CARMA
BIBLIOGRAFIA
01- A constituição divina - pág. 66 02 - A loucura sob novo prisma - pág. 161
03 - A prece segundo o Evangelho - pág. 36 04 - Ação e Reação - pág. 87, 126, 229
05 - Ciência e Espiritismo - pág. 43, 68, 111 06 - Curso Din. de Espiritismo - pág. 123
07 - Da alma humana - pág. 37 08 - Dinâmica Psi - pág. 138
09 - Doenças da alma - pág. 77 10 - Dramas da obsessão - pág. 180, 204
11 - Ide e pregai - pág. 19 12 - Lastro espiritual nos fatos científicos - pág. 50, 140
13 - O Consolador - pág. 67 14 - O exilado - pág. 137
15 - O que é a morte? - pág. 179

16 - Parábolas e Ensinos de Jesus - pág. 332

17 - Passes e curas espirituais - pág. 72 18 - Pérolas do além - pág. 43
19 - Psiquismo: fonte da vida - pág. 139 20 - Resumo da doutrina espírita - pág. 178
21 - Técnica da mediunidade - pág. 135 22 - Universo e vida - pág. 99

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CARMA – COMPILAÇÃO

04 - Ação e Reação - André Luiz - pág. 87, 126, 229

7 - Conversação preciosa
Facilitando-nos a tarefa, Druso apresentou-nos, mais intimamente, ao Ministro Sânzio, informando que estudávamos, em alguns problemas da Mansão, as leis de causalidade. Anelando penetrar mais amplas esferas de conhecimento, acerca do destino, indagávamos sobre a dor...O grande mensageiro como que abdicou por momentos a elevada posição hierárquica que lhe quadrava à personalidade distinta, e, tanto pelo olhar quanto pela inflexão da voz, parecia agora mais particularmente associado a nós, mostrando-se mais à vontade.— A dor, sim, a dor... — murmurou, compadeci­do, como se perscrutasse transcendente questão nos escaninhos da própria alma.

E fitando-nos, a Hilário e a mim, com inesperada ternura acentuou, quase doce:— Estudo-a, igualmente, filhos meus. Sou funcionário humilde dos abismos. Trago comigo a penúria e a desolação de muitos. Conheço irmãos nossos, portadores do estigma de padecimentos atrozes, que se encontram animalizados, há séculos, nos despenhadeiros infernais; entretanto, cruzando as trevas densas, embora o enigma da dor me dilacere o coração, nunca surpreendi criatura alguma esquecida pela Divina Bondade. Registrando-lhe a palavra amorosa e sábia, inexprimível sentimento me invadiu a alma toda.

Até ali, não obstante ligeiramente, convivera com numerosos Instrutores. De muitos deles conseguira ensinamentos e observações magistrais, mas nenhum, até então, me trouxera ao espírito aquele amálgama de enlevo e carinho, admiração e respeito que me assomava ao sentimento. Enquanto Sânzio falava, generoso, cintilações roxo-prateadas nimbavam-lhe a cabeça, mas não era a sua dignidade exterior que me fascinava. Era o caricioso magnetismo que ele sabia exteriorizar. Tinha a impressão de achar-me à frente de meu pai ou de minha própria mãe, ao lado de quem me cabia dobrar os joelhos. Sem que me fosse possível governar a comoção, lá­grimas ardentes rolavam-me pela face.

Não pude saber se Hilário estava preso ao mesmo estado dalma, porque, diante de mim, passei a ver Sânzio somente, dominado por sua grandeza humilde. De onde vinha, Senhor — perguntava sem palavras nos refolhos do coração —, aquele vulto tão ilustre, mas, apesar disso, tão simples dalma? onde conhecera eu aqueles olhos belos e límpidos? em que lugar lhe recebera, um dia, o orvalho de amor divino, assim como o verme na caverna sente a bênção do calor do Sol? O Ministro percebeu-me a emotividade, como o professor assinala a perturbação do aprendiz, e, qual se quisesse advertir-me sobre o aproveitamento das horas, avançou para mini e observou carinhosamente:— Pergunte, meu filho, sobre questões não pessoais, e responderei quanto puder. Percebi-lhe a nobre intenção e busquei dominar-me.

