FATALIDADE

1 - O QUE CONSISTE A FATALIDADE PARA O ESPÍRITO?

RESP.: Há um outro tipo de "fatalidade", referente à escolha que o Espírito faz de suas provas, no momento da encarnação. Ciente de suas necessidades "traça para si mesmo uma espécie de destino, que é a própria consequência da posição em que se encontra". É o caso das provas físicas, que vão delimitar as manifestações do próprio espírito. Quanto às provas morais e às tentações poderá ceder ou resistir a elas pois, conserva o livre-arbítrio para o bem ou para o mal. Neste caso, conscientiza-se da necessidade do autoconhecimento e da reforma íntima e faz tudo por melhorar-se, superando as suas imperfeições.

2 - HÁ UMA FATALIDADE NOS ACONTECIMENTOS DA VIDA, SEGUNDO O SENTIDO LIGADO A ESSA PALAVRA? QUER DIZER, TODOS OS ACONTECIMENTOS SÃO PREDETERMINADOS E, NESSE CASO, EM QUE SE TORNA O LIVRE-ARBÍTRIO?

RESP.: A fatalidade não existe senão para a escolha feita pelo Espírito, ao encarnar-se, de sofrer esta ou aquela prova; ao escolhê-la, ele traça para si mesmo uma espécie de destino, que é a própria consequência da posição que se encontra. Falo das provas de natureza física, porque, no tocante às provas morais e às tentações, o Espírito, conservando o seu livre-arbítrio sobre o bem e o mal, é sempre senhor de ceder ou resistir. Um bom Espírito, ao vê-lo fraquejar, pode correr em seu auxílio, mas não pode influir sobre ele a ponto de subjugar-lhe a vontade. Um Espírito mau, ou seja, inferior, ao lhe mostrar ou exagerar um perigo físico pode abalá-lo e assustá-lo, mas a vontade do Espírito encarnado não fica por isso menos livre de qualquer entrave.

3 - HÁ PESSOAS QUE PARECEM PERSEGUIDAS POR UMA FATALIDADE, INDEPENDENTE DE SUA MANEIRA DE AGIR, A DESGRAÇA ESTÁ NO SEU DESTINO?

RESP.: São, talvez, provas que devem sofrer e que elas mesmas escolheram. Ainda uma vez levais à conta do destino o que é, quase sempre, consequência de vossa própria falta. Em meio dos males que te afligem, cuida que a tua consciência esteja pura e te sentirás mais ou menos consolado.

As idéias justas ou falsas que fazemos das coisas nos levam a vencer ou fracassar, segundo o nosso caráter e a nossa posição social. Achamos mais simples e menos humilhante para o nosso amor-próprio atribuir os nossos fracassos à sorte ou ao destino, do que a nós mesmos. Se a influência dos Espíritos contribui algumas vezes para isso, podemos sempre nos subtrair a ela, repelindo as idéias más que nos forem sugeridas.

4 - CERTAS PESSOAS ESCAPAM A UM PERIGO MORTAL PARA CAIR EM OUTRO; PARECE QUE NÃO PODEM ESCAPAR À MORTE. NÃO HÁ NISSO FATALIDADE?

RESP.: Fatal, no verdadeiro sentido da palavra, só o instante da morte. Chegado esse momento, de uma forma ou de outra, a ele não podeis furtar-vos.

5 - ASSIM, QUALQUER QUE SEJA O PERIGO QUE NOS AMEACE, NÃO MORREREMOS SE A NOSSA HORA NÃO CHEGOU?

RESP.: Não, não morrerás, e tens disso milhares de exemplos. Mas quando chegar a tua hora de partir, nada te livrará. Deus sabe com antecedência qual o gênero de morte por que partirás daqui, e frequentemente teu Espírito também o sabe, pois isso lhe foi revelado quando fez a escolha desta ou daquela existência.

6 - DA INFALIBIDADE DA HORA DA MORTE SEGUE-SE QUE AS PRECAUÇÕES QUE SE TOMAM PARA EVITÁ-LAS SÃO INÚTEIS?

