PLEXOS
BIBLIOGRAFIA
01- AÇÃO E REAÇÃO, pag. 254 02 - ANÁLISE DAS COISAS, pag. 119
03 - DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO, pag. 23, 30, 57 04 - ENERGÉTICA DO PSIQUISMO, pag. 34
05 - ESPIRITISMO O CONSOLADOR PROMETIDO, pag.126 06 - MAGNETISMO ESPIRITUAL, pag. 187
07 - MÃOS DE LUZ, pag. 39 08 - MECANISMOS DA MEDIUNIDADE, pag. 83
09 - SAÚDE E ESPIRITISMO, pag. 71 10 - TRAMAS DO DESTINO, pag. 283

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PLEXOS – COMPILAÇÃO

01 - PLEXOS

Explicação dentro da Física: " Uma corrente elétrica, passando por um condutor, produz um campo magnético ao redor deste condutor, como se ele fosse um imã. No caso de o condutor ser em formato cilindrico, observamos a corrente que forma um campo magnético que acompanha o cilindro. Ver figura. Analogamente, se chamarmos de condutor aos nervos, ao passar a corrente elétrica através deles, ao seu redor será criado um campo magnético. Se tivermos vários "fios" enrolados e emaranhados, o campo magnético gerado pela corrente elétrica é muito maior. Neste local, o campo magnético gerado forma o que chamamos de chacra."
O sistema nervoso é complexo e se distribui em todo o corpo físico denso em verdadeira rede de eletricidade. As células nervosas se tocam, umas nas outras, pelos dendritos, e os nervos formam "cordões".

No entanto, em certos pontos do corpo as células nervosas formam uma espécie de rede compacta, entrecruzando-se abundantemente, em conglomerados complexos e emaranhados, que parecem nós de uma linha embaraçada.

Nestes pontos, vários nervos que se bifurcam e, depois, as bifurcações de uns vão unir-se com as bifurcações de outros, formando um intrincado cruzamento de vias nervosas. É através deles que as fibras nervosas podem passar de um nervo a outro.

A medicina chama a esses pontos de "plexos" nervosos. Existem inúmeros plexos no nosso corpo, mas alguns são considerados de maior importância, pela localização e pelo trabalho que realizam. Dentre os vários plexos nervosos do organismo humano destacamos os seguintes:

- Plexo cervical ou laringeo;
- Plexo Cardíaco;
- Plexo Solar;
- Plexo esplênico;
- Plexo Sacro

Os plexos nervosos, no físico, apresentam no corpo menos denso, contrapartes astrais (os chacras), que não se materializam, e que possuem funções e realizam trabalhos bem específicos. Estes chacras são ligados ao físico pelo campo magnético gerado pela corrente elétrica que existe nos plexos nervosos.

02 - PLEXOS

Define-se como plexo visceral um emaranhado (mistura) de filetes nervosos e gânglios. Quanto mais próximo da víscera o plexo, mais difícil fica de separar por dissecação as fibras do simpático e parassimpático.

Os plexos viscerais não são puramente simpáticos ou parassimpáticos, mas contém elementos dos dois sistemas, além de fibras viscerais aferentes.

Plexos da cavidade torácica

Na cavidade torácica existem três plexos, cardíaco, pulmonar e esofágico, cujas fibras parassimpáticas originam-se do vago e as simpáticas gânglios cervicais e torácicos (tronco simpático).

O plexo cardíaco é responsável pela inervação autônoma do coração. O plexo pulmonar é responsável pela inervação do pulmão. O plexo esofágico pela inervação do esôfago.

Plexos da cavidade abdominal

Na cavidade abdominal situa-se o plexo celíaco. O maior dos plexos viscerais. Este plexo inerva os órgãos abdominais.

Plexos da cavidade pélvica

As vísceras pélvicas são inervadas pelo plexo hipogástrico, no qual se distinguem em uma porção superior, o plexo hipogástrico superior, e uma porção inferior, o plexo hipogástrico inferior ou plexo pélvico.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado

03 - PLEXOS

CENTROS DE FORÇA - PLEXOS

O facto de o corpo físico constituir o reflexo do corpo espiritual, vem por sua vez, retratar em si o corpo mental que lhe preside a formação. O corpo mental, como explica André Luiz em “Evolução em dois mundos”, “é o envoltório subtil da mente”, que não pode ser mais bem definido, pela falta de terminologia adequada em nossa linguagem.

