HOLISMO
BIBLIOGRAFIA
01- A REENC. COMO LEI BIOLÓGICA , pag. 191 02 - PSIQUISMO: FONTE DA VIDA, pag. 73

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HOLISMO – COMPILAÇÃO

01 - HOLISMO

Holismo

Por Caroline Faria

Se você é uma dessas pessoas antenadas com certeza já ouviu falar uma dessas palavras: “holismo”, ou “holístico”. Mas o quê elas querem dizer?

A palavra “holismo” vem do grego “holos” que significa “todo”, “inteiro”, “completo”, e é usada para designar um modo de pensar, ou considerar a realidade, segundo a qual nada pode ser explicado pela mera ordenação ou disposição das partes, mas antes pelas relações que elas mantém entre si e com o próprio todo. As realidades poderiam ser entendidas em dois estágios: o primeiro seria o “todo” e este, por sua vez, seria composto por partes distintas porém inter-relacionadas, apenas compreensíveis dentro do contexto do “todo”.

Em 1926 a palavra “holismo” foi empregada por Jan Christian Smuts em seu livro “Holism and Evolution” (Holismo e Evolução), porém com uma definição bem mais abrangente do que a empregada atualmente. Mas o holismo só tomou força a partir da década de 80 quando passou a ser empregado para tentar explicar um novo paradigma que deveria ser empregado a fim de anular os diversos distúrbios causados pelo homem na natureza. Por isso, o holismo é freqüentemente associado a discursos ambientalistas.

O holismo, na verdade, surge da crise que abalou os alicerces da ciência questionando o postulado de qualquer filosofia reducionista, que baseada na lógica do pensamento cartesiano-newtoniano, deixa de considerar as interações existentes entre tudo o que existe e as conseqüências de qualquer alteração nestas interações que, segundo afirmam alguns seriam as responsáveis pelo desequilíbrio enfrentado pelo mundo hoje (seja do ponto de vista social, econômico ou ambiental).

Com implicações profundas em quase todas as áreas do conhecimento, a filosofia holística vem provocando questionamentos principalmente nos campos da saúde onde as doenças começam a ser encaradas como uma manifestação localizada de um distúrbio no equilíbrio do indivíduo como um todo, não apenas de uma de suas partes (questão focada por algumas práticas medicinais tradicionais como a ayurveda).

Fontes
TERRICABRAS, J. M., et al. Diccionario de Filosofia, Tomo II (E-J).Editoral Arial S.A., Barcelona, 1994.

02 - HOLISMO

O QUE É HOLISMO

O holismo, ou a visão holística é uma maneira de ver o mundo, o Homem e a vida em si como entidades únicas, completas e intimamente associadas.

Esta palavra vem do grego HOLOS, que significa "Inteiro" ou "Todo", como em "Holograma"; grama=figura/ Holos=inteira, e representa um novo paradigma científico e filosófico que surgiu como resposta ao mal-estar da pósmodernidade, que é em grande parte causado pela cisão dos aspectos humanos e naturais trazida pelo antigo
paradigma.

Sendo uma forma de tentar unir o Homem ao universo (natureza) onde está inserido, o Holismo visa a integração dos seus aspectos Físicos, emocionais, mentais, etc.. O Ser Humano não é somente matéria física, nem somente consciência, nem apenas emoções, logo, levar em consideração apenas alguns destes aspectos isoladamente, é perder de vista a sua "inteireza" (neologismo para "wholeness"), sua integridade. Um exemplo já bem conhecido atualmente é a atuação da medicina ortodoxa, que visa a cura através do uso de medicamentos, os quais agem somente sobre o físico,
curando não a doença, mas somente removendo (ou melhor, mascarando) os sintomas, quando muitas das doenças tem sua causa em conflitos mentais/emocionais, e conseqüentemente, sua origem fora do âmbito puramente físico.

A terapiaHolística serve-se de técnicas de terapias alternativas de diversos tipos, com a finalidade de tratar o Homem INTEIRO, nos âmbitos Físico, Emocional, Mental e Espiritual, Conjuntamente.

03 - HOLISMO

Educação: entre reducionismo e holismo,
ideal é o meio-termo

Em sua palestra Concepções de ciência nas salas de aula: holismo x reducionismo, dentro das atividades pedagógicas promovidas pela 16a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o professor Charbel Niño El-Hani mostrou como a polêmica entre o reducionismo e o holismo influencia o ensino de ciências. Para ele, é fundamental que os professores entendam o significado de ambos os conceitos, como também conheçam outras posturas possíveis para explicar um fenômeno — qualquer que seja ele.

