CRIOGENIA
BIBLIOGRAFIA
01- CONVERSANDO SOBRE A MORTE, pag 49 02 - CRÔNICAS DE UM E DE OUTRO, pag. 74
03 - TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL, pag. 132 04 -

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CRIOGENIA – COMPILAÇÃO

01 - CRIOGENIA

A palavra criogenia é derivada do grego kryos, isto é, frio, aliás, muito frio, porque a criogenia é um ramo da Físico-Química que estuda tecnologias para a produção de temperaturas muito baixas (abaixo de -150°C). Mas vamos ao que interessa: o que é criogenia humana? É a técnica de manter cadáveres congelados anos a fio para ressuscitá-los um dia, quando a medicina tiver encontrado a cura para as doenças que matam, entre elas o câncer e tantas outras, ou seja, daqui a alguns séculos. É bem verdade que isso já acontece com certos embriões, isto é, óvulos fecundados podem ficar congelados com boas chances de sobreviver a um descongelamento. Dados estatísticos demonstram que 50% deles conseguem vingar, dando origem a um bebê. Será que isso vai dar certo com seres humanos? Bem... isso é o que veremos no correr destas linhas.

Na década de 50, o cientista inglês Audrey Smith conseguiu reviver alguns hamsters que tiveram os cérebros e corpos congelados. Na década de 60, foi a vez de Isamu Suda, pesquisador do Departamento de Fisiologia da Universidade de Kobe, no Japão, que congelou cérebros de gatos a baixíssimas temperaturas, deixando-os guardados por meses. Depois, eles foram reanimados até ao ponto em que as ondas cerebrais espontaneamente voltaram a funcionar. Também babuínos e cães já foram levados a temperaturas próximas ao congelamento e conseguiram ser reanimados com sucesso, entre eles o cão beagle Miles, do cientista americano Paul Segall. O cão ficou 15 minutos inanimado e se recuperou. Em compensação, nenhum animal voltou à vida depois de congelado à temperatura do nitrogênio líquido, isto é, 160 graus negativos.

A primeira pessoa a ser congelada criogenicamente foi um psicólogo de 73 anos, Dr. James Bedford, em 1967, e o mais famoso foi o jogador de beisebol Ted Williams. O corpo do Dr. James ainda está em perfeitas condições na Alcor Life Extension Foundation. Talvez ele tenha lido o livro "The Prospect of Immortality," do professor de física Robert Ettinger, em 1964, pois a ideia de que uma pessoa possa ser congelada e depois trazida de volta à vida quando a tecnologia tivesse evoluído, originou-se desta obra. O frenesi criogênico foi tanto que, no final dos 70, já eram seis empresas de preservação criogênica nos Estados Unidos, mas, como era muito caro para preservar cada corpo, muitas empresas fecharam no fim da década. A criogenia também fez sucesso no cinema, em filmes como “2001: uma odisseia no espaço” (1968), “Sleeper” (1973) e “Eternamente jovem” (1992). Pura ficção!

Atualmente são poucas as empresas que oferecem esse tipo de serviço; as principais são a Alcor Life Extension Foundation, no Arizona, com 875 inscritos e 84 corpos preservados (2009), e a Cryonics Institute, em Michigan, com 797 inscritos(2009), 93 corpos preservados e 60 animais congelados. Na Alcor, custa 150 mil dólares a preservação do corpo todo e 80 mil dólares só o cérebro. Na Cryonics, 100 mil dólares o corpo todo (não faz preservação só de cérebro). Com essa grana toda é melhor pensar bem!

Havia um tempo em que, quando o coração parava de bater, o paciente era declarado morto; hoje é bem diferente, porque o paciente pode ser reanimado com métodos modernos e a definição de morte mudou. Os criobiólogos estão esperançosos com a nanotecnologia, que se utiliza de máquinas microscópicas para manipular átomos e construir ou reparar virtualmente células e tecidos humanos; daí esperam que, algum dia, a nanotecnologia repare não só os danos celulares causados pelo processo de congelamento, mas também os danos causados pelo envelhecimento e por doenças. Tamanha é a euforia, que alguns criobiólogos preveem que a primeira ressuscitação criogênica poderá ocorrer por volta de 2040. Será!?