RESP.: Não, porque as precauções que tomais vos são sugeridas com o fim de evitar a morte que vos ameaça; são um dos meios para que ela não se verifique.

7 - QUAL O FITO DA PROVIDÊNCIA, AO FAZER-NOS CORRER PERIGOS QUE NÃO DEVEM TER CONSEQUÊNCIAS?

RESP.: Quando tua vida se encontra em perigo é essa uma advertência que tu mesmo desejaste, a fim de te desviares do mal e te tornares melhor. Quando escapas a esse perigo, ainda sob a influência do risco por que passaste, pensas com maior ou menor intensidade, sob a ação mais ou menos forte dos bons Espíritos, em ter tornares melhor. O mau Espírito retornando(digo mau, subtendendo o mal que ainda nele existe), pensas que escaparás da mesma maneira a outros perigos e deixas que as tuas paixões se desencadeiem de novo. Pelos perigos que correis, Deus vos recorda a vossa fraqueza e a fragilidade de vossa existência. Se examinarmos a causa e a natureza do perigo, veremos que, na maioria das vezes, as consequências foram a punição de uma falta cometida ou de um dever neglingenciado. Deus vos adverte para refletirdes sobre vós mesmos e vos emendardes.

8 - O ESPÍRITO SABE, POR ANTECIPAÇÃO, QUAL O GÊNERO DE MORTE QUE DEVE SOFRER?

RESP.: Sabe que o gênero de vida por ele escolhido o expõe a morrer mais de uma maneira que de outra. Mas sabe também quais as lutas que terá de sustentar para o evitar, e que, se Deus o permitir, não sucumbirá.

9 - HÁ HOMENS QUE ENFRENTAM OS PERIGOS DOS COMBATES COM UMA CERTA CONVICÇÃO DE QUE A SUA HORA NÃO CHEGOU; HÁ ALGUM FUNDAMENTO NESSA CONFIANÇA?

RESP.: Com muita frequência o homem tem o pressentimento do seu fim, como o pode ter o de que ainda não morrerá. Esse pressentimento lhe é dado pelos Espíritos protetores, que desejam advertí-lo para que esteja pronto a partir, ou reerguem a sua coragem nos momentos em que se faz mais necessário. Também lhe pode vir da intuição da existência por ele escolhida, ou da missão que aceitou e sabe que deve cumprir.

10 - OS QUE PRESSENTEM A MORTE GERALMENTE A TEMEM MENOS DO QUE OS OUTROS, POR QUÊ?

RESP.: É o homem que teme a morte, não o Espírito. Aquele que a pressente pensa mais como Espírito do que como homem: compreende a sua libertação e a espera.

11 - SE A MORTE NÃO PODE SER EVITADA QUANDO CHEGA A SUA HORA, ACONTECE O MESMO COM TODOS OS ACIDENTES NO CURSO DA NOSSA VIDA?

RESP.: São, em geral, coisas demasiado pequenas, das quais podemos prevenir-vos, dirigindo o vosso pensamento no sentido de as evitardes, porque não gostamosdo sofrimento material. Mas isso é de pouca importância para o curso da vida que escolhestes. A fatalidade só consiste nestas duas horas: aquelas em que deveis aparecer e desaparecer deste mundo.

12 - HÁ FATOS, QUE DEVEM OCORRER FORÇOSAMENTE E QUE A VONTADE DOS ESPÍRITOS NÃO PODE CONJURAR?

RESP.: Sim, mas que tu, quando no estado de Espírito, viste e pressentiste, ao fazer a tua escolha. Não acredites, porém, que tudo o que acontece esteja escrito, como se diz. Um acontecimento é quase sempre a consequência de uma coisa que fizeste por um ato de tua livre vontade, de tal maneira que, se não tivesses praticado aquele ato, o acontecimento não se verificaria. Se queimas o dedo, isso é apenas a consequências de tua imprudência e da condição da matéria. Somente as grandes dores, os acontecimentos importantes e capazes de influir na tua evolução moral são previstos por Deus, porque são úteis à tua purificação e à tua instrução.

