PROTOPLASMA
BIBLIOGRAFIA
01- A caminho da luz - pág. 26 02 - A crise da morte - pág. 122
03 - A evolução do Princ.Inteligente - pág. 76 04 - A reencarnação - pág. 62
05 - Alquimia da mente - pág. 50 06 - Atualiadade de Kardec - pág. 39
07 - Antologia da perispírito - ref. 1017 08 - Ide e pregai- pág. 121
09 - Pérolas do Além - pág. 198 10 - Universo e vida - pág. 44

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PROTOPLASMA – COMPILAÇÃO

01- A caminho da luz - Emmanuel - pág. 26

OS PRIMEIROS HABITANTES DA TERRA
Dizíamos que uma camada de matéria gelatinosa envolvera o orbe terreno em seus mais íntimos contornos. Essa matéria, amorfa e viscosa, era o celeiro sagrado das sementes da vida. O protoplasma foi o embrião de todas as organizações do globo terrestre, e, se essa matéria, sem forma definida, cobria a crosta solidificada do planeta, em breve a condensação da massa dava origem ao surgimento do núcleo, iniciando-se as primeiras manifestações dos seres vivos.

Os primeiros habitantes da Terra, no plano material, são as células albuminóides, as amebas e todas as organizações unicelulares, isoladas e livres, que se multiplicam prodigiosamente na temperatura tépida dos oceanos. Com o escoar incessante do tempo, esses seres primordiais se movem ao longo das águas, onde encontram o oxigênio necessário ao entretenimento da vida, elemento que a terra firme não possuía ainda em proporções de manter a existência animal, antes das grandes vegetações ; esses seres rudimentares somente revelam um sentido — o do tato, que deu origem a todos os outros, em função de aperfeiçoamento dos organismos superiores.

A ELABORAÇÃO PACIENTE DAS FORMAS

Decorrido muito tempo, eis que as amebas primitivas se associam para a vida celular em comum, formando-se as colônias de infusórios, de polipeiros, em obediência aos planos da construção definitiva do porvir, emanados do mundo espiritual onde todo o progresso da Terra tem a sua gênese.

Os reinos vegetal e animal parecem confundidos nas profundidades oceânicas. Não existem formas definidas nem expressão individual nessas sociedades de infusórios; mas, desses conjuntos singulares, formam-se ensaios de vida que já apresentam caracteres e rudimentos dos organismos superiores.

Milhares de anos foram precisos aos operários de Jesus, nos serviços da elaboração paciente das formas. A princípio, coordenam os elementos da nutrição e da conservação da existência. O coração e os brônquios são conquistados e, após eles, formam-se os pródromos celulares do sistema nervoso e dos órgãos da procriação, que se aperfeiçoam, definindo-se nos seres.

AS FORMAS INTERMEDIÁRIAS DA NATUREZA

A atmosfera está ainda saturada de umidade e vapores, e a terra sólida está coberta de lodo e pântanos inimagináveis.
Todavia, as derradeiras convulsões interiores do orbe localizam os calores centrais do planeta, restringindo a zona das influências telúricas necessárias à manutenção da vida animal.

Esses fenômenos geológicos estabelecem os contornos geográficos do globo, delineando os continentes e fixando a posição dos oceanos, surgindo, desse modo, as grandes extensões de terra firme, aptas a receber as sementes prolíficas da vida.
Os primeiros crustáceos terrestres são um prolongamento dos crustáceos marinhos. Seguindo-lhes as pegadas, aparecem os batráquios, que trocam as águas pelas regiões lodosas e firmes.

Nessa fase evolutiva do planeta, todo o globo se veste de vegetação luxuriante, prodigiosa, de cujas florestas opulentas e desmesuradas as minas carboníferas dos tempos modernos são os petrificados vestígios.