— Grande benfeitor — exclamei, comovido, buscando olvidar os meus próprios sentimentos —, poderemos ouvi-lo, de algum modo, acerca do «carma»? Sânzio retomou a posição que lhe era habitual, junto ao espelho cristalino, e obtemperou: — Sim, o «carma», expressão vulgarizada entre os hindus, que em sânscrito quer dizer «ação», a rigor, designa «causa e efeito», de vez que toda ação ou movimento deriva de causa ou impulsos anteriores. Para nós expressará a conta de cada um, englobando os créditos e os débitos que, em particular, nos digam respeito. Por isso mesmo, há conta dessa natureza, não apenas cata­logando e definindo individualidades, mas também povos e raças, estados e instituições.

O Ministro fez uma pausa, como quem dava a perceber que o assunto era complexo, e continuou:— Para melhor entender o «carma» ou «conta do destino criada por nós mesmos», convém lembrar que o Governo da Vida possui igualmente o seu sistema de contabilidade, a se lhe expressar no mecanismo de justiça inalienável. Se no círculo das atividades terrenas qualquer organização precisa estabelecer um regime de contas para basear as tarefas que lhe falem à responsabilidade, a Casa de Deus, que é todo o Universo, não viveria igualmente sem ordem. A Administração Divina, por isso mesmo, dispõe de sábios departamentos para relacionar, conservar, comandar e engrandecer a Vida Cósmica, tudo pautando sob a magnanimidade do mais amplo amor e da mais criteriosa justiça.

Nas sublimadas regiões celestes de cada orbe entregue à inteligência e à razão, ao trabalho e ao progresso dos filhos de Deus, fulguram os gênios angélicos, encarregados do rendimento e da beleza, do aprimoramento e da ascensão da Obra Excelsa, com ministérios apropriados à concessão de empréstimos e moratórias, créditos especiais e recursos extraordinários a todos os Espíritos encarnados ou desencarnados, que os mereçam, em função dos serviços referentes ao Bem Eterno; e, nas regiões atormentadas como esta, varridas por ciclones de dor rege­nerativa, temos os poderes competentes para promover a cobrança e a fiscalização, o reajustamento e a recuperação de quantos se fazem devedores complicados ante a Divina Justiça, poderes que têm a função de purificar os caminhos evolutivos e circunscrever as manifestações do mal. As religiões na Terra, por esse motivo, procederam acertadamente, localizando o Céu nas esferas superiores e situando o Inferno nas zonas inferiores, porquanto, nas primeiras, encontramos a crescente glorificação do Universo e, nas segundas, a purgação e a regeneração indispensáveis à vida, para que a vida se acrisole e se eleve ao fulgor dos cimos.

Ante o intervalo espontâneo e reparando que o Mi­nistro se propunha a manter contacto conosco, através da conversação, aduzi, com interesse:— Comove saber que sendo a Providência Divina a Magnanimidade Perfeita, sem limites gerando tesouros de amor para distribuí-los com abundância, em favor de todas as criaturas, é também a Equidade Vigilante, na direção e na aplicação dos bens universais.— Efetivamente, não poderia ser de outro modo — ajuntou Sânzio, bondoso. — Em assuntos da lei de causa e efeito, é imperioso não olvidar que todos os valores da vida, desde as mais remotas constelações à mais mínima partícula subatômica, pertencem a Deus, cujos inabordáveis desígnios podem alterar e renovar, anular ou reconstruir tudo o que está feito. Assim, pois, somos simples usufrutuários da Natureza que consubstancia os tesouros do Senhor, com responsabilidade em todos os nossos atos, desde que já possuamos algum discernimento.

