não vemos um vencido queixando-se, esbravejando impropérios e explodindo em revolta. Sua suprema sujeição e Seu grandioso padecimento sob o flagício da loucura dos perseguidores gratuitos atingem o clímax no brado de perdão a todos: ingratos, cruéis, insanos, em insuperável ensinamento sobre a liberdade de pensar, falar e agir com a sublime consciência responsável pelo dever cumprido.

2 - O BEM SEMPRE

O bem que deixes de fazer, podendo fazê-lo, é um grande mal que fazes.

Quando convidado a informar sobre alguém, referes-te ao seu lado positivo, dando oportunidade ao outro para renovar as suas paisagens íntimas infelizes, sem o constrangimento de saber que os demais estão inteirados das suas dificuldades.

Se alguém agir mal em referência a ti, inutilmente passarás o acontecimento adiante.

Muito ajuda aquele que não divulga as mazelas do próximo.

Hábito salutar se deve impor o cristão para o feliz desiderato, na comunidade em que realiza as suas experiências evolutivas: policiar a palavra.

Infelizmente, a invigilância em relação ao verbo tem sido responsável por muitos dissabores e conflitos que não se justificam. Aliás, coisa alguma constitui desculpa honesta para contendas e perturbações.

A civilização e a cultura, engendrando os valores éticos da educação, constituem eficientes recursos para que o homem se liberte das paixões inferiores que geram desforços, agressões, pelejas, através dos quais resvala, inexoravelmente, de retorno às expressões primitivas, que já deveria haver superado.

Toda interpelação agressiva, qualquer verbete ferinte, cada reação violenta constitui ingrediente para a combustão do ódio e a semeação nefasta da amargura.

Útil quão urgente o esforço pela preservação da paz íntima, mesmo quando concitado ao desvario ou diretamente chamado ao desforço pessoal.

Dos hábitos mentais - suspeita, ciúme, inveja, animosidade, fixação -, como dos condicionamentos superiores pelo exercício do pensamento - reflexão, prece, humildade, auto-exame - decorrem as atitudes, quando se é surpreendido pela antipatia espontânea de alguém, em si mesmo inditoso.

Reagirás sempre, conforme cultives o pensamento. Falarás e agirás conforme as aquisições que armazenares nos depósitos mentais, através das ocorrências do cotidiano.

Assim, atenta, quanto possível, para os valores dignificantes do teu próximo, exercitando-te nas visões relevantes e contribuirás com expressivos recursos em favor da economia de uma Terra feliz, à qual aspiras na vivência contínua do bem sempre.

3 - SEGURANÇA ÍNTIMA

Embora atingido pela aleivosa insinuação da inveja, não te deixes arrastar à inquietação.

Não obstante a urdidura da maledicência tentando envolver-te em suas malhas, não te perturbes com a sua insídia.

Mesmo que te percebas incompreendido, quando não caluniado pelos frívolos e despeitados, não te aflijas.

Segurança interior deve ser a tua força de equilíbrio, a resistência dos teus propósitos.

Quem é fiel a um ideal dignificante não consegue isentar-se da animosidade gratuita, que grassa soberana, e nem sequer logra permanecer inatacável pela pertinácia da incúria ...

Somente os inúteis poderiam acreditar-se não agredidos.

O bom operário, todavia, quando na desincumbência dos deveres, experimenta as agressões de todo porte com que os cômodos e insatisfeitos pretendem desanimá-lo.

De forma alguma concedas acesso à irritação ou à informação malsã na tua esfera de atividades.

Quando se sentires compreendido, laureado pelos sorrisos e beneplácitos humanos, quiçá estejas atendendo aos interesses do mundo, contudo não te encontrarás em conduta correta em relação aos compromissos com Jesus.

Quem serve ao mundo e a ele se submete certamente não dispõe de tempo para os deveres relevantes, em relação ao Espírito. A recíproca, no caso, é verdadeira.

Não te eximirás, portanto, à calúnia, à difamação, às artimanhas dos famanazes da irresponsabilidade, exceto se estiveres de acordo com eles.