OS ENSAIOS ASSOMBROSOS

Nessa altura, os artistas da criação inauguram novos períodos evolutivos, no plano das formas. A Natureza torna-se uma grande oficina de ensaios monstruosos. Após os répteis, surgem os animais horrendos das eras primitivas. Os trabalhadores do Cristo, como os alquimistas que estudam a combinação das substâncias, na retorta de acuradas observações, analisavam, igualmente, a combinação prodigiosa dos complexos celulares, cuja formação eles próprios haviam delineado, executando, com as suas experiências, uma justa aferição de valores, prevendo todas as possibilidades e necessidades do porvir.

Todas as arestas foram eliminadas. Aplainaram-se dificuldades e realizaram-se novas conquistas. A máquina celular foi aperfeiçoada, no limite do possível, em face das leis físicas do globo. Os tipos adequados à Terra foram consumados em todos os reinos da Natureza, eliminando-se os frutos teratológicos e estranhos, do laboratório de suas perseverantes experiências. A prova da intervenção das forças espirituais, nesse vasto campo de operações, é que, enquanto o escorpião, gémeo dos crustáceos marinhos, conserva até hoje, de modo geral, a forma primitiva, os animais monstruosos das épocas remotas, que lhe foram posteriores, desapareceram para sempre da fauna terrestre, guardando os museus do mundo as interessantes reminiscências de suas formas atormentadas. (...)

02 - A crise da morte - Ernesto Bozzano - pág. 122

Do mesmo modo que todos os Espíritos que se comunicam, foi, afinal, impressionada, sobretudo, no meio espiritual. Deteve-se mesmo, mais demoradamente do que a maior parte dos outros Espíritos, a descrever maravilhas desse poder. Sua descrição é importante e instrutiva, porque contribui para que melhor se compreendam certas modalidades do fenômeno, que pareciam obscuras e embaraçosas à nossa inteligência limitada. Aludo aos esclarecimentos dados pela entidade, acerca da sábia colaboração por meio da qual os "Espíritos" operam, para criar o meio geral comum, evitando assim a confusão caótica das iniciativas pessoais.

Resta-nos tomar em consideração a revelação última da entidade transmissora da mensagem: a que diz respeito às supremas esferas espirituais, donde os Espíritos muito elevados que as habitam enviariam os "germes da vida" aos mundos do Universo, empregando o poder criador do pensamento. — Que se deve pensar disto?

Responderei que, se atentarmos na impotência inata da cienciazinha humana, que jamais conseguirá penetrar o grande mistério das origens da vida dos mundos; se considerarmos que a mentalidade humana permanecerá eternamente na impossibilidade de saber como é que uma mônada inerte de protoplasma se vitalizou repentinamente, tornando-se uma "ameba", ou transformando-se num "líquen" — teremos que convir em que se pode tomar em consideração a fecunda sugestão da entidade de quem procede a comunicação. Segundo ela, haveria entidades espirituais muito elevadas que, pelo seu pensamento criador, engendrariam "fluxos vitais".

Estes, atingindo os mundos e saturando-lhes o protoplasma primitivo, lhe transmitem os germes da vida vegetativa que, graças a um processos evolutivo muito lento, a se realizar no meio físico, através dos quatro reinos da Natureza, acaba por engendrar a sensibilidade, depois a motricidade, em seguida o instinto animal, os primeiros albores da inteligência e, por fim, a inteligência consciente de si mesma. É assim que se chegaria à criação de uma individualidade pensante...

Paremos aí. Nada impede se haja de aceitar esta solução do grande enigma, tanto mais que, tudo bem considerado, fora desta explicação, nunca se chegará a formular qualquer coisa de racional sobre o problema das origens. Contrariamente, aceita que seja esta solução, se bem ela não nos ponha em condições de penetrar o Incognoscível, levar-nos-á, entretanto, a uma compreensão do mistério, bastante, ao que nos parece, a satisfazer e repousar o espírito. Com efeito, este começo de solução se fundaria num fato conquistado pela Ciência, isto é, que o pensamento humano já dispõe da potencialidade de objetivar formas que ficam gravadas na chapa fotográfica e se materializam e, muitas vezes, se organizam.