O Espírito, seja onde for, encarnado ou desencarnado, na Terra ou noutros mundos, gasta, em verdade, o que lhe não pertence, recebendo por empréstimos do Eterno Pai os recursos de que se vale para efetuar a própria sublimação no conhecimento e na virtude. Patrimônios materiais e riquezas da inteligência, processos e veículos de manifestação, tempo e forma, afeições e rótulos honoríficos de qualquer procedência são de propriedade do Todo-Misericordioso, que no-los concede a título precário, a fim de que venhamos a utilizá-los no aprimoramento de nós mesmos, marchando nas largas linhas da experiência, de modo a entrarmos na posse definitiva dos valores eternos, sintetizados no Amor e na Sabedoria com que, em futuro remoto, Lhe retrataremos a Glória Soberana. Desde o elétron aos gigantes astronómicos da Tela Cósmica, tudo constitui reservas das energias de Deus, que usamos, em nosso proveito, por permissão dEle, de sorte a promovermos, com firmeza, nossa própria elevação a Sua Majestade Sublime.

Dessa maneira, é fácil perceber que, após conquistarmos a coroa da razão, de tudo se nos pedirá contas no momento oportuno, mesmo porque não há progresso sem justiça na aferição de valores. Lembrei-me instintivamente da nossa errada conceituação de vida na Terra, quando nos achamos sempre dispostos a senhorear indebitamente os recursos do estágio humano, em terras e casas, títulos e favores, prerrogativas e afetos, arrastando, por toda a parte, as algemas do mais gritante egoísmo...Sânzio registrou-me os pensamentos, porque acen­tuou com paternal sorriso, apés ligeira pausa:

— Realmente, no mundo o homem inteligente deve estar farto de saber que todo conceito de propriedade exclusiva não passa de simples suposição. Por empréstimo, sim, todos os valores da existência lhe são adjudicados pela Providência Divina, por determinado tempo, de vez que a morte funciona como juiz inexorável, transferindo os bens de certas mãos para outras e marcando com inequívoca exatidão o proveito que cada Espírito extrai das vantagens e concessões que lhe foram entregues pelos Agentes da Infinita Bondade. Aí, vemos os princípios de causa e efeito, em toda a força de sua manifestação, porque, no uso ou no abuso das reservas da vida que representam a eterna Propriedade de Deus, cada alma cria na própria consciência os créditos e os débitos que lhe atrairão inelutavelmente as alegrias e as dores, as facilidades e os obstáculos do caminho. (...)

22 - Universo e vida - Hernani T. Santana - pág. 99

18. FLUIDO MAGNÉTICO
No processo da encarnação, ou reencarnação, a mente espiritual, envolta no seu soma perispirítico reduzido, e, miniaturizado, atrai magneticamente as substâncias celulares do ovo materno, ao qual se ajusta desde a sua formação, revestindo-se com ele para, de imediato, começar a imprimir-lhe as suas próprias características individuais, que vão sendo absorvidas pelo novo organismo carnal, à medida que este se desenvolve e se desdobra segundo as leis genésicas naturais. Intimamente ligada, desse modo, a cada célula física, que se forma segundo o molde da célula perispiritual preexistente a que se acopla, a mente espiritual assume, de maneira mais ou menos consciente, em cada caso, mas sempre rigorosamente efetiva, o comando da nova personalidade humana, que assim se constitui de Espírito, perispírito e corpo material.

Importa aqui considerar que as características modulares que a mente imprime às células físicas que se formam são por ela transmitidas e fixadas através de uma força determinada, que é a energia mental, veiculada pelas ondas eletromagnéticas do pensamento. Quando o molde perispirítico preexiste exteriorizado, as vibrações mentais, atingindo-o em primeiro lugar, encontram maiores recursos para a ele ajustarem as novas células físicas. Noutros casos, as vibrações mentais, atuando sobre moldes perispiríticos amorfoidizados por ovoidização, valem-se do processo fisiológico natural de desenvolvimento genético para reconstituir a tessitura da organização perispiritual, ao mesmo tempo que imprimem às novas células deste, e às do soma físico, as características de sua individualidade.

