PORTA ESTREITA
BIBLIOGRAFIA
01 - Bíblia - Lucas, 13 v 22 02 - Boa Nova - pág. 133/140
03 - Caminho verdade e vida - pág. 187/371 04 - Catecismo Espírita - pág. 107 51ª.lição
05 - Ceifa de Luz - pág. 57 06 - De Francisco de Assis para você - pág. 156
07 - Florações Evangélicas - pág. 29/83 08 - Nas pegadas do Mestre - pág. 177
09 - O Espírito da Verdade - pág. 42 10 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - cap. XVIII
11 - O Livro dos Espíritos - Questão 455 12 - O Sermão da Montanha - pág. 194
13 - Os funerais da Santa Sé - pág. 42 14 - Os 4 Evangelhos - v. 2 pág. 61
15 - Parábolas e Ensinos de Jesus - pág. 154 16 - Pérolas do Além - pág. 193
17 - Renúncia - cap. I perg. 21 18 - Segue-me - pág. 129
19 - Síntese de o Novo Testamento - pág. 68 20 - Vinhas de Luz - pág. 51

LEMBRETE: O NÚMERO DA PÁGINA PODE VARIAR DE ACORDO COM A EDIÇÃO DA OBRA CITADA.

PORTA ESTREITA - COMPILAÇÃO


05 – CEIFA DE LUZ – FRANCISCO C. XAVIER (EMMANUEL), cap. 12, pág. 58/59

(...) a senda estreita a que se refere Jesus é a fidelidade que nos cabe manter limpa e constante, no culto às obrigações assumidas diante do Bem Eterno.
(...) a “porta estreita” é sempre o amor intraduzível e incomensurável de Deus.

Porta larga: (...) é a paixão desregrada do “eu”.

09 – O ESPÍRITO DA VERDADE – FRANCISCO C. XAVIER, cap. 14, pág. 42

A porta estreita revela o acerto espiritual que nos permite marchar na senda evolutiva, com o justo aproveitamento das horas.
Porta estreita – saída do erro -, entrada na renovação...

A Porta Larga expressa-nos o desequilíbrio interior, com que somos forçados à dor da reparação, com lastimáveis perdas de tempo.
Porta Larga – entrada na ilusão -, saída pelo reajuste...

10 – O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – ALLAN KARDEC, pág. 231

A porta estreita.
3. Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ela. Que estreita é a porta, e que apertado o caminho que leva para a vida, e que poucos são os que acertam com ela ! (Mateus, VII: 13-14).

4. E perguntou-lhe alguém: Senhor, são poucos, então, os que se salvam? E ele lhe disse: -Porfiai por entrar pela porta estreita, porque vos digo que muitos procurarão entrar e não o poderão. E quando o pai de família tiver entrado, e fechado a porta, vós estareis de fora, e começareis a bater à porta, dizendo –Abre-nos Senhor! E ele vos responderá, dizendo: -Não sei de onde sois. Então começareis a dizer: -Nós somos aqueles que, em tua presença, comemos e bebemos, e a quem ensinaste nas nossas praças. E ele vos responderá: Não sei de onde sois; apartai-vos de mim, todos os que obrais a iniqüidade,.

Ali será o choro e o ranger de dentes, quando virdes que Abraão, Isaac e Jacó, e todos os profetas, estão no Reino de Deus, e que vós ficais fora dele, excluídos. E virão do Oriente e do Ocidente, e do Setentrião e do Meio-Dia, muitos se assentarão à mesa do Reino de Deus. E então os que são os últimos serão os primeiros, e os que são os primeiros serão os últimos (Lucas, XIII: 23-30).

5. A porta da perdição (A Porta Larga) é larga, porque as más paixões são numerosas e o caminho do mal é o mais freqüentado. A da salvação é estreita, porque o homem que deseja transpô-la deve fazer grandes esforços para vencer as suas más tendências, e poucos se resignam a isso. Completa-se a máxima: São muitos os chamados e poucos os escolhidos.

Esse é o estado atual da Humanidade terrena, porque, sendo a Terra um mundo de expiações, nela predomina o mal. Quando estiver transformada, o caminho do bem será o mais freqüentado. Devemos entender essas palavras, portanto, em sentido relativo e não absoluto. Se esse tivesse de ser o estado normal da Humanidade, Deus teria voluntariamente condenado à perdição a imensa maioria das crianças, suposição inadmissível, desde que se reconheça que Deus é todo justiça e todo bondade.