O perispírito é o veículo por excelência, para o trabalho na esfera espiritual, após a morte, “com a sua estrutura electromagnética algo modificada no que tange aos fenómenos genéticos e nutritivos, de acordo, porém, com as aquisições da mente que o maneja”.

Ainda em “Evolução em dois mundos”, cap.II, Emmanuel nos fala:

“É nesse santuário vivo de ‘formação subtil’ urdida em recursos dinâmicos, extremamente porosa e plástica, em cuja tessitura as células, noutra faixa vibratória, à face do sistema de permuta visceralmente renovado, se distribuem mais ou menos à feição de partículas calóides, com a respectiva carga eléctrica, comportando-se, no espaço, segundo a sua condição específica e, apresentando estados morfológicos conforme o campo mental a que se ajustem, que a criatura continua a sua jornada evolutiva nos domínios da experiência.

O espírito possui nesse ‘santuário’ de todo um equipamento de recursos automáticos, que governam biliões de entidades microscópicas a serviço da inteligência, nos círculos de acção, como recursos adquiridos vagarosamente pelo ser, em milénios e milénios de esforços de recapitulação nos diferentes sectores da evolução da alma.

O perispírito rege a actividade funcional dos orgãos relacionados pela fisiologia terrena, através dos centros de força, que “são fulcros energéticos, que sob direcção automática da alma, imprimem às células a especialização”.

Plexos (ver fotos 90 e 91)

Derivado do latim “plessus”, quer dizer enlaçamento. O entrelaçar de muitas ramificações de nervos ou filetes musculares, vasculares. Assim temos:

Plexo Carotídeo e cavernoso (sistema simpático) (ver foto 75)

Estes plexos assumem grande actividade na recepção mediúnica quando é atingido o centro de força frontal. O conjunto destes dois plexos distribuemas sensações, diante das vibrações recebidas pelo centro de força frontal.

Plexo Cervical ( sistema raquidiano)

O plexo cervical está situado na borda posterior do esternocleidomastoideu entre os músculos prevertebrais por dentro, e as incersões cervicais do esplénio e do angular por fora. Enerva os músculos do lateral direito, longo do pescoço, frénico, trapézio, o auricular, o mastoideu, o cervical transverso, o supra clavicular.

Plexo Laringeo

É formado pelas ramificações do décimo nervo craniano, o “vago”, liga-se à medula oblongata (bolbo) por oito ou dez raízes. Possui dois gânglios: do superior saem os ramos meníngeo e auricular, do inferior os nervos laríngeos que suprem a laringe e a base da língua. Activa os músculos da laringe, o constrictor da faringe e as cordas vocais.

As fibras parassimpáticas do núcleo motor do vago passam pelos ramos do nervo cardíaco e actuam nos plexos pulmonares, no esófago, na traqueia, nos brônquios e nos pulmões.

OBS: Verificamos aqui que a acção do centro de força laríngeo se repercute nos dois plexos, movimentando toda a área governada por eles.

Plexo Braquial (sistema raquidiano)

Tem a semelhança de um triângulo cujo vértice se encontra no vão axilar e a base ao lado da coluna vertebral. Enerva toda a região das espáduas, dos braços, ante-braços e das mãos, com suas fibras motoras e sensitivas.

OBS: Quando a ligação do espírito se faz pelo centro de força umeral, atinge o plexo braquial, se dá a “ escrita automática”. (ver fig.80)

Plexo Cardíaco (grande simpático)

Se encontra na parte de cima (base) do coração; os seis nervos cardíacos do grande simpático e os seis nervos do pneumogástrico se anastomosam, formando o plexo cardíaco, situado na bifurcação da traqueia. Enerva a aorta, artéria pulmonar, o coração e o pericárdio.

O plexo cardíaco é largamente comprometido na mediunidade passista. Daí a emoção ou até a comoção dos sensitivos que possuem esse centro de força bem desenvolvido. (ver fig. 82)

Plexo Epigástrico

Formado por dois gânglios semilunares, logo acima do pâncreas, simetricamente à direita e à esquerda, também conhecido por plexo solar, possui fibras eferentes (trazer de) e aferentes (levar a).