Outra questão importante é a memória. O que farão para preservá-la? Os cientistas reducionistas da atualidade acham que as lembranças são armazenadas de duas formas. Ei-las: uma associação entre as células cerebrais ou uma química dentro desse órgão. Aí erraram redondamente, pois se “a inteligência é um atributo essencial do Espírito” é óbvio que a memória também o é, basta ver a questão 24 de “O Livro dos Espíritos”. E tem mais, como poderemos ver na questões 369 e 370:

O livre exercício das faculdades da alma está subordinado ao desenvolvimento dos órgãos?

“Os órgãos são os instrumentos da manifestação das faculdades da alma, manifestação que se acha subordinada ao desenvolvimento e ao grau de perfeição dos órgãos, como a excelência de um trabalho o está à da ferramenta própria à sua execução.”

Da influência dos órgãos se pode inferir a existência de uma relação entre o desenvolvimento do cérebro e o das faculdades morais e intelectuais?

“Não confundais o efeito com a causa. O Espírito dispõe sempre das faculdades que lhe são próprias. Ora, não são os órgãos que dão as faculdades, e sim estas que impulsionam o desenvolvimento dos órgãos.”

Daí Kardec, com a maestria de sempre, comentar com bom senso e lógica:

“Encarnado, traz o Espírito certas predisposições e, se se admitir que a cada uma corresponda no cérebro um órgão, o desenvolvimento desses órgãos será efeito e não causa. Se nos órgãos estivesse o princípio das faculdades, o homem seria máquina sem livre-arbítrio e sem a responsabilidade de seus atos. Forçoso então fora admitir-se que os maiores gênios, os sábios, os poetas, os artistas, só o são porque o acaso lhes deu órgãos especiais, donde se seguiria que, sem esses órgãos, não teriam sido gênios e que, assim, o maior dos imbecis houvera podido ser um Newton, um Vergílio, ou um Rafael, desde que de certos órgãos se achasse provido. Ainda mais absurda se mostra semelhante hipótese, se a aplicarmos às qualidades morais. Efetivamente, segundo esse sistema, um Vicente de Paulo, se a Natureza o tivesse dotado de tal ou tal órgão, teria podido ser um celerado e o maior dos celerados não precisaria senão de um certo órgão para ser um Vicente de Paulo.”

Depois desse comentário, fica difícil acreditar nas diatribes dos cientistas materialistas e ateus!

Joanna de Angelis, na obra “Dias Gloriosos”, faz comentários pertinentes sobre o tema, à luz da Doutrina Espírita, e diz com propriedade que, para “vencer a morte”, o homem justifica suas ideias materialistas com engenhosos “mecanismos de permanência na matéria”. Sem dúvida, eles são muito criativos! Principalmente os cientistas materialistas que, ousadamente, desafiam as leis de Deus com um punhado de matéria e um monte de teorias sem sentido.

Para que não fiquem dúvidas a respeito de tão importante assunto, Joanna, de maneira esclarecedora, e com muita ênfase, fala da morte:

“A morte do ser humano não é propiciada somente pela falta de resistência do organismo para mantê-lo vivo, ou resultado da ruptura dos equipamentos em processsos degenerativos ou violentamente arrebatados, mas, também, do deslindamento do Espírito dos seus núcleos de preservação da energia, que mantêm a matéria, ou da sua expulsão por circunstância violenta e traumática. Sucedendo essa quebra de liames, é totalmente impossível o restabelecimento da vida, porque logo se inicia o processo de desorganização celular e, sem esse agente vital, a massa se decompõe e se transforma de imediato, dado à sua fatalidade biológica.”

Além disso, também há as questões psicológicas e, em coro com Joanna, perguntamos aos doutos cientistas:

- Que sentido terá a existência de um ser que se encontra totalmente estranho, em um grupo social com o qual não tem qualquer vínculo? Como contornar emocionalmente a ausência dos afetos, agora em outra dimensão? De que forma atender a conhecimentos inteiramente novos e a costumes totalmente diferentes dos vivenciados anteriormente? Qual será o estado do próprio sistema imunológico ante as doenças que estarão no contexto da sociedade da época?