Assim, as ondas eletromagnéticas do pensamento, carregadas das ídeo-emoções do Espírito, constituem o que se denomina fluido magnético, que é plasma fluídico vivo, de elevado poder de ação. Daí em diante, e pela vida toda, refletem-se na mente espiritual todos os fenômenos da experiência humana do ser, cuja quimios-síntese final nela também se realiza. Justo é que nela se refutam e se imprimam tais resultados, por ser ela mesmo quem comanda o ser, ou, melhor dizendo, por ser ela o próprio ser, que do mais se vale como de instrumentos indispensáveis à sua ação e manifestação, porém não mais do que instrumentos. É das vibrações da mente espiritual que dependem a harmonia ou a desarmonia orgânicas da personalidade e, portanto, a saúde ou a doença do perispírito e do corpo material.

De acordo com o princípio da repercussão, as células corporais respondem automaticamente às induções hipnóticas espontâneas que lhes são desfechadas pela mente, revigorando-se com elas ou sofrendo-lhes a agressão. Raios mentais desagregadores, de culpabilidade ou remorso, formam zonas mórbidas no cosmo orgânico, impondo distonia às células, que adoecem, provocando a eclosão de males que podem ir desde a toxiquemia até o câncer. Tanto ou mais do que os prejuízos causados pelos excessos e acidentes físicos, muitas vezes de caráter transitório, as ondas mentais tumultuarias, se insistentemente repetidas, podem provocar lesões de longo curso, a repercutirem, no tempo, até por váriasreencarnações recuperadoras.

Além disso, na recapitulação natural e inderrogável das experiências do Espírito, quando se trata de ônus cármicos em aberto, eclodem, com frequência, em determinadas faixas de idade, e em certas circunstâncias engendradas pelos mecanismos da expiação, forças desarmônicas que afligem a mente, desafiando-lhe a capacidade de autocontrole e auto-superação, sob pena de engolfar-se ela em caos de intensidade e duração imprevisíveis.

Não podemos, tampouco, esquecer os problemas de sintonia, decorrentes da lei universal das afinidades, que obriga os semelhantes a conviverem uns com os outros e a se influenciarem mutuamente. Como a onda mental opera em regime de circuito, incorpora inelutavelmente todos os princípios ativos que absorve, sejam de que natureza forem. Assim, tanto acontecem, entre as almas, maravilhosas fecundações de ideais e sentimentos nobres, como terríveis contágios mentais, algumas vezes até de natureza epidêmica, responsáveis por graves manifestações da patologia mento-física.

Tudo depende, por conseguinte, do modo como cada Espírito se conduz, no uso do fluido magnético que maneja. Com ele, pode-se ferir e prejudicar os outros, criar distúrbios e zonas de necrose, soezes encantamentos e fascinações escravizantes. Mas pode também manipular medicações balsâmicas, produzir prodígios de amor fecundo e estabelecer, através da prece e do trabalho benemerente, uma sublime ligação com o Céu.

