GOVERNADOR DO MUNDO
BIBLIOGRAFIA
01- A vida além do véu - pág. 190 02 - Antologia mediúnica do Natal - pág. 131
03 - Boa Nova - pág. 178 04 - Caminho, verdade e vida - pág. 281
05 - Jesus nem Deus nem homem - pág. 10 06 - Jesus, o verbo do pai - pág. 5, 12, 30, 139
07 - Jesus perante a Cristandade - pág. 81 08 - O alvorecer da espiritualidade - pág. 170
09 - O Livro dos Espíritos - q. 148, 667, 888 10 - Revista Espírita 1868 - pág. 260
11 - Sintese de o novo testamento - pág. 50 12 - Veladores da Luz - pág. 129
13 - Vida de Jesus - pág. 241 14 - Seareiros de Volta - pág. 65

LEMBRETE: O NÚMERO DA PÁGINA PODE VARIAR DE ACORDO COM A EDIÇÃO DA OBRA CITADA.

GOVERNADOR DO MUNDO – COMPILAÇÃO

03 - Boa Nova - Humberto de Campos - pág. 178

27 - A ORAÇÃO DO HORTO
Depois do ato de humildade extrema, de lavar os pés de todos os discípulos, Jesus retomou o lugar que ocupava à mesa do banquete singelo e, antes de se retirarem, elevou os olhos ao céu e orou assim, fervorosamente, conforme relata o Evangelho de João:— Pai santo, eis que é chegada a minha hora! Acolhe-me em teu amor, eleva o teu filho, para que ele possa elevar-te, entre os homens, no sacrifício supremo. Glorifiquei-te na Terra, testemunhei tua magnanimidade e sabedoria e consumo agora a obra que me confiaste.

Neste instante, pois, meu Pai, ampara-me com a luz que me deste, muito antes que este mundo existisse!... E fixando o olhar amoroso sobre a comunidade dos discípulos, que, silenciosos, lhe acompanhavam a rogativa, continuou:— Manifestei o teu nome aos amigos que me deste; eram teus e tu me confiaste, para que recebessem a tua palavra de sabedoria e de amor. Todos eles sabem agora que tudo quanto lhes dei provém de ti! Neste instante supremo, Pai, não rogo pelo mundo, que é obra tua e cuja perfeição se verificará um dia, porque está nos teus desígnios insondáveis; mas, peço-te particularmente por eles, pelos que
me confiaste, tendo em vista o esforço a que os obrigará o Evangelho, que ficará no mundo sobre os seus ombros generosos.

Eu já não sou da Terra; mas rogo-te que os meus discípulos amados sejam unidos uns aos outros, como eu sou um contigo! Dei-lhes a tua palavra para o trabalho santo da redenção das criaturas; que, pois, eles compreendam que, nessa tarefa grandiosa, o maior testemunho é o do nosso próprio sacrifício pela tua causa, compreendendo que estão neste mundo, sem pertencerem às suas ilusórias convenções, por pertencerem só a ti, de cujo amor viemos todos para regressar à tua magnanimidade e sabedoria, quando houvermos edificado o bom trabalho e vencido na luta proveitosa.

Que os meus discípulos, Pai, não façam da minha presença pessoal o motivo de sua alegria imediata; que me sintam sinceramente em suas aspirações, a fim de experimentarem o meu júbilo completo em si mesmos. Junto deles, outros trabalhadores do Evangelho despertarão para a tua verdade. O futuro estará cheio desses operários dignos do salário celeste. Será, de algum modo, a posteridade do Evangelho do Reino que se perpetuará na Terra, para glorificar a tua revelação! Protege-os a todos, Pai! Que todos recebam a tua bênção, abrindo seus corações às claridades renovadoras!

Pai justo, o mundo ainda não te conheceu; eu, porém, te conheci e lhes fiz conhecer o teu nome e a tua bondade infinita, para que o amor com que me tens amado esteja neles e eu neles esteja!...Terminada a oração, acompanhada em religioso silêncio por parte dos discípulos, Jesus se retirou em companhia de Simão Pedro e dos dois filhos de Zebedeu para o Monte das Oliveiras, onde costumava meditar. Os demais companheiros se dispersaram, impressionados, enquanto Judas, afastando-se com passos vacilantes, não conseguia aplacar a tempestade de sentimentos que lhe devastava coração.