13 - PODE O HOMEM, POR SUA VONTADE E PELOS SEUS ATOS, EVITAR ACONTECIMENTOS QUE DEVIAM REALIZAR-SE E VICE-VERSA?

RESP.: Pode, desde que esse desvio aparente possa caber na ordem geral da vida que ele escolheu. Além disso, para fazer o bem, como é do seu dever e único objetivo da vida, ele pode impedir o mal, sobretudo aquele que possa contribuir para um mal ainda maior.

14 - O HOMEM QUE COMETE UM ASSASSINATO SABE, AO ESCOLHER A SUA EXISTÊNCIA, QUE SE TORNARÁ ASSASSINO?

RESP.: Não. Sabe apenas que, ao escolher uma vida de lutas, terá a probabilidade de matar um de seus semelhantes, mas ignora se o fará ou não, porque depende quase sempre dele tomar a deliberação de cometer o crime. Ora, aquele que delibera sobre uma coisa é sempre livre de a fazer ou não. Se o Espírito soubesse com antecedência que, como homem, devia cometer um assassínio, estaria predestinado a isso. Sabei, então, que não há ninguém predestinado ao crime e que todo crime, como todo e qualquer ato, é sempre o resultado da vontade e do arbítrio. De resto, sempre confundis duas coisas bastante distintas: os acontecimentos materiais da existência e os atos da vida moral. Se há fatalidade, às vezes, é apenas no tocante aos acontecimentos materiais, cuja causa está fora de vós e que são independentes da vossa vontade. Quanto aos atos da vida moral, emanam sempre do próprio homem, que tem sempre, por consequinte, a liberdade de escolha: para estes atos não existe jamais a fatalidade.

15 - HÁ PESSOAS QUE NUNCA CONSEGUEM ÊXITO NA VIDA E QUE UM MAU GÊNIO PARECE PERSEGUIR EM TODOS OS SEUS EMPREENDIMENTOS. NÃO É ISSO QUE PODEMOS CHAMAR FATALIDADE?

RESP.: Pode ser fatalidade, se assim o quiserdes, mas decorrente da escolha do gênero de existência, porque essas pessoas quiseram ser experimentadas por uma vida de decepções, a fim de exercitarem a sua paciência e a sua resignação. Não creias, entretanto, que seja isso o que fatalmente acontece; muitas vezes é apenas o resultado de haverem elas tomado um caminho errado, que não está de acordo com a sua inteligência e as suas aptidões. Aquele que quer atravessar um rio a nado, sem saber nadar, tem grande probabilidade de morrer afogado. Assim acontece na maioria das ocorrências da vida. Se o homem não empreendesse mais que aquilo que está de acordo com as suas faculdades, triunfaria quase sempre; o que o perde é o seu amor-próprio e a sua ambição, que o desviam do caminho para tomar por vocação o simples desejo de satisfacer o erro prefere acusar a sua estrela. Há o que teria sido um bom operário, ganhando honradamente a vida, mas se fez mau poeta e morre de fome. Haveria lugar para todos, se cada um soubesse ocupar o seu lugar.

16 - OS COSTUMES SOCIAIS NÃO OBRIGAM MUITAS VEZES O HOMEM A SEGUIR UM CAMINHO ERRADO? E NÃO ESTÁ ELE SUBMETIDO À INFLUÊNCIA DAS OPINIÕES NA ESCOLHA DE SUAS OCUPAÇÕES? ISSO A QUE CHAMAMOS RESPEITO HUMANO NÃO É UM OBSTÁCULO AO EXERCÍCIO DO LIVRE-ARBÍTRIO?

