D.N.A.
BIBLIOGRAFIA
01- A PROFECIA DE ALLAN KARDEC, pag. 48 02 - A REENC. COMO LEI BIOL., pag.53, 94,190
03 - ANIMAIS NOSSOS IRMÃOS, pag. 116 04 - ATUALIDADE DE ALLAN KARDEC , pag. 165
05 - AUTODESCOBRIMENTO UMA BUSCA INT., pag 38 06 - DARWIN E KARDEC , pag. 107, 129, 134
07 - ENCONTRO COM A CULTURA ESPÍRITA, pag. 78 08 - ENERGÉTICA DO PSIQUISMO, 14, 147
09 - FISIOLOGIA TRANSDIMENSIONAL, pag. 25, 39, 58 10 - FORÇAS SEXUAIS DA ALMA, pag. 31, 38
11 - GENÉTICA E ESPIRITISMO, 27, 34, 124 12 - O CLAMOR DA VIDA, pag. 163
13 - PALINGÊNESE, A GRANDE LEI, pag. 19, 23, 25, 29 14 - PSI QUÂNTICO, pag. 166, 172, 193
15 - PSIQUIATRIA E MEDIUNISMO, pag. 274

16 - REENC. E EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES, pag. 57

17 - REENCARNAÇÃO NO BRASIL, 66, 69, 70 18 - SAÚDE E ESPIRITISMO, pag. 101, 134, 347

LEMBRETE: O NÚMERO DA PÁGINA PODE VARIAR DE ACORDO COM A EDIÇÃO DA OBRA CITADA.

D.N.A. – COMPILAÇÃO

01 - D.N.A.

Espírito e DNA:
Quem Atrai o Quê?

Fernando A. Moreira

“Não há descrição viável da matéria que não traga ao primeiro plano os mecanismos estruturais de nosso espírito.” (CHARON)

Na programação física reencarnatória sempre resolvida no Plano Superior, os Espíritos construtores ou geneticistas planificam a recorporificação, sob a égide de Deus, sendo seu grau de comando no processo reencarnatório inversamente proporcional ao estágio evolutivo do Espírito.

São pois Espíritos que elegem entre os 300 000 a 400 000 ovócitos, quais serão maturados, transformando-se em óvulos; estes “falam com os espermatozóides”, emitindo sinais que os atraem. Entre os, aproximadamente 350 000 000 deles, em média por ejaculação, não penetra quem chega primeiro, mas quem for o pinçado, o magnetizado pela espiritualidade para fecundar o óvulo, quando esta é programada. O Espírito é “o senhor dos genes” (1)

Não existe, por isso mesmo, qualquer impedimento dado ao poderes magnéticos espirituais, para selecionarem as características do genoma, “a face biológica do Espírito” (2) reencarnante, tal as infinitas composições e imbricações que se lhes apresentam em óvulos e espermatozóides, para adequar estas combinações genéticas ao processo evolutivo reencarnatório estabelecido.

De Missionários da Luz extraímos:

“(...) passou a examinar os mapas cromossômicos, com a assistência dos construtores presentes, (...) examinando a geografia dos genes nas estruturas cromossômicas a fim de certificar-me até que ponto poderemos colaborar(...), com recursos magnéticos para organização das propriedades hereditárias (...)”. Prossegue ainda mais além o orientador: “Mentalize os primórdios das condições fetais, formando em sua mente o modelo adequado.” (3)

Quando temos um piloto de fórmula 1, havemos de selecionar um carro de fórmula 1; se um Espírito virá com o propósito de ser cirurgião ou pianista, por exemplo, não poderá nascer com defeito genético irreversível nas mãos.

O instrumento para execução da proposta reencarnatória não poderá ser incompatível com a mesma, se considerarmos a competência da espiritualidade superior na

“formação de um corpo sadio, ou, se for o caso, a ocorrência de malformações embrionárias, afecções ou disposições congênitas ligadas às mais complexas patologias, tudo em função das condições do reencarnante."(4)

Isto se dá, não como uma fatalidade, mas como um ponto de partida, podendo ser modificado, na decorrência do que realizarmos na edificação de nossa proposta reencarnatória, alterando ou minimizando assim, as condições predisponentes.