Não produzem e sentem-se atingidos por aqueles que realizam, assim desgastando-se e partindo para a agressividade, com as armas que lhes são afins.

Compreende-os, malgrado não te concedas sintonizar com eles nas faixas psíquicas em que atuam.

Não reajas nem os aceites.

Suas farpas não devem atingir-te.

Eles estão contra tudo. Afinal estão contra eles mesmos, por padecerem de hipertrofia dos sentimentos e enregelamento da razão.

Segurança íntima é fruto de uma consciência tranqüila, que decorre do dever retamente cumprido, mediante um comportamento vazado nas lições que haures na Doutrina de Libertação espiritual que é o Espiritismo.

Assim, não te submetas nem te condiciones às injunções de homens ou Entidades, se pretendes servir ao Senhor ...

Toda sujeição aos transitórios impositivos das paixões humanas, em nome do ideal de vida espiritual, se transforma em escravidão com lamentável desrespeito aos compromissos reais assumidos em relação ao Senhor.

Recorda-te d'Ele, crucificado, desprezado, odiado por não se submeter aos impositivos da mentira e das vacuidades humanas, todavia triunfante sempre pela Sua fidelidade ao Pai.

4 - ERRO E QUEDA

"Não erreis, não vos enganeis, meus amados irmãos." (Tiago: 1 -16)

O salutar conselho do apóstolo Tiago continua muito oportuno e de grande atualidade para os cristãos de hoje.

Erro - compromisso negativo, amarra ao passado. Ao erro cometido impõe-se sempre a necessidade de reparação.

Quem conhece Jesus não se pode permitir o desculpismo constante, irresponsável que domina um sem número de pessoas.

Por toda parte se apresentam os que mentem e traem, enganam e dilapidam, usurpam e negligenciam, exploram e envilecem, aplaudidos uns, homenageados outros, constituindo o perfeito clã dos iludidos em si mesmos. Sem embargo, o mal que fazem ao próximo prejudica-os, porquanto não se furtarão a fazer a paz com a consciência, agora ou depois.

Anestesiados os centros do discernimento e da razão, hoje ou amanhã as conjunturas de que ninguém se consegue eximir impor-lhes-ão reexame de atitudes e de realizações, gerando neles o impositivo do despertamento para as superiores conceituações sobre a vida.

Enquanto se erra, muitas vezes se diz crer na honestidade e valia da ação, como a ocultar-se em ideais ou objetivos que têm aparência elevada e honesta. Todavia, todo homem, à exceção dos que transitam nas faixas mais primitivas da evolução ou dos que padecem distúrbios psíquicos, tem a noção exata do que lhe constitui bem e mal, do que lhe compete, ou não, realizar.

Dormem nos recessos íntimos do ser e despertam no momento próprio as inabordáveis expressões da presença divina, que se transformam em impulsos generosos, sentimentos de amor e fé, aspirações de beleza e ideal nobre que não se podem esmagar ou usar indevidamente sem a correspondente conseqüência, que passa a constituir problemas e dificuldade na economia moral-espiritual do mau usuário.

Refere-se, porém, especificamente, o Apóstolo austero do Cristo, aos erros que o homem pratica em relação à concupiscência e à desconsideração para com o santuário das funções genésicas.

O Espírito é sempre livre para escolher a melhor forma de evolução. Não fugirá, porém, aos escolhos ou aos alcatifados que lhe apraz colocar pela senda em que jornadeia.

Em razão disso, a advertência merece meditada nos dias em que, diminuindo as expressões de fidelidade e renúncia, se elaboram fórmulas apressadas para as justificativas e as conivências com a falência dos valores morais, que engodam os menos avisados.

Os seus fâmulos crêem-se progressistas e tornam-se concordes para fruírem mais, iludindo-se quanto ao que chamam "evolução da ética".

Não te justifiques os erros. Se possível, evita errar.

Desculpa os caídos e ajuda-os, mas luta por manter-te de pé.

Ao corroborar a necessidade imperiosa da preservação moral do aprendiz do Evangelho, adverte Paulo, na sua Primeira Epístola aos Coríntios, conforme se lê no capítulo dez, versículo doze: "Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe, não caia".