Eis aí algumas perguntas esperando respostas.

É claro que a criogenia tem um papel importante, mas não o de querer eternizar seres humanos; isso é apenas ficção. Daí Joanna esclarecer:

“À criogenia, no entanto, está reservado um papel de relevante importância no campo da preservação dos produtos e, inclusive, de peças orgânicas para futuros transplantes, de banco de sêmen para maternidades responsáveis que os fatores orgânicos não permitiram que se concretizassem pelos meios convencionais, e cujos débitos geradores da impossibilidade foram remanejados pela Divina Misericórdia, facultando pelo amor a realização sublime do objetivo almejado.”

Os cientistas materialistas estão perdendo tempo em procurar eternizar o corpo físico. A morte é inevitável, mas o Espírito é imortal, eterno e imperecível. Daí, deveriam acordar e viver a vida real que é espiritual.
BERNARDINO S. MOREIRA
Bibliografia

- http://www.fundanet.br/cursos/tc_direito/melina_pereira.pdf

02 - CRIOGENIA

Gostaria de saber dentro da visão da Doutrina Espírita, sobre a criogenia, qual a situação situação dos espíritos que tiveram seus corpos congelados? Continuariam a eles vínculados ? Em que circunstância? E no caso do congelamento de embriões, em que o embrião fica congelado por meses e até anos ? O que acontece com os embriões que são descartados nesses processos de inseminação artificial? Seria um caso de aborto?

Todos sabemos que na natureza o aperfeiçoamento máximo encontra-se na "máquina" que é o corpo humano, mas também não podemos esquecer que os ensinamentos de Jesus chamam a atenção para o aperfeiçoamento da pessoa em todas as situações, assim nos tempos actuais assiste-se a uma variedade de formas para a continuidade da vida.

A biologia e a medicina abriram uma nova era e novos horizontes e conceitos da experiência cientifica nos são apresentados no nosso dia-a-dia. O congelamento de um embrião em laboratório pode considerar-se matéria ou, grupos de células sem serem um "ser", tal como nós o idealizamos. É uma matéria à espera de ser envolvida num processo espiritual numa lei de sintonia vibratória. Poderemos assim dizer que são espíritos que carmicamente em desequilíbrio, se afinizam com estes processos, e por conseguinte já sintonizados com as consequências destas experiências. Podem estar meses ou alguns anos esperando por uma oportunidade, digo anos porque actualmente o tempo limite por lei, deverá ser entre três a dez anos para embriões congelados. Os espíritos que se dispõem a tal situação, aguardam uma reencarnação perfeitamente conscientes do processo e de suas falências, afinizando-se a ele numa espécie de "voluntariado". De qualquer forma a lei de causa e efeito é sempre posta em atividade seja qual for a forma de voltar ao mundo são provas pelas quais têm de passar. Leia a questão 355 e 6, do Livro dos Espíritos, sobre o assunto, também André Luiz, nos livros Evolução em Dois Mundos e Missionários da Luz, dá um grande contributo para este seu tema,( e veja só que ele o transmite em 1945.) a favor da evolução da humanidade.

Com relacao aa criogenia a situacao é semelhante: pode ocorrer a desencarnacao (o espirito se afasta e o corpo permanece congelado, mas não voltaria a "viver" se fosse descongelado) ou o espirito, por um processo expiatorio pode permanecer ligado aaquele corpo congelado, num estado de inconsciencia espiritual (o que ocorre mesmo com alguns espiritos que desencarnaram mas permanecem proximos, sintonizados, com o corpo fisico em decomposicao).

A ciência não tem fim, é fria mas não tem limites. São temas apaixonantes mas polémicos e que merecem muitos estudos e consideracoes por parte dos espiritas. Varios estudiosos já se manifestaram, embora devemos deixar claro que ainda não existe um consenso doutrinario estabelecido sobre estas
importantes questões.