Mas, para não nos sujeitarmos ao acaso, ambos os gametas hão de ser escolhidos, tanto o masculino (espermatozóide), quanto o feminino (óvulo), pois cada um colabora com a metade da carga genética do novo ser.

Para o carro daquele mesmo piloto de fórmula 1, se selecionássemos somente a frente de uma Ferrari e deixássemos a traseira ao acaso, poderíamos tê-la correspondendo a um Ford 38 e ele, com esta composição, não chegaria a lugar nenhum.

Nada acontece por acaso; não cai uma folha de uma árvore e nem rola uma lágrima em nossa face, sem que seja do conhecimento divino, porque estamos sob os desígnios do Senhor da Vida.

“Nada se cria sem que a criação presida um desígnio.” (5)

São então Espíritos que comandam a matéria e são eles que atraem o DNA da célula germinativa masculina e feminina, na composição do genoma, conjunto de genes (seqüências de moléculas de DNA) contidos nos cromossomas de um indivíduo, que irá facear o corpo físico, com seus, aproximadamente, 100 trilhões de células.

“(...) o útero materno é uma sala de materialização. É aí, nessa câmara escura, que se dá a transudação de matéria ‘invisível’ para a matéria tangível, biológica.” (6)

As nossas doenças e imperfeições o são do Espírito e a herança espiritual se reflete na genética. Somos o que fomos, preparamos ontem a reencarnação de hoje e estamos preparando hoje a reencarnação de amanhã.

“(...) Essa energética espiritual, resultado de vivências e experiências incontáveis, com suas emissões vibratórias, apresenta zonas intermediárias (periespirituais) até desembocar nos genes, por onde as sugestões, informações, diretrizes, enfim todo o quadro de nossa herança espiritual tivesse possibilidade de expressões nas regiões cromossômicas da herança física.” (7)

Caso fosse o DNA que atraísse o Espírito, seríamos vítimas do acaso e teríamos um corpo físico, a selecionar pelo DNA o Espírito reencarnante, a matéria a comandar o Espírito e a reencarnação, um carro de fórmula um a eleger seu piloto.

“O Espírito é designado antes que soe o instante em que haja de unir-se ao corpo.” (8)

O Espírito é pois conhecido antes da concepção, porque nela já existe uma união, uma ligação, entre o reencarnante e o corpo físico e portanto não pode ser o DNA que atrai o Espírito, porque este já era designado pela espiritualidade superior, antes da geração daquele.

O mesmo acontece quando existem gêmeos univitelinos (clones naturais ou espontâneos) e quando for possível uma de suas diversidades, a clonagem humana (reprodução assistida assexuada), que será também programada em Plano Superior, trabalhando na configuração do corpo físico para a reencarnação de determinado Espírito, interferindo no seu processo de seleção genética. Não haverá acasos, nem criações genéticas milagrosas ou transgressões da Lei Natural, que também é divina, continuando a haver o mesmo selecionamento pela esfera espiritual.

“Fatores espirituais é que determinam o resultado de um processo de clonização. (...) sem o comando espiritual, nenhum processo se completa.” (9)

Além do exposto, temos a considerar que paternidade é missão e não pode ser legada também ao acaso, pois se estabelecem compromissos, fortíssimos compromissos, entre o Espírito reencarnante e seus futuros pais e vice–versa (10), para a futura vida terrena, ainda sob orientação da espiritualidade superior. Tais acordos, sobre a mesma égide divina, selam e endereçam a vinculação dos Espíritos envolvidos diretamente no processo reencarnatório, de grandeza muito superior a qualquer interferência da matéria, representada pelo DNA.