Perfeitamente concorde com a lição de Tiago, os dois ensinamentos são inadiável concitamento à resistência contra as tentações.

A tentação representa uma avaliação em torno das conquistas do equilíbrio por parte de quem busca o melhor, na trilha do aperfeiçoamento próprio.

Assim, policia-te, não caindo nem fazendo outrem cair.

Pensamento otimista e sadio, palavra esclarecedora, sem a pimenta da malícia ou da censura e atitudes bem definidas no compromisso superior aceito, serte-ão abençoadas forças mentais e escoras morais, impedindo-te que erres ou que caias.

5 - NA ESFERA DOS SONHOS

Os interesses recalcados, as aspirações frustradas, os tormentos íntimos, complexos, malconduzidos dormem temporariamente no inconsciente do homem e assomam quando emoções de qualquer porte fazem-no desbordar, facultando o predomínio de conflitos em formas perturbadoras, gerando neuroses que se incorporam à personalidade, inquietando-a.

Da mesma forma os ideais de enobrecimento, os anelos de beleza, o hábito das emoções elevadas, a mentalização de planos superiores, as aquisições e lutas humanistas repousam nos departamentos da subconsciência, acordando, freqüentemente, e produzinndo euforia, emulações no homem, ajudando-o no seu programa de paz interior e de realizações externas.

O homem é sempre aquilo que armazena consciente ou inconscientemente nos complexos mecanismos da mente.

Quando se dá o parcial desprendimento da alma por meio do sono natural, açodado pelos desejos e paixões que erguem ou envilecem, liberam-se as memórias arquivadas que o assaltam, em formas variadas de sonhos nos quais se vê envolvido.

Permanecem nesse capítulo os estados oníricos da catalogação freudiana, em que as fixações de ordem sexual assumem expressões de realidade, dominando os múltiplos setores psíquicos da personalidade.

Além deles, há os que decorrem dos fenômenos digestivos, das intoxicações de múltipla ordem por conseqüência dos estados alucinatórios momentâneos que produzem.

Concomitantemente, em decorrência do cultivo de idéias deprimentes ou das otimistas, a alma em liberdade relativa sente-se atraída pelos locais que lhe são inacessíveis, enquanto na lucidez corpórea, e, fortemente arrastada por esse anseio de realização, desloca-se do envoltório físico e visita aqueles com os quais se compraz e onde se sente feliz. Disso decorrem encontros agradáveis ou desditosos em que adquire informes sobre ocorrências futuras, esclarecimentos valiosos, ou, conforme o campo de interesse que cada qual prefira, experimenta as sensações animalizantes, frui, em agonia, as taças vinagrosas dos desejos inconfessáveis, continuando o comércio psíquico com Entidades vulgares, perversas ou irresponsáveis que se lhe vinculam ao pensamento, dando origem a longos e rudes processos obsessivos de curso demorado e de difícil liberação.

Nos estados de desprendimento pelo sono natural, a alma pode recordar o seu pretérito e tomar conhecimento do seu futuro, fixando essas impressões que assumem a forma de sonhos nos quais as reminiscências do ontem, nem sempre claras, produzem singulares emoções. Outrossim, a visão do porvir, as revelações que haure no intercâmbio com os desencarnados manifestam-se como positivos sonhos premonitórios de ocorrência cotidiana.

Quanto mais depurada a alma, possibilidades mais amplas depara, sucedendo, no sentido inverso, seu embrutecimento e materialização, os desagradáveis e perturbadores sucessos na esfera dos sonhos.

Multiplicam-se e perpassam em todas as direções ondas mentais, que percorrem distâncias imensas, sintonizando com outras que lhes são afins e que buscam intercâmbio.

Em decorrência, pouco importa o espaço físico que separa os homens, desde que estes intercambiam mentalmente na faixa das aspirações, interesses e gostos que os caracterizam e associam ...

Quando dorme o corpo, não adormece o Espírito, exceto quando profundas hebetações e anestesiamentos íntimos lhe perturbam os centros da lucidez.

