MARIA DA ALDEIA


PREFÁCIO

Quando damos asas expansivas ao nosso egoísmo, deixando correr por linhas incertas o fluxo da nossa paixão, é fatal que sejamos atraídos pelo abismo da nossa própria imperfeição.

Exaltar o nosso egoísmo é exaltar a nossa própria perdição.

Vicente, o personagem central desta história verídica, bem entendeu que o orgulho, o falso poder, a vingança são filhos do egoísmo, quando se vê arrastado por uma paixão de desastrosas, imprevisíveis consequências.

Maria da Aldeia é a figura daquela mulher traída que não sabe perdoar e sofre as amargas decorrências do seu próprio sentimento de vingança.

Assim vão aprendendo as almas descidas a este vale de lágrimas em que a flor do amor, mesmo às vezes esquecida por uns tempos à margem do caminho, está sempre bela e viçosa a atrair fatalmente as almas sedentas de seu perfume, sedentas de evoluir para o Pai que é somente amor.

Os Editores

..1 - DIRETRIZES DO AMOR
..2 - COLÔNIA NOSSO LAR
..3 - O DESABAFO
..4 - AS DIFERENÇAS
..5 - OS FILHOS
..6 - MOMENTOS E MOMENTOS
..7 - LEMBRANÇAS
..8 - SUPLANTAR AS SITUAÇÕES
..9 - A NARRATIVA DE VICENTE
..10 - OBSERVAÇÕES DE JOBE
..11 - O RELATO DE VICENTE
..12 - RECORDAÇÃO DA ENCARNAÇÃO
..13 - A OBSERVAÇÃO DE JOBE
..14 - A RECORDAÇÃO DE VICENTE
..15 - QUANDO VIVIA EM RIBEIRÃO PRETO
..16 - O RELATO DE DAVI
..17 - O RELATO DE VICENTE
..18 - A INTERRUPÇÃO DE VICENTE
..19 - O AMOR COMO SOLUÇÃO