O crepúsculo começava a cair sobre o céu claro. Apesar do sol radioso da tarde a iluminar a paisagem, soprava o vento em rajadas muito frias. Daí a alguns instantes, o Mestre e os três companheiros alcançavam o monte povoado de árvores frondosas que convidavam ao pensamento contemplativo. Acomodando os discípulos em bancos naturais que as ervas do caminho se incumbiam de adornar, falou-lhes o Mestre, em tom sereno e resoluto:

— Esta é a minha derradeira hora convosco! Orai e vigiai comigo, para que eu tenha a glorificação de Deus no supremo testemunho! Assim dizendo, afastou-se, a pequena distância, onde permaneceu em prece, cuja sublimidade os apóstolos não podiam observar. Pedro, João e Tiago estavam profundamente tocados pelo que viam e ouviam. Nunca o Mestre lhes parecera tão solene, tão convicto, como naquele instante de penosas recomendações. Rompendo o silêncio que se fizera, João ponderou:

— Oremos e vigiemos, de acordo com a recomendação do Mestre, pois, se ele aqui nos trouxe, apenas nós três, em sua companhia, isso deve significar para o nosso espírito a grandeza da sua confiança em nosso auxílio. Puseram-se a meditar silenciosamente. Entretanto, sem que lograssem explicar o motivo, adormeceram no decurso da oração. Passados alguns minutos, acordavam, ouvindo o Mestre que lhes observava:— Despertai! Não vos recomendei que vigiásseis? Não podereis velar comigo, um minuto?

João e os companheiros esfregaram os olhos, reconhecendo a própria falta. Então, Jesus, cujo olhar parecia iluminado por estranho fulgor, lhes contou que fora visitado por um anjo de Deus, que o confortara para o martírio supremo. Mais uma vez lhes pediu que orassem com o coração e novamente se afastou. Contudo, os discípulos, insensivelmente, cedendo aos imperativos do corpo e olvidando as necessidades do espírito, de novo adormeceram em meio da meditação. Despertaram com o Mestre a lhes repetir:
— Não conseguistes, então, orar comigo?

Os três discípulos acordaram estremunhados. A paisagem desolada de Jerusalém mergulhava na sombra. Antes, porém, que pudessem justificar de novo a sua falta, um grupo de soldados e populares aproximou-se, vindo Judas à frente. O filho de Iscariotes avançou e depôs na fronte do Mestre o beijo combinado, ao passo que Jesus, sem denotar nenhuma fraqueza e deixando a lição de sua coragem e de seu afeto aos companheiros, perguntou: — Amigo, a que vieste?

Sua interrogação, todavia, não recebeu qualquer resposta. Os mensageiros dos sacerdotes prenderam-no e lhe manietaram as mãos, como se o fizessem a um salteador vulgar. Depois das cenas descritas com fidelidade nos Evangelhos, observamos as disposições psicológicas dos discípulos, no momento doloroso. Pedro e João foram os últimos a se separarem do Mestre bem-amado, depois de tentarem fracos esforços pela sua libertação.

No dia seguinte, os movimentos criminosos da turba arrefeceram o entusiasmo e o devotamento dos companheiros mais enérgicos e decididos na fé. As penas impostas a Jesus eram excessivamente severas para que fossem tentados a segui-lo. Da Corte Provincial ao palácio de Ântipas, viu-se o condenado exposto ao insulto e à zombaria.! Com exceção do filho de Zebedeu, que se conservou ao lado de Maria até ao instante derradeiro, todos os que integravam o reduzido colégio do Senhor debandaram. Receosos da perseguição, alguns se ocultaram nos sítios próximos, enquanto outros, trocando as túnicas habituais, seguiam, de longe, o inesquecível cortejo, vacilando entre a dedicação e o temor.