RESP.: São os homens que fazem os costumes sociais e não Deus; se a eles se submetem, é que lhes convém. Isso também é um ato de livre-arbítrio, pois se quisessem poderiam rejeitá-los. Então, por que se lamentam? Não são os costumes sociais que eles devem acusar, mas o seu tolo amor-próprio, que os leva a preferir morrer de fome a infringí-los. Ninguém lhes toma conta desse sacrifício à opinião geral, enquanto Deus lhes pedirá conta do sacrifício feito à própria vontade. Isso não quer dizer que se deve afrontar a opinião sem necessidade, como certas pessoas que têm mais de originalidade do que de verdadeira filosofia. Tanto é desarrazoado exibir-se como um animal curioso, quanto é sensato descer voluntariamente e sem reclamações, se não se pode permanecer no alto da escala.

17 - SE HÁ PESSOAS PARA AS QUAIS A SORTE É CONTRÁRIA, OUTRAS PARECEM FAVORECIDAS POR ELA, POIS TUDO LHES SAI BEM; A QUE SE DEVE ISSO?

RESP.: Em geral, porque sabem orientar-se melhor. Mas isso pode ser, também um gênero de prova: o sucesso as embriaga, elas se fiam no seu destino e frequentemente vão pagar mais tarde esse sucesso com reveses cruéis, que poderiam ter evitado com um pouco de prudência.

18 - COMO EXPLICAR A SORTE QUE FAVORECE CERTAS PESSOAS EM CIRCUNSTÂNCIAS QUE NÃO DEPENDEM DA VONTADE NEM DA INTELIGÊNCIA, COMO NO JOGO, POR EXEMPLO?

RESP.: Certos Espíritos escolheram antecipadamente determinadas espécies de prazer, e a sorte que os favorece é uma tentação. Aquele que ganha como homem, perde como Espírito; é uma prova para o seu orgulho e a sua cupidez.

19 - ENTÃO, A FATALIDADE QUE PARECE PRESIDIR OS DESTINOS DO HOMEM NA VIDA MATERIAL SERIA TAMBÉM RESULTADO DO NOSSO LIVRE-ARBÍTRIO?

RESP.: Tu mesmo escolheste a tua prova; quanto mais rude ela for, se melhor a suportas, mais te elevas. Os que passam a vida na abundância e no bem-estar são Espíritos covardes, que permanecem estacionários. Assim, o número de infortunados ultrapassa de muito o dos felizes do mundo, visto que os Espíritos procuram, na sua maioria, as provas que lhes sejam mais frutuosas. Eles vêem muito bem a futilidade das vossas grandezas e dos vossos prazeres. Aliás, a vida mais feliz é sempre agitada, sempre perturbada; não é somente a dor que produz contrariedades.

20 - DE ONDE PROCEDE A EXPRESSÃO: NASCIDO SOB UMA BOA ESTRELA?

RESP.: Velha superstição, segundo a qual as estrelas estariam ligadas ao destino de cada homem; alegoria que certas pessoas fazem a tolice de tomar ao pé da letra.

21 - O "ACASO" DEVE ENTRAR NAS COGITAÇÕES DA VIDA DE UM ESPIRITISTA CRISTÃO?

RESP.: O acaso, propriamente considerado, não pode entrar nas cogitações do sincero discípulo da verdade evangélica. No capítulo do trabalho e do sofrimento, a sua alma esclarecida conhece a necessidade da própria redenção, com vistas ao passado delituoso e, no que se refere aos desvios e erros do presente, melhor que ninguém a sua consciência deve saber da intervenção indébita levada a efeito sobre a lei de amor, estabelecida por Deus, cumprindo-lhe aguardar, conscientemente, sem qualquer noção de acaso, os resgates e reparações dolorosas do futuro.

22 - QUAL A ATITUDE MENTAL QUE MAIS FAVORECERÁ O NOSSO ÊXITO ESPIRITUAL NOS TRABALHOS DO MUNDO?

