EMBRIOLOGIA

1) Nos casos de embriões congelados, já em estados avançados de desenvolvimento, estariam a eles ligados Espíritos esperando a retomada do processo para fins reencarnacionistas?

Não necessariamente. Em alguns casos, Espíritos que pensaram burlar a Lei da Vida, fugindo das provações pelo caminho falso do suicídio, permanecem em semi-hibernação aguardando oportunidade para o recomeço da experiência, e esse período lhes constitui a expiação a que fazem jus. O desenvolvimento que ocorre em alguns experimentos é espontâneo, resultado do automatismo biológico, mas que não culminam em êxito.

2 ) O processo de formação de corpos orgânicos perfeitos baseados no código genético humano sem a presença do Espírito, utilizando-se, apenas, dos recursos de laboratório, é possível?

Na atual conjuntura, a vida em plenitude somente se expressa na criatura humana através do Espírito. A hipótese de criar-se um corpo sem alma, por mais sejam avançadas as técnicas de laboratório, permanece impossível.

3) As energias que os espermatozóides devem carregar, lançadas nas vias femininas (duzentos milhões por ejaculação, em média), não seriam aproveitadas no mecanismo reencarnatório após desintegração dos corpos celulares? Constituiriam uma coroa protecional para o óvulo fecundado? Teria alguma outra destinação energética?

Tudo em a natureza tem uma função necessária e específica. O que parece destruição não passa de transformação, retornando ao campo da energia de onde procede.

Os espermatozóides excedentes, quando começam a desintegração celular, irradiam as energias que os constituem, e essas fazem-se absorvidas pelo óvulo fecundado, tornando-se uma coroa ou aura protetora durante todo o seu percurso pela Trompa de Falópio até o seu acoplamento no útero, em cujo campo dilui as últimas vibrações.

4) A reencarnação poderia processar-se não no momento da fecundação e sim em estágios mais avançados do processo embriológico?

No atual estágio de evolução da criatura humana e do planeta terrestre, a reencarnação tem início no momento da fecundação, a partir de cujo instante o perispírito começa a imprimir nos genes e cromossomos os equipamentos de que necessita o Espírito para a evolução. Nos estágios mais avançados do processo biológico já estariam definidos diversos programas orgânicos, o que dificultaria a perfeita identificação do Ser espiritual com os instrumentos que lhe irão servir de sustentação.

5) O perispírito seria fator fundamental nos processos de gênese corporal?

É O perispírito O modelador, sem cuja presença o Espírito não lograria imantar-se à organização física para o processo da reencarnação, por ser-lhe o primeiro envoltório, cuja programação se dá pelos recursos magnéticos de que é constituído, apresentando as características que lhe refletem o estado, a evolução.

Desse modo, na gênese corporal, o perispírito é de fundamental importância, a fim de que a mesma se expresse, se desenvolva e se concretize.

6) Como se processa a interferência do perispírito do reencarnante na organização genética do corpo após a fecundação?

O perispírito é o agente modelador dos equipamentos orgânicos, assim como dos delicados processos mentais, que decorrem das conquistas do Espírito.

Desde o momento em que o espermatozóide dispara na Trompa de Falópio, na ansiosa busca do óvulo, os automatismos perispirituais, à semelhança dos biológicos, dão inicio à modelagem do invólucro de que se utilizará o Espírito para os futuros cometimentos propostos pela reencarnação.

A medida que a mitose celular se processa, os elementos genéticos experimentam a ação magnética dele irradiante, de tal forma que os cromossomos se organizam no molde energético, assim iniciando-se o processo da organização molecular.

Espírito Vianna Carvalho