O Messias, no entanto, coroando a sua obra com o sacrifício máximo, tomou a cruz sem uma queixa, deixando-se imolar, sem qualquer reprovação aos que o haviam abandonado na hora última. Conhecendo que cada criatura tem o seu instante de testemunho, no caminho de redenção da existência, observou às piedosas mulheres que o cercavam, banhadas em lágrimas: — "Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai por vós mesmas e por vossos filhos!..."

Exemplificando a sua fidelidade a Deus, aceitou serenamente os desígnios do céu, sem que uma expressão menos branda contradissesse a sua tarefa purificadora. Apesar da demonstração de heroísmo e de inexcedível amor, que ofereceu do cimo do madeiro, os discípulos continuaram subjugados pela dúvida e pelo temor, até que a ressurreição lhes trouxesse incomparáveis hinos de alegria. João, todavia, em suas meditações acerca do Messias, entrou a refletir maduramente sobre a oração do Horto das Oliveiras, perguntando a si próprio a razão daquele sono inesperado, quando desejava atender ao desejo de Jesus, orando em seu espírito até o fim das provas ríspidas.

Por que dormira ele, que tanto o amava, no momento em que o seu coração amoroso mais necessitava de assistência e de afeto? Por que não acompanhara Jesus naquela prece derradeira, onde sua alma parecia apunhalada por intraduzível angústia, nas mais dolorosas expectativas? A visão do Cristo ressuscitado veio encontrá-lo absorto nesses amargurados pensamentos. Em oração silenciosa, João se dirigia muitas vezes ao Mestre adorado, quase em lágrimas, implorando-lhe perdoasse o seu descuido da hora extrema.

Algum tempo passou, sem que o filho de Zebedeu conseguisse esquecer a falta de vigilância da véspera do martírio. Certa noite, após as reflexões costumeiras, sentiu ele que um sono brando lhe anestesiava os centros vitais. Como numa atmosfera de sonho, verificou que o Mestre se aproximava. Toda a sua figura se destacava na sombra, com divino resplendor. Precedendo suas palavras do sereno sorriso dos tempos idos, disse-lhe Jesus:

— João, a minha soledade no horto é também um ensinamento do Evangelho e uma exemplificação! Ela significará, para quantos vierem em nossos passos, que cada espírito na Terra tem de ascender sozinho ao calvário de sua redenção, muitas vezes com a despreocupação dos entes mais amados do mundo. Em face dessa lição, o discípulo do futuro compreenderá que a sua marcha tem que ser solitária, uma vez que seus familiares e companheiros de confiança se entregam ao sono da indiferença! Doravante, pois, aprendendo a necessidade do valor individual no testemunho, nunca deixes de orar e vigiar!...

04 - Caminho, verdade e vida - Emmanuel - pág. 281

133. HEGEMONIA DE JESUS
"Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, eu sou." - (João, 8:58)

É impossível localizar o Cristo na História, à maneira de qualquer personalidade humana. A divina revelação de que foi Emissário Excelso e o harmonioso conjunto de seus exemplos e ensinos falam mais alto que a mensagem instável dos mais elevados filósofos que visitaram o mundo.

Antes de Abraão, ou precedendo os grandes vultos da sabedoria e do amor na História mundial, o Cristo já era o luminoso centro das realizações humanas. De sua misericórdia partiram os missionários da luz que, lançados ao movimento da evolução terrestre, cumpriram, mais ou menos bem, a tarefa redentora que lhes competia entre as criaturas, antecedendo as eternas edificações do Evangelho.

A localização histórica de Jesus recorda a presença pessoal do Senhor da Vinha. O Enviado de Deus, o Tutor Amoroso e Sábio, veio abrir caminhos novos e estabelecer a luta salvadora para que os homens reconheçam a condição de eternidade que lhes é própria.

Os filósofos e amigos ilustres da Humanidade falaram às criaturas, revelando em si uma luz refratada, como a do satélite que ilumina as noites terrenas; os apelos desses embaixadores dignos e esclarecidos são formosos e edificantes; todavia, nunca se furtam à mescla de sombras. A vinda do Cristo, porém, é diversa. Em sua Presença Divina temos a fonte da verdade positiva, o sol que resplandece
.