Em face do exposto, parece-nos que, nesta polêmica estabelecida pela atração entre Espírito e DNA, a espiritualidade domina as ações, também porque:

“Deus, que tudo comanda e vê, já antecipadamente sabia e vira que tal Espírito se uniria a tal corpo.”

Ele nos abre os braços infinitos de seu amor, de sua justiça e de sua misericórdia, nos oferecendo o empréstimo divino de um miraculoso corpo físico, adequado às nossas necessidades, para execução de nossos compromissos reencarnatórios e conseqüentemente de nossa evolução espiritual, único caminho para alcançarmos a felicidade, a ser atingida por nossos próprios méritos e para a qual nos criou o nosso Pai Amoroso.

“Cresçamos com Deus na conquista dos espaços ilimitados da vida imortal.” (Joanna de Ângelis)

BIBLIOGRAFIA


(1) NOBRE, Marlene de Freitas, Folha Espírita, maio 1997, pg. 3.
(2) SOUZA, Joaquim Tomé de, Revista Espírita Allan Kardec, março 2000, nº 46, pg. 6.
(3) XAVIER, Francisco Cândido, Missionários da Luz, pelo Espírito André Luiz: FEB, 28ª ed., 1997, pg. 187 à 189.
(4) ZIMMERMAN, Zalmiro, Perispírito, ed. CEAK (Centro Espírita Allan Kardec), 1ª ed., 2000, pg. 345.
(5) KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, trad. Guillon Ribeiro, 68ª ed., FEB, 1987, pg. 197, perg.336.
(6) OLIVEIRA, Sérgio Felipe de, Saúde e Espiritismo, 2ª ed., Associação Médico-Espírita do Brasil, pg. 363.
(7) KÜHL, Eurípides, Genética e Espiritismo. FEB, 1ª ed. , 1996, pg. 40.
(8) KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, trad. Guillon Ribeiro, 68ª ed. FEB, 1987, pg. 197, perg. 338.
(9) ZIMMERMAN, Zalmiro, Perispírito, ed. CEAK (Centro Espírita Allan Kardec, 1ª ed., 2000, pg. 358.
(10) MOREIRA, Fernando A., Reformador, julho 2001, pg.18.

02 - D.N.A.

Cientista afirma ter teletransportado moléculas de DNA


Com informações da New Scientist

Teletransporte de DNA

Seu nome é Luc Montagnier e sua biografia pode ser resumida a um feito único: ele ganhou o Prêmio Nobel de Medicina em 2008, por ajudar a demonstrar a conexão entre o HIV e a AIDS.

Montagnier agora está sacudindo as bases do mundo acadêmico com uma alegação absolutamente inesperada: ele afirma ter "teletransportado" as informações de moléculas de DNA.

"Se os resultados estiverem corretos," comentou Jeff Reimers, químico da Universidade de Sidnei, na Austrália, "isso será um dos experimentos mais significativos feitos nos últimos 90 anos, e exigirá uma reavaliação de todo o quadro conceitual da química moderna."

Nesta altura dos acontecimentos, a expressão "se os resultados estiverem corretos" está tendo mais ênfase entre os outros cientistas do que o alegado teletransporte de DNA, que poderá ter um impacto, na verdade, muito além da química.

O problema é que o artigo ainda não foi aceito para publicação por uma revista revisada pelos pares de Montagnier.

E, a julgar pela recente controvérsia de uma bactéria com jeitão alienígena, anunciada com estardalhaço pela NASA e depois largamente contestada por outros cientistas, o processo de avaliação desse artigo deverá levar mais tempo do que o normal.


Teletransporte quântico

Montagnier e seus colegas alegam ter feito um experimento que mostra que uma molécula de DNA pode transmitir as informações que contém, por meio de campos eletromagnéticos, para células distantes e até mesmo para a água.

Mais do que isso, o Prêmio Nobel afirma que enzimas podem tomar esse "carimbo" remoto de DNA por um DNA real, copiando-o para produzir a coisa real - o que faria do experimento uma espécie de teletransporte quântico da molécula de DNA.