Plexo Lombar

Está situado na altura dos rins. Existe forte actuação nesse plexo quando há ligação do espírito no centro de força esplénico. (ver fig. 84)

Plexo Sacro

Situado na pequena bacia, é formado pelo 5º nervo lombar e pelos 1º, 2º, 3º e 4º nervos sacros. Dele partem o obsturador interno, motores e sensitivos do ânus, do corpo cavernoso e da glande do pénis, do clítoris, do períneo, das vísceras e das nádegas, o piramidal, os gémeos, o ciático e o calcâneo.

André Luiz, no livro “Entre a Terra e o Céu”, cap. XX, nos diz que o psicossoma está intimamente regido por oito centros de força, que se conjugam na ramificação dos plexos e, vibrando em sintonia uns com os outros, ao influxo do poder directriz da mente, estabelecem um veículo de células eléctricas, como um corpo electromagnético, no qual o pensamento vibra em circuito fechado. Pensamentos viciados causam desarmonia nos centros de força e, consequentemente, no corpo físico.

André Luiz, na mesma obra e no mesmo capítulo, lembra ainda que se faça uma análise da fisiologia do perispírito, classificando os seus centros de força, aproveitando a lembrança das regiões mais importantes do corpo terrestre. Temos, assim, por expressão máxima do veículo que nos serve presentemente:

O Centro Coronário

Que na Terra, é considerado pela “filosofia Hindu como Lotus de mil pétalas” por ser o mais significativo e pelo seu alto potencial de radiações, através dele se faz a ligação com a mente, fulgurante sede da consciência. Está localizado no alto da cabeça.

Esse centro recebe em primeiro lugar os estímulos do espírito, comandando os demais, vibrando com eles em justo regime de interdependência. Dele dimanam as energias que sustentam o sistema nervoso e suas subdivisões, é o responsável pela alimentação das células do pensamento e o provedor de todos os recursos electromagnéticos indispensáveis à estabilidade orgânica.

É o grande assimilador das energias solares e dos raios da espiritualidade superior, orienta a forma, o movimento, a estabilidade, o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma encarnada ou desencarnada.

André Luiz em “Evolução em dois mundos”, cap. II, complementa:

“O ponto de interacção entre as forças determinantes do espírito e as forças fisiopsicossomáticas organizadas. Desse ponto parte a corrente de energia vitalizante formada por estímulos espirituais com acção difusível sobre a matéria mental que o envolve, transmitindo aos demais centros da alma os reflexos vivos de nossos sentimentos, ideias e acções, tanto quanto esses mesmos centros, interdependentes entre si, imprimem semelhantes reflexos nos orgãos e demais implementos de nossa constituição particular, plasmando em nós próprios os efeitos agradáveis ou desagradáveis de nossa influência e conduta”. (ver figs. 67 e 156)

OBS: “Convém lembrar que a mente elabora criações que lhe fluem da vontade, apropriando-se dos elementos que circundam, e o centro coronário incumbe-se automaticamente de fixar a natureza da responsabilidade que lhes diga respeito, marcando no próprio ser as consequências felizes ou infelizes de sua movimentação consciencial no campo do destino”.

? Centro de Força Cerebral (Frontal)

Contíguo ao coronário localizado na região frontal, entre as sobrancelhas, ordena as percepções que, na vestimenta carnal, constituem a visão, a audição, o tacto e a vasta rede de processos da inteligência que dizem respeito à palavra, à cultura, à arte, ao saber; tem ligações com a hipófise.

Centro de Força Laríngeo

Localizado na região da garganta, preside aos fenómenos vocais, inclusive as actividades do timo, da tiróide e das paratiróides; influi sobre a audição mediúnica.

Centro de Força Cardíaco

Está localizado na região do coração, regula as emoções e os sentimentos, sustenta a circulação sanguínea.

Centro de Força Umeral

Situa-se entre as omoplatas, junto ao plexo braquial, que se entende até o ponto de ligação dos braços com o tronco. Citamo-lo pela importância que desempenha na comunicação do espírito através da escrita automática.

Centro de Força Umbilical

Situado na tona do umbigo, seu trabalho é importante, pois absorve da atmosfera para o corpo elementos que vitalizam todo o sistema digestivo, para ajudar a assimilação e o metabolismo alimentar, bem como controla todo o sistema vago-simpático governado pelo plexo solar.

Centro de Força Esplênico

No corpo denso está situado no baço, regula a distribuição e a circulação adequada aos recursos vitais em toda a organização física.