Mas quais as faltas de que esta Humanidade seria culpada, para merecer uma sorte tão triste, no presente e no futuro, se toda ela estivesse na Terra e a alma não tivesse outras existências? Por que tantos escolhos semeados no seu caminho? Por que essa porta tão estreita, que apenas a um pequeno número é dado transpor, se a sorte da alma está definitivamente fixada, após a morte?

É assim que, com a unicidade da existência, estamos incessantemente em contradição com nós mesmos e com a justiça de Deus. Com a anterioridade da alma e a pluralidade dos mundos, o horizonte se alarga, iluminam-se os pontos mais obscuros da fé, o presente e o futuro se mostram solidários com o passado, e somente assim podemos compreender toda a profundidade, toda a verdade e toda a sabedoria das máximas do Cristo.

14 – OS QUATRO EVANGELHOS – J.B. ROUSTAING, v. 2 , pág. 61

A porta estreita e o caminho difícil indicam os esforços que o Espírito encarnado tem de empregar e as penas que tem de suportar para chegar à vida eterna, isto é, para se despojar de seus vícios, para marchar pela estrada do bem, fazendo nascer no seu íntimo os sentimentos opostos aos vícios de que se for libertando.

A porta larga e o caminho espaçoso, que conduzem à perdição e pela qual entram em tão grande número os homens, são o orgulho, o egoísmo, a ambição, com todos os seus derivados, a avareza, a cupidez, a inveja, a luxúria, a intemperança, a cólera, a preguiça, o materialismo, a incredulidade, a intolerância, o fanatismo, a predominância da matéria sobre o Espírito, ou mesmo a sujeição do Espírito à matéria e, de modo geral, a maldade, pela palavra ou pelos atos, sob todas as formas e em todas as gradações.

16 - Pérolas do Além - Emmanuel - pág. 193

PORTA DIVINA
A Porta Divina não se abre a espíritos que se não divinizaram pelo trabalho incessante de cooperação com o Pai Altíssimo. E o solo do planeta, a que vos prendeis provisoriamente, representa o abençoado círculo de colaboração que o Senhor vos confia. Recolhei o orvalho celeste no escrínio do coração sedento de paz; contemplai as estrelas que nos acenam de longe, como sublimes ápices da Divindade; todavia, não olvides o campo de lutas presentes. André Luiz

19 – SÍNTESE DE O NOVO TESTAMENTO – MÍNIMUS, pág. 68

A porta estreita (Mat., 7:13 e 14; Luc. 13:23 a 29).
“Entrai pela porta estreita, pois que larga é a porta, e espaçoso o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ela; porque estreita é a porta e apertado o caminho que conduz à vida, e poucos os que acertam com ele”.
Um homem lhe perguntou: Senhor, são poucos os que se salvam? Ao que ele respondeu: -“Esforçai-vos por entrar pela porta estreita; porquanto eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão”.

20 - Vinhas de Luz - Emmanuel - pág. 51

20. PORTA ESTREITA
"Porfiai por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão-" — Jesus. (LUCAS, 13:24.)
Antes da reencarnação necessária ao progresso, a alma estima na "porta estreita" a sua oportunidade gloriosa nos círculos carnais.
Reconhece a necessidade do sofrimento purificador. Anseia pelo sacrifício que redime. Exalta o obstáculo que ensina. Compreende a dificuldade que enriquece a mente e não pede outra coisa que não seja a lição, nem espera senão a luz do entendimento que a elevará nos caminhos infinitos da vida.

Obtém o vaso frágil de carne, em que se mergulha para o serviço de retificação e aperfeiçoamento. Reconquistando, porém, a oportunidade da existência terrestre, volta a procurar as "portas largas" por onde transitam as multidões. Fugindo à dificuldade, empenha-se pelo menor esforço.

Temendo o sacrifício, exige a vantagem pessoal. Longe de servir aos semelhantes, reclama os serviços dos outros para si. E, no sono doentio do passado, atravessa os campos de evolução, sem algo realizar de útil, menosprezando os compromissos assumidos.

Em geral, quase todos os homens somente acordam quando a enfermidade lhes requisita o corpo às transformações da morte. "Ah! se fosse possível voltar!..." — pensam todos.

Com que aflição acariciam o desejo de tornar a viver no mundo, a fim de aprenderem a humildade, a paciência e a fé!... com que transporte de júbilo se devotariam então à felicidade dos outros!...

Mas... é tarde. Rogaram a "porta estreita" e receberam-na, entretanto, recuaram no instante do serviço justo. E porque se acomodaram muito bem nas "portas largas", volvem a integrar as fileiras ansiosas daqueles que procuram entrar, de novo, e não conseguem.