23 - CARMA

CARMA
- O «carma», expressão vulgarizada entre os hindus, que em sânscrito quer dizer «ação», a rigor, designa «causa e efeito», de vez que toda ação ou movimento deriva de causa ou impulsos anteriores. Para nós expressará a conta de cada um, englobando os créditos e os débitos que, em particular, nos digam respeito. Por isso mesmo, há conta dessa natureza, não apenas catalogando e definindo individualidades, mas também povos e raças, estados e instituições.
Para melhor entender o “carma” ou «conta do destino criada por nós mesmos», convém lembrar que o Governo da Vida possui igualmente o seu sistema de contabilidade, a se lhe expressar no mecanismo de justiça inalienável. Se no circulo das atividades terrenas qualquer organização precisa estabelecer um regime de contas para basear as tarefas que lhe falem à responsabilidade, a Casa de Deus, que é todo o Universo, não viveria igualmente sem ordem. A administração Divina, por isso mesmo, dispõe de sábios departamentos para relacionar, conservar, comandar e engrandecer a Vida Cósmica, tudo pautando sob a magnanimidade do mais amplo amor e da mais criteriosa justiça. Nas sublimadas regiões
celestes de cada orbe entregue à inteligência e à razão, ao trabalho e ao progresso dos filhos de Deus, fulguram os gênios angélicos, encarregados do rendimento e da beleza, do aprimoramento e da ascensão da Obra Excelsa, com ministérios apropriados à concessão de empréstimos e moratórias créditos especiais e recursos extraordinários a todos os Espíritos
encarnados ou desencarnados, que os mereçam, em função dos serviços referentes ao Bem Eterno e, nas regiões atormentadas como esta, varridas por ciclones de dor regenerativa, temos os poderes competentes para promover a cobrança e a fiscalização, o reajustamento e a recuperação de quantos se fazem devedores complicados ante a Divina Justiça, poderes que têm a função de purificar os caminhos evolutivos e circunscrever as manifestações do mal.
As religiões na Terra, por esse motivo, procederam acertadamente, localizando o Céu nas esferas superiores e situando o Inferno nas zonas inferiores, porquanto, nas primeiras, encontramos a crescente glorificação do Universo e, nas segundas, a purgação e a regeneração indispensáveis à vida, para que a vida se acrisole e se eleve ao fulgor dos cimos. (Ministro Sânzio, Ação e Reação, cap. 7, André Luiz)

LEMBRETE:
1° - CARMA: Carma, expressão vulgarizada entre os hindus, que em sâncritos quer dizer "ação", a rigor "causa e efeito", de vez que toda ação ou movimento deriva de causa e sentimentos, atos e aspirações- que vão do subconsciente ao superconsciente do psiquismo humano, procurando equilibrar duma forma oportuna, justa e sábia o débito ou crédito de cada alma perante o cumprimento ou não cumprimento das leis divinas, imutáveis e eternas, inscritas na consciência humana. André Luiz

2° - No ponto de vista cármico, cada vida planetária contém, em última análise, o fruto das vidas passadas, cristalização dos nossos atos e pensamentos, dos nossos desejos e aspirações, bons e maus e o embrião de vidas futuras na lógica sequência e encadeamento de causas e efeitos, dinamizados dentro do psiquismo de cada alma. O passado determina o presente, como o presente determina o futuro dentro do princípio da causalidade cármica. Não existem pois, favoritismo, predestinações ou arbítrios divinos. Para cada vida, quer no plano terrestre, que nos Mundos Intermediários (astral) e espirituais, o homem é o árbitro do seu destino,subordinando ao determinismo cósmico, essencialmente complacente e progressivo, transcendendo o espaço e o tempo. Antônio Freire

3° - O Carma, que exprime fielmente a Lei de Causa e Efeito, porque é ela mesma, é a cruz que todos carregamos no dia-a-dia da vida terrena e espiritual. Irá ficando mais leve à medida que formos reduzindo a parte negativa da nossa personalidade moral e aumentando à proporção que a nossa imprevidência, preguiça, displicência ou invigilância se for multiplicando sem que nos apercebamos do mal que a nós mesmos fazemos. Indalício Mendes

4° - Os livros doutrinários espíritas, quer os clássicos, quer as contribuições mediúnicas, apreciam de forma edificante essa atraente questão, destacando os infortúnios atraídos pelas ações do presente, para a nossa vida, daqueles provenientes de existências anteriores como herança de um passado criminoso, a constituir o chamado CARMA inevitável. Yvonne A. Pereira

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