Vale mencionar que holismo é uma tendência que se supõe seja própria do universo, de sintetizar unidades numa totalidade organizada — como teoria biológica, considera o corpo humano com um todo indecomponível. Já o reducionismo, como a palavra indica, vem de redução, e na ciência define a tendência de se estudar cada fenômeno separadamente, para depois inseri-lo na totalidade.

El-Hani iniciou sua explanação usando exemplos de três áreas da educação, nas quais a polêmica entre o reducionismo e o holismo aparece com muita força. O primeiro exemplo foi da educação ambiental. "Os educadores ambientais costumam criticar o reducionismo e se dizem holistas. Transmitem a idéia de que o homem deve interagir com a natureza, sob determinados aspectos ecológicos, mas se esquecem de analisar o ser humano como parte da natureza, assim como os fenômenos decorrentes dessa relação." O segundo exemplo foi da área da educação em saúde, em que as opiniões dos profissionais estão divididas. "Reducionistas tendem a culpar o paciente pelas suas doenças, devido ao seu estilo de vida, e pregam uma mudança de hábitos. Já o discurso holístico é mais democrático. A responsabilidade em torno de problemas de saúde não é só do indivíduo, mas está diretamente ligada ao contexto social em que ele vive", salienta El-Hani. O terceiro exemplo foi na educação epidemiológica, que, segundo o professor, possui também a tendência de culpar diretamente a vítima pelas doenças.

O aluno e o contexto

Em outra etapa de sua palestra, El-Hani ressaltou a deficiência de aprendizagem que alguns alunos apresentam e analisou, para exemplificar, no âmbito geral da educação, pensamentos holistas e reducionistas. "É curioso notar que a maioria dos alunos em defasagem de aprendizado têm alto índice de repetência, mas possuem um QI normal ou acima da média", lembrou o professor. Segundo ele, o problema foi tratado durante muito tempo sob a visão reducionista: "Uma única característica era identificada como causa, e o aluno definido como deficiente era transferido para salas de aula especiais. Esse tratamento, porém, não surtiu efeito."

El-Hani situa na década de 80 uma mudança de orientação de autores e educadores, que começaram a seguir a visão holística. "Eles passaram a argumentar que, para avaliar tais dificuldades, deve-se entender como o aluno se relaciona com o mundo à sua volta", observou. Para El-Hani, essa é uma visão mais razoável, pois esse aluno pode apresentar aptidões para outras áreas, e o fato de ele não demonstrar interesse ou não aprender na escola não significa que seja um "deficiente para todo tipo de aprendizado".

Equilíbrio

Numa tentativa de encontrar um meio-termo e minimizar a polêmica entre reducionismo e holismo, El-Hani se propôs a organizar essa discussão. Para tanto, ele apresentou seu estudo, no qual reuniu várias posições de diversos autores para discutir temas defendendo uma ou outra visão. Mas, resumindo, o que El-Hani defende é a necessidade de um equilíbrio entre holismo e reducionismo. "Um educador ou cientista não deve jamais se restringir a esses dois pólos. Há mais possibilidades do que ser holista ou reducionista."

Outro problema comum em educação, ensino e pesquisa, segundo El-Hani, é que muitos estudiosos defendem determinadas posições sem terem conceitos bem claros. "A maioria coloca-se a favor do holismo ou do reducionismo, mas, na verdade, está no meio-termo. A partir dessa percepção, pode-se chegar a uma análise mais coerente em torno do objeto ou fenômeno estudado. É fundamental lembrarmos sempre que há visões diferentes para uma mesma conclusão e isso tem de ser considerado, para que mergulhemos de cabeça nem numa tendência, nem em outra. O resultado pode ser enganoso e unilateral."

Ana Cristina Lima/BR Press

04 - HOLISMO

A terapia holística ou como é conhecida , a medicina alternativa busca cura para as enfermidades onde a cura realmente possa estar. Alguns médicos são profissionais nessa área e utilizam terapias ineficases.

A saúde holística é quando vemos o ser como um todo. O espiríto imortal precisa de um veículo para manisfestar-se e este veículo é o corpo (perispiríto, mente, espirito) que permitem a expressão do pensamento do ser , do indívíduo e do espirito.

" Sendo holismo o todo e estando o médium intermediando o plano espiritual e o plano carnal, existe uma estreita relação entre mediunidade e holismo. O médium pode influir na saúde holistíca através do seu magnetismo, usando pensamento, sentimento e vontade e também através de sua faculdade mediúnica"

05 - HOLISMO

Os Intelectuais
João Alberto Vendrani Donha

Com minhas desculpas pela generalização, mas existem dois tipos difíceis de agüentar: um é o intelectual quando se torna espírita, o outro, o espírita quando se torna intelectual.