09 - O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - questões: 148, 667, 888

Perg. 148 - Não é estranho que o materialismo seja uma consequência de estudos que deveriam, ao contrário, mostrar ao homem a superioridade da inteligência que governa o mundo? Deve-se concluir que esses estudos são perigosos?
- Não é verdade que o materialismo seja uma consequência desses estudos. É o homem que deles tira uma falsa consequência, pois ele pode abusar de tudo, mesmo das melhores coisas. O nada, aliás, os apavora mais do que eles se permitem aparentar, e os espíritos fortes são quase sempre mais fanfarrões do que valentes. A maior parte deles é materialista porque não dispõe de nada para preencher o vazio. Diante desse abismo que se abre entre eles, mostrai-lhes uma tábua de salvação, e a ela se agarrarão ansiosamente.

Perg. 667 - Por que o politeísmo é uma das crenças mais antigas e mais espalhadas, se é falsa?
- A idéia de um Deus único só podia aparecer como o resultado do desenvolvimento mental do homem. Incapaz, na sua ignorância, de conceber um ser natural, sem forma determinada, agindo sobre a matéria, ele lhe havia dado os atributos da natureza corpórea, ou seja, uma forma e uma figura e, desde então, tudo o que lhe parecia ultrapassar as proporções da inteligência comum tornava-se para ele uma divindade. Tudo quanto não compreendia devia ser obra de um poder sobrenatural, e disso a acreditar em tantas potências distintas quantos efeitos pudesse ver, não ia mais do que um passo. Mas em todos os tempos houve homens esclarecidos, que compreenderam a impossibilidade dessa multidão de poderes para governar o mundo sem uma direção dessa multidão de poderes para governar o mundo sem uma direção superior, e que se elevaram ao pensamento de um Deus único.

11 - Sintese de o novo testamento - Mínimus - pág. 50

AQUELE QUE VEM DO ALTO - (JO, 3:22 A 36)
Indo Jesus com seus discípulos para a terra da Judéia, ali se demorou com eles a batizar. João também batizava em Enon, perto de Salim, porque havia lá muitas águas; e muitos lá iam e eram batizados, visto que, a esse tempo, João ainda não tinha sido metido no cárcere.

Uma questão surgiu entre os discípulos de João e um judeu, acerca da purificação. Aqueles, indo ter com João lhe disseram: -"Mestre, aquele que estava contigo além do Jordão, e de quem deste testemunho, eis que também batiza; e todos vão ter com ele. - Respondeu-lhes João: Não pode o homem receber coisa alguma que lhe não seja dada do céu. Vós mesmos me sois testemunhas de que eu disse: Não sou o Cristo, sou enviado adiante dele. Quem tem esposa esse é o esposo, mas o amigo do esposo, que está presente e o ouve, muito se regosija por ouvir a voz do esposo; pois esta alegria me coube abundante. É preciso que ele cresça e eu diminua. Aquele que vem do alto está acima de todos; aquele que vem da terra é terreno e de coisas terrenas fala. Quem vem do céu está acima de todos e dá testemunho. Aquele que recebeu o seu testemunho, esse atestou que Deus é verdadeiro. Aquele que Deus enviou, fala as palavras de Deus, pois Deus não lhe dá o Espírito por medida. O Pai ama o Filho e tudo lhe pôs nas mãos. Aquele que crê no filho tem a vida eterna; aquele, porém, que desobedece ao Filho, não verá a vida, mas a cólera de Deus fica sobre ele.