O experimento consiste em dois tubos de ensaio, próximos mas separados fisicamente, colocados dentro de uma bobina de cobre, sujeitos a um campo eletromagnético fraco de frequência extremamente baixa, de apenas 7 hertz.

O conjunto é isolado do campo magnético natural da Terra, para evitar interferências.

O primeiro tubo contém um fragmento de DNA com cerca de 100 pares de base. O segundo tubo contém água pura.

Depois de um período que variou de 16 a 18 horas, o conteúdo dos dois tubos de ensaio foram submetidos à reação em cadeia da polimerase (PCR), o método rotineiramente usado para amplificar quantidades traço de DNA, usando enzimas para fazer inúmeras cópias do material original.

Foi aí que o mais surpreendente aconteceu: o fragmento de DNA foi aparentemente recuperado dos dois tubos de ensaio, incluindo aquele que só deveria conter água.


A maldição da diluição

Para incomodar ainda mais os cientistas mais conservadores, aqueles que se incomodam com resultados controversos, e que geralmente se colocam prontamente contra qualquer nova descoberta que possa abalar o "edifício da ciência", o DNA somente é teletransportado com sucesso depois que a solução original de DNA passa por diversos ciclos de diluição.

Diluição lembra homeopatia, e "cientistas céticos" - o termo é absolutamente sem sentido, mas há vários acadêmicos que se autodenominam assim -, cientistas céticos odeiam a homeopatia, argumentando que ela não possui bases científicas, e trabalham duro para desacreditá-la.

No experimento de teletransporte, em cada ciclo, a amostra original, do tubo número 1, foi diluída 10 vezes, e o DNA fantasma, do tubo número 2, só pode ser recuperado quando a amostra original é diluída entre sete e 12 vezes.

O teletransporte não funcionou nas super diluições usadas na homeopatia.

Vários cientistas ouvidos pela revista britânica New Scientist mostraram-se céticos quanto aos resultados.

Mas é difícil imaginar que a equipe de um pesquisador agraciado com o Prêmio Nobel seja ingênua a ponto de divulgar uma pesquisa tão controversa sem tomar todos os cuidados metodológicos necessários.


Ondas eletromagnéticas do DNA

Segundo o rascunho do artigo, os físicos da equipe sugerem que o DNA emite ondas eletromagnéticas de baixa frequência, que transmitem a estrutura da molécula para a água.

Essa estrutura, alegam eles, é preservada e amplificada por meio de efeitos de coerência quântica. Como a estrutura imita o formato do DNA original, as enzimas do processo PCR tomam-na pelo próprio DNA e, de alguma forma, usam-na como modelo para construir moléculas que coincidem com o DNA transmitido.

Mas se Montagnier e seus colegas não conseguiram de fato fazer o teletransporte do DNA, então o que eles descobriram?

"Os experimentos biológicos parecem intrigantes, e eu não posso desacreditá-los," disse Greg Scholes, da Universidade de Toronto, no Canadá, que demonstrou no ano passado que os efeitos quânticos ocorrem em plantas.

Klaus Gerwert, da Universidade Ruhr, na Alemanha, que estuda as interações entre a água e as moléculas biológicas, mostra preocupação quanto à persistência do fenômeno: "É difícil entender como a informação pode ser armazenada na água em uma escala de tempo maior do que picossegundos."


Memória da água

Em 1988, o cientista francês Jacques Benveniste publicou um artigo na revista Nature, onde ele e seus colegas afirmavam demonstrar que a água tinha memória.

Em seu experimento, a atividade de anticorpos humanos era retida em soluções tão diluídas que não poderiam conter quaisquer moléculas de anticorpos - o que estatisticamente também ocorre na homeopatia.

Frente a um enorme ceticismo, a revista convocou um "caçador de mitos" para averiguar a questão, que concluiu que os resultados eram "uma ilusão", gerada por um experimento mal projetado.

Em 1991, Benveniste repetiu seu experimento sob condições duplo cego e obteve novamente os resultados que demonstraram inicialmente a alegada "memória da água".