Alguém deve estar se perguntando o quê, afinal, é um intelectual? Nós sabemos o que é. Houve um general-presidente, cujo nome esquecemos a pedido dele, que ao ser informado que os intelectuais queriam a abertura perguntou o que era um intelectual, e questionou porquê o Chico Buarque era chamado de intelectual e ele não, pois, se fosse porque o Chico sabia matemática, ele também sabia! Mas isto não vem ao caso, vamos voltar ao primeiro parágrafo.

O intelectual nunca se defrontou seriamente com o assunto Espiritismo. Não o encontrou nos tratados de filosofia, nos bancos acadêmicos nem pós-acadêmicos, nas tertúlias críticas ou artísticas, nas rodinhas do bar. Somente nas conversas escrachadas sobre bons e maus fluidos, espíritos que baixam, superstições e assombrações. Eis que numa esquina da vida, seja por que razão for, encontra-se e convence-se do Espiritismo. Descobre que o tal Kardec tinha razão, e o ingênuo padeiro de sua rua também: os espíritos existem, comunicam-se através dos médiuns, reencarnam, auxiliam, obsidiam, e outras coisas mais. Pronto, é o que basta! Toma-se de ansiedade, julga-se o primeiro intelectual a tomar consciência disso, já que em toda sua vida acadêmica não notou tal importante verdade, e se prepara para ser o Paulo de Tarso do Espiritismo. Daí que a nossa imperfeição torna difícil suportar sua natural ansiedade em fazer todo mundo aceitar o que ele acabou de aceitar, e em achar que tudo foi feito errado antes dele na divulgação do Espiritismo, Demora algum tempo até notar que já existe uma sólida filosofia estruturada sobre essas verdades elementares, competindo a ele estudá-la humildemente e acrescentar seus valiosos e bem-vindos tijolos à construção permanente.

O espírita de berço, crisma seus conhecimentos nas aulas dominicais e na mocidade, cresce adquirindo uma visão história onde Kardec se agiganta e o Espiritismo é uma importante etapa na evolução da humanidade. Ao entrar na faculdade e iniciar seu relacionamento com o mundo oficial do conhecimento não vê nada disso. Entre os professores, os veteranos, os doutorandos, os intelectuais ninguém o conhece e, quando alguém o conhece pede para que fale baixinho sobre ele, não vão os outros escutarem. Então ele se decepciona. Por um lado, sente-se traído pela família, pelo centro, pelos amigos, que até então lhe deram uma visão, ao que lhe parece agora, distorcida da realidade cultural. Por outro sente-se indignado porque a cultura oficial marginaliza algo que ele percebe ser importante. Daí que a nossa imperfeição torna, também nesse caso, difícil suportar sua natural ansiedade. Ele se divide entre, de um lado, achar que Kardec e o Espiritismo estão superados; que tudo, a linguagem, as formulações, etc., devem ser atualizados; que nós, espíritas mais antigos, não sabemos o que ele descobriu agora sobre física quântica, holismo, paradigmas, etc., pois se o soubéssemos não ficaríamos a falar em fluidos e revelações. E, por outro lado, o desejo quase intempestivo de fazer que a universidade aceite o Espiritismo como ciência.

O Espiritismo, na definição de Kardec, é a ciência que estuda os espíritos, sua vida, sua evolução e as relações entre os que estão nesta vida e os que estão na outra. O objeto da ciência espírita é, portanto, o espírito. Ora, ele não poderá ser aceito no rol das ciências oficiais, enquanto estas não aceitarem o seu objeto. As corporações científicas já assimilaram as ciências que têm como objeto a mediunidade, ainda que não com esta denominação, como por exemplo a parapsicologia. Mas, o que para a parapsicologia é objeto, para o Espíritismo é apenas instrumento para o estudo de seu verdadeiro objeto.

06 - HOLISMO

Terapias Holísticas

O Terapeuta
"Um terapeuta tem que ser humilde, tem que ser um amigo. Ele não é um padre. Ele não está lá para ditar sua vida. Ele está lá simplesmente para ficar a seus pés. Ele não tem que andar por você. Se você cai, ele está lá para ajudá-lo a se levantar novamente. Mas você tem que andar por si mesmo. Todo mundo tem que andar por si mesmo.” - Osho

Glossário de Terapias Holísticas

Aconselhamento: Processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta* e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta, independentemente de quais outros métodos adote.