RESP.: Essa atitude deve ser a que voz é ensinada pela lei divina, na reencarnação em que vos encontrais, isto é, a do esquecimento de todo o mal, para recordar apenas o bem e a sagrada oportunidade de trabalho, e edificação, no patrimônio eterno do tempo. Esquecer o mal é aniquilá-lo, e perdoar a quem o pratica é ensinar o amor, conquistando afeições sinceras e preciosas. Daí a necessidade do perdão, no mundo, para que o incêndio do mal possa ser exterminado, devolvendo-se a paz legítima aos corações.

23 - Os construtores do navio Titanic apregoavam: "Nem Deus afundará nosso navio". Deus castigou?

RESP.: O despótico Jeová da tradição mosaica, que se vinga até a quarta geração daqueles que o aborrecem, como está no texto bíblico, é mera fantasia. Somente um Deus antropomórfico, a refletir as fraquezas humanas, promoveria aquela tragédia para castigar alguns presunçosos.

24 - Se não foi Deus, quem afundou o grande navio?

RESP.: Em primeiro lugar, a desonestidade. Recentes pesquisas revelam que o aço empregado na construção daquele gigante dos mares era quebradiço e poroso, de qualidade inferior. Jamais poderia ser usado em embarcação de tal porte. Deu mais lucro para os construtores, mas irreparável prejuízo de vidas humanas, vitimando mil, quinhentas e treze pessoas.

25 - E o que mais?

RESP.: A imprudência e a incompetência. Havia a intenção de bater o recorde de tempo na travessia do Atlântico. O navio seguia a pleno vapor, uma temeridade num mar gelado, minado de icebergs. Por outro lado, a desastrada manobra do timoneiro que jogou seu frágil costado no gigante de gelo.

26 - Não poderíamos debitar a tragédia à fatalidade?

RESP.: A morte é uma fatalidade - todos morreremos! Mas não há um dia certo para morrer. Depende das contingências geradas pelas ações humanas. Tragédias como a do Titanic seriam evitadas se os homens agissem sempre orientados pela prudência, à distância das ambições e paixões que costumam inspirá-los.

27 - As pessoas que morreram no naufrágio do Titanic não estavam pagando dívidas?

RESP.: Se alguém, pela sua índole e pelos crimes que cometeu, é remetido a uma prisão destinada a condenados de alta periculosidade, poderá ser assassinado, seviciado, agredido, sem que isso faça parte de sua pena. O egoísmo,
motivação maior do espírito humano, nos sujeita a residir num planeta de provas e expiações, onde muitos males podem nos atingir, sem que, necessariamente, façam parte de nosso destino. Nós os merecemos, pelo simples fato de estarmos aqui.

28 - Então aquelas mortes não estavam "escritas", conforme o maktub da tradição oriental?

RESP.: Sabe-se que a grande maioria dos que morreram estavam na terceira classe, destinada aos passageiros de baixa renda. Não havia barcos salva-vidas para eles. Só o mais retrógrado e fantasioso preconceito poderá imaginar que entre os pobres estaria a quantidade maior de pecadores, cumprindo suposto carma. Foi a odiosa discriminação que os vitimou. Deus nos dá o dom de viver. As condições de vida e as contingências da morte, nós as fazemos.

29 - E como fica a idéia de que "não cai folha de uma árvore sem que seja pela vontade de Deus!", conforme ensina Jesus?

RESP.: É preciso entender essa vontade como consentimento. Não posso imaginar assassinatos e estupros, genocídios e atrocidades cometidos pela vontade de Deus. O Senhor da Vida consente, permitindo-nos exercitar o livre-arbítrio, mas responderemos por nossas ações, sempre que levarem prejuízo ao semelhante.

30 - Isso significa que no futuro, numa Humanidade disciplinada e moralizada, tragédias como a do Titanic não acontecerão?

RESP.: Certamente. Observemos que nos últimos anos houve redução no número de mortes nas estradas brasileiras. Haverá menos problemas cármicos hoje? Negativo! Esse resultado é fruto do novo código de trânsito. Mais rigoroso, impõe multas pesadas e sanções severas aos infratores, disciplinando o comportamento dos motoristas.