Centro de Força Fundamental
Está localizado no períneo (entre o ânus e os orgãos genitais, no fim da espinha dorsal). Possui força vitalizadora poderosa, com o nome de Kundalíni. Essa força, que revigora o sexo, pode ser transformada em vigor mental, alimentando outros centros.

OBS: Necessário ter cuidado pois aqui se ligam espíritos, no uso desregrado do sexo.

04 - PLEXOS

Sistema Nervoso.

É um conjunto de estruturas complexas que elaboram e presidem todas as atividades do corpo. Forma sobre o corpo uma rede de fios trançados, que se alongam, tornando-se cada vez mais finos na proporção que avançam formando gânglios e plexos.

Gânglios: espécie de nó que resulta do entrelaçamento de vasos ou filetes nervosos.

Plexos: rede formada por filetes nervosos, vasculares e musculares.

O Sistema Nervoso divide-se de acordo com a :
I - Localização:
=> SNC (sistema nervoso central), constituído pelo:

· Encéfalo (cérebro, cerebelo e tronco cerebral).

· Medula espinhal.

=> SNP (sistema nervoso periférico), constituído pelos:

· Nervos cranianos e espinhais.

· Gânglios.

II - Função:

=> SNS (sistema nervoso somático):

Controla as funções de relação, ou seja, os movimentos voluntários e conscientes.

=> SNN (sistema nervoso neurovegetativo):

Controla as funções de vida vegetativa, ou seja, os movimentos involuntários.

O SNC e SNP possuem componentes, tanto somáticos quanto vegetativos, que são constituídos por duas vias, respectivamente:

? Via aferente: que leva as ordens elaboradas no encéfalo para os órgãos que vão executá-las.

? Via eferente: que traz de qualquer parte do corpo, informações para o encéfalo, é também chamado por sistema nervoso autônomo (SNA).
O SNP é considerado, por excelência, um sistema mediúnico. Por ele são formados os plexos que têm grande influência nas relações com as enfermidades físicas ou espirituais.

A memória.

O diencéfalo é uma porção do encéfalo onde encontramos:

Tálamo (importante centro de correlação sensitiva).

Corpo pineal.

Hipotálamo (hipófise).

A região do hipocampo é fundamental para o arquivamento de novos dados na memória e no processo de aprendizagem. Através do giro do cíngulo e de suas conexões com as regiões do córtex cerebral, a região do hipocampo recebe todos os tipos de informação. No momento em que é importante memorizar detalhes específicos de uma informação, o hipocampo emite sinais que possibilitam que estes detalhes sejam repetidos,até que sejam permanentemente armazenados nas áreas do córtex destinadas à memória a longo prazo.

Hipocampo, o cortex e hipófise são estruturas do lobo temporal intimamente relacionadas com o processamento da memória.

Glândulas:
As glândulas endócrinas são hipófise, corpo pineal, tireóide, paratireóides, adrenais (suprarenais).

Têm por função a produção de hormônios.

· Hipófise: localiza-se na base do crânio. Divide-se em neurohipófise e adenohipófise. Produz os seguintes hormônios gonadotrofinas, tireotrófico, prolactina, de crescimento e antidiurético.

· Tireóide: localiza-se na base do pescoço. Produz os seguintes hormônios tiroxina (T4), triiodotironina (T3). Estes hormônios aceleram o metabolismo, influem no crescimento físico, amadurecimento sexual e desenvolvimento mental.

· Paratireóides: localiza-se na face posterior da tireóide. Secretam o paratormônio que regula os níveis de cálcio e fosfato no sangue.

· Adrenais: localizam-se acima dos rins, objetivam equilibrar o organismo diante dos mais variados estímulos: tensão emocional, jejum, variação de temperatura, exercício muscular, infecções. Ex: adrenalina.

· Corpo pineal: também chamada de epífise (Ler missionários da Luz – André Luiz).

· Gl. Exócrinas: são sudoríparas (suor), sebáceas (gorduras), salivares (saliva), gástricas (suco gástrico).
· Gl. Mistas: são o pâncreas, gônadas (testículos e ovários) e o fígado. Corpo Pineal:

Está localizado abaixo do esplênio do corpo caloso e é coberto por uma lâmina da tela corióide do 3? ventrículo.

Pesa de 140 a 200 mg.

Áreas calcificadas são encontradas no corpo pineal no adulto (RX).

