PEQUENA LUA E SEUS ENCANTOS

PREFÁCIO

Participar da evolução é exercitar o amor.

E para tal exercício uma grande escola é a nossa própria Terra, propiciadora das mais diversas situações para que aprendamos a amar como é preciso amar.

As vezes deixamos de entender que as situações encarnatórias são colocadas ao nosso espírito da forma certa, com a escolha do lugar certo, das circunstâncias certas.

E então a revolta se nos torna uma barreira retardando o suplantar das provas, protelando a nossa evolução.

Em terras norte-americanas, no convívio com a comunidade comanche, a índia Pequena Lua tinha em sua beleza o seu atrativo, espelhando a própria maravilha da vida selvagem.

No entanto, o orgulho quase sempre fala a sua voz e a alma que deveria estar sempre humilde, enaltecendo a grandeza de Deus, penetra no caminho da perdição.

Caminhos de perdição são, quase sempre, em nosso imperfeito planeta, os próprios caminhos do amor elevado à negatividade, ao egoísmo sem peias nem barreiras.

E o espírito retorna vezes sem conta para que compreenda e viva realmente a pureza do amor.

Pequena Lua, em novos tempos e novos campos de aprendizado, reencarnou no Brasil, e, sob os atrativos enganosos da plena liberdade, exalçou a sua beleza no espelho do egoísmo, assim caindo fragorosamente no abismo das próprias falhas.

O fim da vida e o galgar do além-vida são penosos para aqueles que trilharam o caminho da maldade.

Pequena Lua sofreu amargamente pelos seus atos de ambição, de domínio, filha que foi ainda do amor negativo, do amor possessivo, discriminador das criaturas.

Entretanto, a porta da redenção jamais se fecha, porque por aí flui a bondade de Deus, direcionando seus filhos a novos caminhos, novas experiências...

Com a segurança de quem vivenciou e direcionou as mais variadas situações, em vidas sem conta junto às comunidades indígenas do planeta, o espírito Pena Branca revive aqui, com maestria, a trajetória de Pequena Lua, onde se oportunam valiosas elucidações sobre os sistemas supervisores da evolução dos irmãos indígenas, nos dois planos dimensionais,

É esta uma singela homenagem a população indígena do planeta, onde nosso irmão Pena Branca assume um papel de destaque, pela sua vastíssima experiência de liderança e conquistas no reino da sabedoria.

Os Editores

..1 - OS APELOS DA MALDADE
..2 - A BELA PEQUENA LUA
..3 - NA TRIBO ESPIRITUAL
..4 - NA COLÔNIA BRASILEIRA
..5 - PEQUENA LUA REENCARNA
..6 - COBIÇA, PAIXÃO E MORTE
..7 - NAS MORADAS DO ALÉM
..8 - ESPINHOS DE REAJUSTE
..9 - VÍTIMAS DA PAIXÃO