07 - HOLISMO

Medicina Holística e Ocultismo

O Ying, o Yang e o Tao

Além de não possuir nenhum caráter científico, toda a fundamentação na qual se baseiam as Terapias Holísticas, ou Alternativas, é completamente ocultista, fantástica, mítica e antibíblica. Seus fundamentos são completamente anticristo.

São eles, principalmente: A Energia Vital, a Bioenergia, A Energia Cósmica, O Ying, o Yang e o Tao (Taoísmo) e o Aum/Om (Hinduísmo).

A Bioenergia, Energia Vital ou Energia Cósmica

Este termo parece dar ares de ciência a antigos conceitos pagãos sobre a existência e sobre a natureza. Para o Holismo, Bioenergia seria uma forma de energia presente em toda a natureza. Uma energia que, segundo o Holismo, necessita de estar em permanente equilíbrio nos seres vivos, caso contrário sobrevêm as doenças e as enfermidades. E o restabelecimento desse equilíbrio é a proposta final de TODAS as terapias chamadas de Holísticas.

Para entendermos melhor a que se referem os holistas ao anunciarem um suposto equilíbrio energético presente nos seres humanos, é imprescindível que saibamos que esses conceitos provém de literaturas bem conhecidas, as quais ganharam nova popularidade nos nossos dias através do Movimento Nova Era, uma aberração filosófico-religiosa que se atreve, inclusive, a passar por “ensinamentos divinos”. Porém nada, absolutamente, há de divino no Movimento Nova Era, um movimento satânico, antibíblico e anticristo. O Movimento Nova Era (New Age Movement) mescla componentes do Hinduísmo, Espiritismo, Xamanismo, Taoísmo, Confucionismo, politeísmo, oráculos, rituais mágicos, Bruxaria e Satanismo.

O Tao

Entre os praticantes da chamada Medicina Tradicional Chinesa é dito que seu fundamento é estabelecido sobre o que chamam de Tao. Afirmam ainda que o Yin e o Yang são forças complementares e opostas responsáveis pela existência de todas as formas de vida. O Yin e o Yang são também denominados de princípios. Segundo o Taoísmo, o Ying e o Yang provém do Tao (veremos logo a seguir). Vejamos um texto extraído de um site sobre Medicina Tradicional Chinesa:

“O fundamento básico da medicina chinesa apoia-se sobre a existência de duas forças opostas e complementares, denominadas Yin e Yang. Estes dois princípios são responsáveis não apenas pela existência de todas as formas de vida como, igualmente, a manifestação dos demais fenômenos do Universo - sejam eles físicos ou não.”

“O corpo humano é compostos de uma série Órgãos (zang, regidos pelo Yin) e Vísceras (fu, regidos pelo Yang), Sangue e Energia, Líquidos Orgânicos e outros componentes, assim como seus respectivos shen (entidades viscerais). Interligando todo este conjunto estão os Canais e Colaterais (chamados de meridianos), igualmente divididos em parelhas Yin/Yang.”

Muito bem. Estamos então diante de dois princípios ou forças chamados de Yin e Yang, porém, de onde, exatamente provém tais conceitos?

O Taoísmo

Juntamente com o Budismo e o Confucionismo, o Taoísmo é um dos três principais sistemas religiosos e filosóficos da China. O Taoísmo teria sido introduzido na China por volta do século V a.C (não há uniformidade com relação a essas datas). Um de seus mais antigos propagadores era chamado de Lao-Tze (velho filósofo) cujo verdadeiro nome parece ter sido Li-Uhr. É atribuído a Lao-Tze a autoria dos escritos chamados de Tao-Te-King (ou Tao Te Ching) que é a principal escritura do Taoísmo. Posteriormente a Lao-Tze, outro indivíduo chamado Chuang Tze propagou o Taoísmo sendo seus escritos também considerados como fonte de referência para os adeptos.

Entre seus adeptos é dito que o Tao é a origem de todas as coisas, uma força estabilizante, eterna, que é a fonte de todas as coisas, o tesouro dos homens bons, o sustentador dos maus, etc.
É dito que o Tao não é uma pessoa, mas uma força e um princípio, e ainda que é indefinível, embora o chamem de um espírito que prevalece sobre o físico e que nunca morrerá. Uma das mais freqüentes definições do Tao é: Um poder que envolve, cerca e flui através de todas as coisas, animadas e inanimadas. Regula os processos naturais e alimenta o balanço no universo. Incorpora a harmonia dos opostos (não haveria amor se não houvesse ódio, não haveria luz se não houvesse trevas, não haveria machos se não houvesse fêmeas).
Afirmam que não há Deus que ouça orações. As respostas para os problemas da vida, segundo o Taoísmo, só podem ser encontradas através de meditação interior e observação do exterior. O objetivo de cada adepto deve se constituir em ser um com o Tao.