GENEALOGIA ATRIBUÍDA A JESUS (MAT. 1:1 A 17; LUC, 3:23 A 38)
As genealogias humanas de Jesus, segundo Mateus e Lucas, ambas com a finalidade de apresentá-lo como descendente de David, não estão acordes. De confundirem filhos de dois irmãos nasceu a confusão dos nomes que algumas vezes perteceram aos mesmos indivíduos. Lembrando-nos, porém, das próprias palavras de Jesus (Mateus, Cap. XXII, v. 41-45; Mar XII, 35-37 e Lucas,Cap. XX, v 41-44), concluímos que ele não se preocupava com a sua geneologia humana, e, dessa forma, somos de parecer que a sua verdadeira geneologia, a espiritual, é aquela que foi registrada por João, Cap. I, v 1 a 18. Em que pese à nossa inferioridade intelectual, aceitamos, com João, o médium de Patmos, que Jesus presidiu à formação da Terra (v. 3 e 10), aqui surgiu para iluminar-nos (v. 9), bem como ele próprio se fez carne (v. 14), carniformizou-se, creoidizou-se, sarcoidizou-se, tal qual o anjo Rafael, segundo a narrativa do "Livro de Tobias", do Antigo Testamento. Vede Isaias, 53:8 e Paulo aos Romanos, 8:3; a Timóteo I- 1:4.

14 - Seareiros de Volta - Espíritos Diversos - pág. 65

MOSTREMOS O MESTRE EM NÓS - BITTENCOURT SAMPAIO
Segundo a linguagem da estatística, vivem hoje, na Terra, maior número de Espíritos encarnados do que a totalidade da sua população, desde os primórdios da vida planetária até os nossos dias, ou seja: até o primeiro quartel do século XIX, viveu na carne, num dado instante, um bilhão de criaturas humanas; até o primeiro quartel do presente século essa soma atingiu dois bilhões e atualmente passa para a cifra dos três bilhões.

Esse fato assinala a magnitude de vossa época, porque, nos dias correntes, epílogo de um ciclo planetário, vasculham-se os umbrais da Espiritualidade inferior, reformando-se os museus de sofrimentos purgatoriais, forjados através de milÊnios inumeráveis...E que notamos, agora, no mundo, comprovando a observação ?

Embora o ingente esforço renovador dos arautos das letras do Evangelho, mais da metade da população terrestre ainda não ouviu nenhuma referência a Jesus, o Sublime Governador da Terra. Esmagadora maioria ainda não pensou sequer no intercâmbio entre os dois mundos. Grande parte da Humanidade cultua doutrinas clara e confessadamente materialistas.

O quadro da criminalidade amplia-se, de ano para ano. Alastram-se rebeliões em toda parte. Cresce a onda de suicídios. Agrava-se o terrorismo. À margem das religiões surgem espetáculos de fanatismo selvagem.

Nunca foram tão aperfeiçoadas e numerosas as organizações policiais e as técnicas belicistas nas guerras de morticínio e destruição. E a obsessão campeia, infrene, assumindo expressões e graus multiformes de loucura, como a dizer que as regiões espirituais inferiores do Planeta se fazem presentes no campo da vida física.

Tal fato, porém, não é razão para derrotismo, mas de profundo chamamento ao trabalho. Por isso, notadamente à minoria espírita-cristã, dentro do âmbito de sua influência reconstrutiva, cabe a tarefa de prevenir os erros seculares que nos desfiguram a existência e nos consomem o equilíbrio, vacinando as consciências com a fé raciocinada, apoiada em fatos, acendendo no semelhante a luz da certeza na imortalidade, à força da palavra e à custa do exemplo.

A vida humana não é um conjunto de artifícios. É escola da alma para a realidade maior. De nós depende a escolha entre o bem e o mal.
Fogo não apaga fogo. Ao ódio ofertemos amor; à pressa, paciência; ao orgulho, humildade; à vingança, perdão; à cólera, brandura; ao egoísmo, caridade.

Espírita, irmão! Jesus segue conosco! Mostremos o Mestre em nós!

LEMBRETE:

1° - (...) A Humanidade, em seu conjunto, constitui uma só grande família e se compõe de encarnados e desencarnados, em proporções que variam conforme as circunstâncias de cada época, todas essas circunstâncias devidamente controladas pela Vontade Sábia do Cristo Planetário, Governador Espiritual da Terra (...) Áureo

Edivaldo