O corpo pineal consiste principalmente de células parenquimatosas e neuróglia.

A significação do órgão é obscura.

Anatomia Humana – Gardner.

Corpo pineal:

É a glândula da vida mental (espiritual) do homem.

Relaciona-se com os laços divinos da natureza, na seqüência de lutas, pelo aprimoramento da alma.

Ativada na puberdade (14 anos), relaciona-se com as sensações e impressões na esfera emocional.

Na qualidade de controladora do mundo emotivo, sua posição na experiência sexual é básica e absoluta.

Responsável pela recapitulação da sexualidade, examina o inventário de paixões vividas noutra época, que reaparecem sob fortes impulsos.

As glândulas genitais segregam os hormônios do sexo, mas a glândula pineal segrega “hormônios psíquicos” ou unidade de forças” que vão atuar, de maneira positiva, nas energias geradoras.

Está ligada à mente através de princípios eletromagnéticos do campo vital, comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade.

Missionários da Luz – André Luiz.

Chakras:

Os chakras estão situados no duplo etérico. As forças que se difundem através dos chakras são essenciais à vida do duplo etérico. Por isso, todos os indivíduos possuem estes centros de força, embora o grau de seu desenvolvimento varie muito em cada indivíduo.

=> Quando não estão desenvolvidos, brilham foscamente, e suas partículas etéricas, animadas de movimento lento, formam uma espécie de “rede-moinho” apenas, suficiente para as manifestações da força e nada mais.

=> Por outro lado, nos indivíduos adiantados, eles fulguram e palpitam com viva luz, brilhando como pequenos sois.

Os chakras etéricos têm duas funções distintas:

· Absorver e distribuir o prâna no corpo etérico, e daí ao corpo físico, para manter a vida deste.

· Trazer a consciência física, a qualidade inerente ao centro astral (vital) correspondente.

A impossibilidade de transmitir à memória cerebral física, a lembrança das experiências astrais (durante o sono), explica-se pelo desenvolvimento insuficiente dos centros etéricos
(chakras).

Uma vez, desenvolvidos, o cérebro conserva a recordação integral das experiências astrais (sonhos).

Resumindo:

· Os chakras são pontos de ligação e captação das vibrações e elementos fluídicos (energia) do plano astral, passando tudo ao corpo físico.

· Morfologia: rodas com pás ou pétalas (raios de energia). Forma de depressões (pratinhos ou vórtices). Apresenta um tamanho variável (+/- 5 cm).

· Funcionamento: movimento giratório constante. Exaustor ou ventilador.

· Função: captação e distribuição de energia entre os corpos, manutenção da vida através da absorção de energia, mediunidade (vidência, audiência, psicofonia e telepatia).

· Nadis: são os canais por onde circulam os campos energéticos gerados, recebidos, absorvidos, condensados ou expandidos pelos centros vitais. Uma vez, congestionado ou obstruídos, resultam em dificuldades para a administração da harmonia do ser como um todo, o Ser Holístico.

Chakras e Plexos/ Glândulas:

I – Chakra Coronário:

Localização: alto da cabeça na direção da glândula pineal.

Formato: um exaustor com 12 pétalas no centro e 960 pétalas na periferia: Lótus de mil pétalas.

Força primária vinda do astral: recebimento da luz do alto => tonsura (Auréola dourada).

Violeta: do Centro Laríngeo.

Amarelo: do Centro Cardíaco => dando força a elevados pensamentos filosóficos e metafísicos.

Parte Central: Branco deslumbrante, com reflexos dourados.

Parte Exterior: A mais resplandecente de todas , com todas as espécies de cores (indescritíveis).

Corresponde à glândula (corpo) pineal (epífise).

· É a glândula da vida espiritual do homem.

· Válvula transmissora-receptora de vibrações do corpo astral, regulando o fluxo de emissões do espírito para o corpo físico e vice-versa.

Função de Centro Perispiritual: completa e aperfeiçoa as faculdades.

Função do Centro Etérico: dá continuidade à consciência.

Lei de causa e efeito: fixar natureza da responsabilidade das criações do indivíduo, marcando na consciência as conseqüências felizes ou infelizes de tais criações. Responsável pelo desabrochar das faculdades criadoras trazidas das vidas passadas – André Luiz

(Evolução em dois mundos).

Supervisiona outros centros vitais: suprem de energia todos os chakras