Um dos principais ensinamentos do Taoísmo é o do velho dualismo, a competição dos opostos Yin e Yang que seriam duas energias encontradas em todas as coisas e que devem ser mantidas em equilíbrio. O excesso de qualquer uma destas duas energias é por eles considerado danoso. O Taoísmo ensina que quando estas duas forças (Yin e Yang) estão em equilíbrio na personalidade humana, então o perfeito humano ideal existirá.

A Medicina Tradicional Chinesa considera que as doenças são causadas por um desequilíbrio na energia interna do corpo, chamada de chi. Por esta razão muitos chineses e adeptos do Taoísmo praticam o Tai Chi que, segundo afirmam, equilibra o fluxo da energia intrínseca do corpo.
Na história chinesa há muitos relatos de que somente os Imperadores chineses poderiam se comunicar com o Tao, por isso durante séculos os governantes chineses eram considerados como Imperadores-deuses. Os imperadores foram destronados pelos comunistas em 1950 e muitos adeptos do Taoísmo foram perseguidos sob a alegação de que muitos de seus adeptos se utilizavam de organizações secretas e que faziam resistência ao regime comunista. Grande parte das atividades ligadas ao Taoísmo foi quase banida do território chinês na época da instauração do regime comunista na China.
Em muitas residências chinesas de adeptos do Taoísmo são encontrados altares dedicados aos seus antepassados mortos, desejando os chineses que após a morte possam se tornar importantes ancestrais. Muitos dos festivais chineses têm como objetivo honrar os falecidos ancestrais que os podem ajudar nesta vida, embora ofereçam também preces em favor destes ancestrais pois podem estar necessitando de ajuda, estejam lá onde estiverem.

O Taoísmo nega o Verdadeiro Criador

Enquanto, de um lado, o próprio Deus afirma, em Suas Escrituras, ser Ele um Deus pessoal e o Criador:

"Eu fiz a terra e criei nela o homem; as minhas mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as minhas ordens." Isaías 45:12

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." Isaías 9:6

"E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." João 17:3

Do outro lado o Tao-Te-King, falando a respeito do Tao, uma coisa impessoal e inominável, diz:

“Se você puder falar a seu respeito, então isto não é o Tao. Se isto tiver um nome, é apenas alguma outra coisa”.

“O Tao não tem nome. Nomes são para coisas ordinárias.”

“O Tao é um eterno mistério, e todas as coisas começam com o Tao”.

(Tao Te Ching, A Modern Interpretation of Lao Tzu Perpetrated by Ron Hogan/2002)

É esta, portanto a origem e o fundamento da Medicina Tradicional Chinesa, da Acupuntura, da Homeopatia, da Medicina Vibracional, e similares.

Chegam a ser tragicômicos alguns trechos dos ensinamentos do tal Lao-Tze, embora, nos pareça, na realidade, um poderoso instrumento desnorteador da lógica e do bom senso inerentes aos seres humanos. E o objetivo dessa retórica filosófico-fantasiosa serve bem aos objetivos do Diabo: Confundir, iludir, enganar e destruir.

Diz o Tao Te Ching

“Se você sabe o que você não sabe, então você está indo muito bem. Se você não sabe o que você não sabe, você está doente.”

Mais algumas “pérolas” do Tao Te Ching:

“Quem sabe, não fala. Quem fala, não sabe.”

“Tudo começa com o Tao, a mãe de todas as coisas. Se você conhece a mãe, você conhece os filhos. Se você conhece os filhos, e se lembra da mãe, você não tem nada a temer em sua vida.”

“Um Mestre permanece focado sobre o Tao. Nada mais, apenas Tao.”

“Livre-se da santidade.”

“Livre-se da moralidade.”

(Tao Te Ching, A Modern Interpretation of Lao Tzu Perpetrated by Ron Hogan/2002)

O Tao enquanto princípio científico não passa de ficção. A tal Bioenergia ou Energia Vital, ou ainda Energia Cósmica, simplesmente, não existe! Enquanto filosofia e modo de vida, ineficaz, absurdo, alienante e bizarramente ridículo, enquanto religião, uma afronta a Deus.

“Porque o SENHOR dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento.” Provérbios 2:6