Automática e inconscientemente, libera-se do corpo e arroja-se aos recintos que o agradam, por que anseia e de que supõe necessitar ...

Quando, porém, se exercita nos programas renovadores e preserva os relevantes fatores da dignificação humana, sutilizam-se as suas vibrações, sintonizando nas ondas que o erguem às Esferas da Paz e da Esperança, onde os Seres ditosos, encarregados dos labores excelentes dos homens, facultam que se mantenham diálogos, recebendo recursos terapêuticos e lições que se incorporam à individualidade, indelevelmente ...

Nas esferas dos sonhos - nos Círculos Espirituais elevados ou nos tormentosos, conforme a preferência individual - engendram-se muitas, incontáveis programações para o futuro humano, nascendo ali ou se corporificando, quando já existentes, os eloqüentes capítulos das vidas em santificação, como as tragédias, os vandalismos, as desditas inomináveis ...

Vive no corpo físico considerando a possibilidade da desencarnação sem aviso prévio.

Cada noite em que adormeces, experimentas um fenômeno consentâneo ao da morte.

Dormir é morrer momentaneamente. Desse sono logo retornas, porque não se te desatam os liames que fixam o Espírito ao corpo.

Podes, porém, pelas ocorrências que experimentas na esfera dos sonhos, ter uma idéia do que te sucederá nos Círculos da Vida, após o desenlace definitivo.

Por tal imperativo, aprimora-te, eleva-te, supera-te, mediante o exercício dos pensamentos salutares e das realizações edificantes.

Não apenas fruirás de paz por decorrência da consciência reta, como te prepararás para a vida real, porquanto, examinada do ângulo imortalista, o homem, na Terra, encontra-se numa esfera de sonhos, que normalmente transforma, por invigilância ou rebeldia, em desditoso pesadelo.

6 - EXIGÊNCIAS DA FÉ

Permitir-se a fé - um ato de coragem.

Abandonar vícios e imperfeições - atitude estóica perante a vida.

Superar impedimentos da própria leviandade - esforço hercúleo de elevação.

Facultar-se consciência do dever - maioridade espiritual.

O ato de crer implica, inevitavelmente, o dever de transformar-se, abdicando dos velhos hábitos para impor-se disposições impostergáveis na tarefa da edificação interior.

A comodidade da negação, a permanência da indiferença, a prosaica atitude de observador contumaz encontram, na fé religiosa, o seu mais temível adversário, porquanto, esta impele o homem a modificações radicais, arrancando-o da inércia em que se compraz para a dinâmica relevante que conduz à felicidade real.

Luta-se contra a crença quanto às realidades da vida indestrutível pela morte e, todavia, ei-la inata no espírito humano. Essa reação, porém, muitos a justificam no utilitarismo de que se servem, no parasitismo emocional em que se acomodaram e preferem, inconseqüentes ... No entanto, mais do que pela falta de "razões" e de "fatos" sobre a supervivência, que os negadores, alegam, não dispõem, isto sim, da coragem para recomeçar em bases novas, "abandonar tudo", renunciar-se e seguir adiante, cobrindo as pegadas deixadas por Jesus.

Impõe-te valentia para desfazer-te do "homem velho" e referta-te com os estímulos da fé, ressarcindo dívidas, remotas e próximas, contribuindo, assim, para o mundo melhor do futuro, mediante a tua própria melhora.

Refletindo nas lições do Evangelho, compreenderás o imperioso convite da fé, e, experimentando as atitudes espíritas, mediante o intercâmbio dos habitantes dos "dois mundos", o espiritual e o material, perceberás o porquê da urgência de incorporar-te à falange dos que crêem e lutam, dos que amam e servem, dos que, morrendo, nascem para a vida verdadeira e ditosa ...

Além de libertar-te das fúteis querelas e exibições que ocorrem no picadeiro do corpo físico, a fé te concederá visão reconfortante e plenitude em todos os teus dias.

Valoroso, mantém-te confiante nos postulados evangélicos e permite-te, sem titubeios, a fé, com a resolução de quem está disposto a pelejar infatigável até a vitória final com Jesus.

Joanna de Ângelis