03 - CRIOGENIA

CRIOGENIA À LUZ DO ESPIRITISMO

O avanço científico e tecnológico do Planeta obedece à Lei Natural de evolução. O Espiritismo, muito embora tenha sido codificado por Kardec no século XIX, mantém-se atualizado frente a estes avanços, pois sua Doutrina fundamenta-se na tríade Religião, Filosofia e Ciência, tendo os Irmãos Superiores, já naquela época, tratado e elucidado assuntos que nos dias de hoje vêm sendo comprovados pelos cientistas. No campo da medicina, a genética humana é uma das áreas que vem apresentando significativos progressos, com a criação de vários projetos, tanto no Brasil quanto no mundo todo, com vistas a garantir que o ser humano seja cada vez mais longevo, saudável e geneticamente perfeito.

Em primeira análise, tais estudos são vistos com bons olhos pela Espiritualidade Superior, na medida em que se tratar da utilização da inteligência do homem no desenvolvimento de técnicas cada vez mais modernas em favor da própria Humanidade, desde que evitados os abusos de ordem materialista, exclusivista, derivados do orgulho, da arrogância e da ganância do Ser. Um exemplo atual é a prática da criogenia. Segundo o dicionário “Aurélio”, criogenia é a “ciência da produção e manutenção de temperaturas muito baixas em sistemas, e do estudo das propriedades físico-químicas destes sistemas naquelas temperaturas.” Alongando um pouco a definição, temos que "criogenização" é o ato de abaixar a temperatura de um organismo vivo a -190°C e de mantê-lo nessas condições com o propósito de conservá-lo. Isso já vem sendo largamente feito com células e embriões.

Várias são as clínicas médicas e de reprodução assistida, no Brasil e no exterior, que armazenam, por esse processo, células-tronco e cordões umbilicais daqueles clientes que, dispondo dos recursos financeiros necessários, dispendem anualmente grandes quantias para manter disponível o material genético necessário ao restabelecimento de um órgão deficiente, cuja cura dependa da sua regeneração ou substituição. Por serem ricos em células-tronco, o cordão umbilical e a placenta são fundamentais no transplante de medula óssea e no tratamento de leucemia, doenças genéticas imunológicas, hematológicas, entre outras. Assim, o indivíduo pode armazenar (por criogenização) suas próprias células-tronco (abundantes no cordão umbilical) para utilização futura, e se eventualmente vier a necessitar de reposição de algum órgão, o fará por meio do autotransplante, com grau zero de rejeição, dispensando quaisquer tipos de doadores. Foi regulamentada no ano de 2000, mas infelizmente ainda se encontra inoperante, a rede nacional de bancos de sangue de cordão umbilical e placentário, sendo cinco públicos e um privado.

A proposta da rede é fazer o cruzamento de informações entre os doentes visando aumentar o número de transplantes. Isso porque atualmente no Brasil há cerca de 1.500 pessoas portadoras de leucemia - doença que, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), só em 2002 matou 4.460 crianças e adultos - e de outras doenças genéticas e autoimunes que necessitam de um transplante de medula óssea e não têm doadores compatíveis. O INCA tem capacidade para armazenar 4 mil amostras de sangue e lá já estão cerca de 200 amostras de células de cordão umbilical congeladas, todas doadas por mulheres que deram à luz em maternidades municipais do Rio de Janeiro.(1) Hermínio C. Miranda (2), entretanto, nos alerta para os perigos da interferência da Ciência quando acaba por alterar alguns dos dispositivos da própria reencarnação, ao manipular genes na tentativa de acelerar ou provocar desvios no sistema evolucionista da vida. Isso, de algum modo, já sucedia no Egito Ancião, quando o embalsamamento nos retinha, por tempo indeterminado, ao pé das formas que teimávamos em conservar.