Contudo, nem a Nature e nem a Science aceitaram o novo artigo para publicação.

Desacreditado, o pesquisador foi expulso de seu instituto sob a alegação de haver manchado a reputação da instituição.

Benveniste morreu em 2004.


Única saída

O que se espera agora é que o experimento de Montagnier e seus colegas seja avaliado pelos seus pares com a isenção necessária - sem ser condenado previamente, sobretudo por conter a palavra maldita - "diluição".

Para isso, um único caminho pode ser trilhado: laboratórios independentes devem repetir os experimentos e checar os resultados.

03 - D.N.A.


A Clonagem à luz do Espiritismo
José Lucas

A clonagem é um tema em foco nos dias que correm. Muito se especula sobre a possibilidade ou não de se conseguir um dia clonar ser humano.

Sobre este assunto, a clonagem humana, vejamos a opinião de Divaldo Pereira Franco, espírita, pedagogo, conferencista e médium muito respeitado mundialmente.

"A clonagem humana ainda é muito remota. Não nos deixemos empolgar com as notícias sensacionalistas que nos dão resultados de experiências muito válidas e respeitáveis, mas que ainda demorarão muito. É necessário que a nossa contribuição, do ponto de vista da confiança, esteja alicerçada na razão, e o espírita em particular, com respeito aos demais, religiosos ou não, deve estar bem "O Livro dos Espíritos", para não se deixar perturbar com facilidade por quaisquer idéias absurdas.

A problemática da clonagem vem sendo estudada há mais de 50 anos. Agora, uma experiência que nos trouxe "Dolly" (a ovelha clonada), demonstra a possibilidade de um animal clonado, de uma célula retirada da glândula mamária de um ser e fecundada com o DNA de outro. Mas há, ainda, muito espaço a percorrer, especialmente quando se constatou que a mãe de "Dolly" morreu.

Assim sendo, não se pode verificar se ela é uma cópia absolutamente igual, porque não se tem como fazer a comparação. Ademais, desde o momento dessa clonagem até chegarmos às experiências humanas, teremos um longo caminho a percorrer.

Em 1960, nos EUA, um experiente estudioso apresentou a seguinte questão: "Se deixarmos que os seres deficientes vivam, iremos ter uma decadência genética. Se interrompermos a vida dos seres deficientes, já teremos uma decadência ética".

Para Theodosius Dobzhansky, que assim se expressou, a questão estava nestes dois termos: deixar viver o deficiente ou eliminá-lo? Mas faltava uma base essencial para o raciocínio dele (a ética).

Toda a vez que um indivíduo violenta uma Lei natural, sofre-lhe o efeito. Aí está o eco-sistema completamente comprometido e a Terra sofrendo as conseqüências climáticas.

A ética, naturalmente será apresentada para a genética.

A clonagem é um fenômeno natural. Na salamandra, quando se lhe amputa a cauda, ela se reconstrói completamente igual. Em determinados répteis, repete-se o fenômeno por automatismo da natureza. "Clone" significa ramo. Toda vez que retiramos um ramo de uma árvore, ela repete a imagem inicial.

Portanto, a clonagem é uma experiência muito digna, do ponto de vista genético.

Até chegarmos à construção de um homem "clonado", com personalidade, raciocínio, lucidez, devemos apenas aguardar, e não nos preocuparmos em demasia.

Perguntarão: e onde fica o Espirito?
Quando a ciência conseguir meios que facultem a reencarnação, ele se fará presente. A fecundação "In Vitro" não substitui perfeitamente o organismo humano? Então, devemos considerá-la como um avanço.

Todavia, a ciência, através dos seus mais ilustres paladinos e governos, deverão estar vigilantes para o uso que se vai fazer da clonagem.