Semelhante retenção, porém, só se verifica na pauta da lei de causa e efeito. E, quanto ao congelamento, se algum dos interessados por força da provação deles mesmos retomar o corpo frio a fim de reaquecê-lo, a Ciência não pode assegurar-lhes um equipamento orgânico claramente ideal como seria de desejar, especialmente no tocante ao cérebro que o congelamento indeterminado deixará em condições por agora imprevisíveis. Não se pode, também, olvidar, que a morte do ser humano não se dá apenas pela falência dos órgãos por processos degenerativos ou rupturas violentas, mas também pelo desligamento do Espirito dos seus núcleos de preservação da energia que mantém a matéria ou de sua expulsão por circunstância violenta ou traumática. Sucedendo essa quebra de liames, é totalmente impossível o restabelecimento da vida, porque logo se inicia o processo de desorganização celular.(4)

O Espírito Luiz Sérgio, em um de seus livros psicografados por Irene Pacheco Machado, revela a triste situação de um Espírito que, sofrendo nessas condições (congelamento do seu corpo físico doente, após a morte, com vistas a futura cura e respectiva ressurreição), teve que ser levado a banhos de sol, por bondosos assistentes de uma Colônia do Plano Espiritual, para "derreter o gelo" ao qual ele se sentia preso, congelado. Tal sensação vivida por esse pobre irmão desencarnado explica-se pelo fato de ser o períspirito a sede das sensações, permanecendo ele, assim, com a sensação do frio intenso, até que a caridade do Pai o liberte dessa verdadeira "cadeia de gelo". Pode ainda o Espírito, por um processo expiatório, permanecer ligado àquele corpo congelado, num estado de inconsciência espiritual, em processo análogo ao que ocorre com alguns Espíritos que desencarnaram, mas permanecem próximos, sintonizados ao corpo físico em decomposição, por estarem ainda muito apegados à matéria. Soma-se à extensa lista de entraves a esse tipo de criogenia, outro de caráter intransponível: o ser humano conta com o "duplo etérico", acerca do qual, no livro "Nos Domínios da Mediunidade" (5), o autor espiritual André Luiz presta valiosos esclarecimentos: (...) o perispírito, ou "corpo astral", é revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto, como sendo o "duplo etérico", formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico (...) destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre ao instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora.

Dessa forma, conclui-se que com a desintegração do duplo etérico pela morte, o retorno aos despojos torna-se impossível. Joanna de Ângelis discorre, ainda, na já citada obra “Dias Gloriosos”, psicografada por Divaldo Franco, acerca das implicações psicológicas que o método da criogenia acarretaria, caso fosse possível. Dentre elas, destacam-se as seguintes indagações:

a) Que sentido teria a existência de um ser que se encontrasse totalmente estranho em um grupo social ao qual não teria qualquer vínculo?

b) Como contornar emocionalmente a ausência dos afetos, agora em outra dimensão?

c) De que forma conviver com conhecimentos agora inteiramente novos e costumes totalmente diferentes dos vivenciados anteriormente?

d) Como enfrentar-se, detectando-se egoísta, tendo fugido da realidade para conseguir um triunfo que o deixa de mãos vazias e sentimentos estiolados?

Aos espíritas, portanto, não objeta a utilização racional dos avanços da Medicina: ao contrário, tratam-se de mais uma bênção de Deus da qual nos servimos para a evolução da Humanidade. Tal desenvolvimento passa a ser temerário, entretanto, quando o homem, tentando se investir desse Poder Divino, mas com a mente ainda arraigada em conceitos materialistas, passa a utilizar tais avanços, como no caso da criogenia (enquanto técnica de congelamento de cadáveres ou objetivando a determinação das características físicas do novo ser), visando futura retomada da vida no mesmo corpo, demonstrando grande apego materialista, a par de infeliz desconhecimento da vida espiritual. Silvia ____

(1)KUHL, Eurípedes – Genética além da biologia – Ed. Fonte Viva
(2) MIRANDA,Hermínio C. -Uma ética para a genética -REFORMADOR, agosto,1997
(3)NOBRE, Marlene R.S. - Lições de Sabedoria, p.45
(4) ÂNGELIS, Joanna – Divaldo Franco – Dias Gloriosos –­ cap. XII
(5)LUIZ, André – Francisco Cândido Xavier - Nos Domínios da Mediunidade, cap. 11


Postado por Roseli Aparecida Arizza às 09:02