Na moderna proposta da clonagem, o delírio faz com que pessoas pensem na possibilidade de se criarem indivíduos descerebrados, que serão desenvolvidos até aos 15, 16 anos, e depois armazenados para transplantes de órgãos. É um delírio! Isso não nos deve preocupar. Outros acreditam que podem interferir no gene, no DNA e retirar a sensibilidade para fazerem indivíduos totalmente imunes à dor. Criarem um exército de homens e mulheres indiferentes ao sofrimento. Mas, tudo isso não passa de "ciência-ficção".

E se um dia se tornar realidade? Criaremos monstros que nos irão destruir, como é natural.

Toda vez que um indivíduo violenta uma Lei natural, sofre-lhe o efeito. Aí está o eco-sistema completamente comprometido e a Terra sofrendo as conseqüências.

Quando a ciência conseguir meios que facultem a reencarnação, ele (o Espírito) se fará presente.

Mas, será possível que um dia se possa repetir o homem?

Aguardemos! Qualquer tentativa de se antecipar o fato é uma elucubração.

O Espiritismo é a ciência dos fatos. Allan Kardec disse textualmente: "À ciência cabe a tarefa dos fenômenos científicos. O Espiritismo não se envolverá nessa pesquisa científica. O Espiritismo aceita tudo o que a ciência comprova, mas não se detém onde a ciência pára. O Espiritismo estuda as causas, enquanto a ciência estuda os efeitos. No dia em que a ciência provar que os espíritos estão errados num ponto que seja, abandonaremos esse ponto e seguiremos a ciência".

É uma doutrina, portanto, profundamente vinculada à pesquisa, à investigação, à ciência através do seu trabalho intérmino para o processo da evolução.

Quando vimos a bomba atômica sobre Hiroshima e Nagasaki, sofremos o terror da fissão nuclear. E no entanto aí estão os átomos para a paz.

Sabemos que o veneno mata, mas, quantas vidas o veneno cura? Está tudo no direcionamento da criatura humana. Dessa forma, tranqüilizemo-nos e aguardemos as investigações da ciência.

Pessoalmente, e os Espíritos que por mim se comunicam, não acreditamos que se possa clonar um ser humano, dando-lhe personalidade, lucidez, inteligência. Vamos aguardar".

(Extraído da revista "Presença Espírita", em artigo de Miguel Sardano).

Quando a ciência conseguir meios que facultem a reencarnação, ele (o Espírito) se fará presente.

(Jornal Mundo Espírita de Fevereiro de 1998)

04 - D.N.A.

Doenças podem ser identificadas por exames de DNA A revelação de que a atriz e cineasta Angelina Jolie passou por um tratamento para remover ambos os seios, após descobrir uma predisposição genética que aumentava as suas chances para câncer de mama, trouxe à tona a ampla possibilidade e as incertezas de mesma escala de identificar futuras doenças com base em testes de DNA.

Hoje, os testes de DNA, em geral feitos a partir de amostras de sangue, podem estipular as probabilidades de aparecimento de mais de 2 mil doenças genéticas hereditárias, incluindo tipos raros de Alzheimer e casos de câncer. As entidades de pesquisas genéticas alertam para que quando eles predizem a possibilidade, mas não a certeza, de uma doença. A preocupação da diretora de aconselhamento genético do Centro de Câncer, Ellen Matloff, é que depois de uma notícia como essa (referente a Angelina Jolie), é que todo mundo vá correndo ao seu médico pedir um exame de DNA e os resultados sejam desastrosos, disse à BBC Brasil.

Não parece ter sido o caso de Jolie, diz Matloff, mas sua pesquisa mostra que são vários os exemplos em que a requisição errônea de testes, a interpretação equivocada dos resultados e o aconselhamento inadequado dos médicos submeteram pacientes a "cirurgias profiláticas desnecessárias, exames desnecessários, estresses psicossociais e falso conforto".

O câncer de mama é o que mais atinge mulheres no nosso País.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, mais de 50 mil brasileiras desenvolveram a doença em 2012. - See more at: http://www.radioboanova.com.br/site/noticias-destaque/doen%C3%A7-podem-ser-identificadas-por-exames-dna#sthash.SavahfN7.dpuf