O primeiro e maior obstáculo racional que se encontra, para aceitar a solução de que se trata, estaria então vencido. Para aceitá-la, bastaria deduzir dali que a potencialidade criadora do pensamento, tal qual se manifesta em a natureza humana, é de natureza evolutiva no meio espiritual e perfectível além de todo alcance do entendimento humano. É claro que, se se admite a sobrevivência, este postulado não só é legítimo, mas também racionalmente necessário.

Dever-se-ia, pois, inferir daí que o fato, experimentalmente demonstrado, da potencialidade criadora do pensamento no meio terrestre oferece base suficientemente firme à concepção de que se cogita e assim a torna cientificamente e filosoficamente legítima. Em outros termos: Tendo-se em conta que a ciência oficial não dispõe de uma base experimental qualquer, por onde possa orientar-se na pesquisa das origens da Vida no Universo; tendo-se em conta que se chegaria a encontrar, na experiência humana, essa base experimental, contanto que se aceite, a título de hipótese de trabalho, a explicação que deu a personalidade mediúnica em questão - segue-se que, até prova em contrário, se está no dever de considerar legítima essa solução parcial do grande mistério. (...)

03 - A evolução do Princípio Inteligente - Durval Ciamponi - pág. 76

Protoplasma
O cientista Oparim escreveu em seu livro "A Origem da Vida", cap. IV, que "todo organismo animal ou vegetal, os corpos das bactérias, amebas, dos diversos fungos e dos outros organismos primitivos são constituídos pelo protoplasma, substrato material no qual se desenrolam os fenômenos vitais. O protoplasma assemelha-se à massa viscosa semilíquida, acinzentada, em cuja composição, além da água, entram, sobretudo, proteínas, outras substâncias orgânicas e sais minerais.

Não se trata, porém, de simples mistura dessas substâncias. O protoplasma possui uma organização muito complexa que se expressa, em primeiro lugar, por uma estrutura e uma constituição determinadas, uma certa disposição espacial entre as partículas de substâncias que o compõem e, em segundo lugar, por uma certa ordem de regularidade dos processos físicos que nele se passam."

André Luiz, em "Evolução em Dois Mundos", cap. III, fala que "dessa geléia verte o princípio inteligente, em suas primeiras manifestações... Trabalhadas, no transcurso de milênios, pelos operários espirituais que lhes magnetizam os valores, permutando-os entre si, sob a ação do calor interno e do frio exterior, as mônadas celestes exprimem-se no mundo através da rede filamentosa do protoplasma de que se lhes derivaria a existência organizada no Globo constituído".

Essa geléia é formada de matéria orgânica e não de matéria inorgânica, conquanto ambas participem do reino mineral, em sentido genérico. Os dicionários e os cientistas hoje, entretanto, quando se re-ferem ao mineral associam-no tão somente à matéria inorgânica, sem vida, o que gera para os estudantes da Doutrina confusão sem conta. Quando analisamos a evolução da alma através dos reinos mineral, vegetal e animal, genericamente, acaba-se caindo em mal-entendidos, principalmente por causa das subdivisões neles contidas.

Exemplo: se eu falar que o pensamento contínuo começou no reino animal, estarei certo genericamente, mas incorreto em sentido estrito, pois ele começou no homem, animal racional, e não nos irracionais. Da mesma forma, se eu falar que as primeiras manifestações do princípio inteligente estão no mineral, estarei correto genericamente, mas errado em sentido estrito, pois todos os ensinamentos dos Espíritos mostram que ele começou no protoplasma, matéria orgânica, e não na matéria inorgânica.

Hoje a Ciência já não fala mais em reino mineral, como no tempo de Kardec, mas em Reino Inorgânico e Reino Orgânico, e nós, estudantes da Doutrina, devemos tomar cuidado para não cairmos em confusão. A Ciência adequou-se à Doutrina que já mostrava a diferença entre ambos (LÊ, 585).

Numa análise mais profunda das questões 43 a 47, formuladas por Kardec, e das respostas dos Espíritos, conforme anotamos no capítulo 6, verificaremos ser impossível a vida no reino inorgânico, em sentido absoluto. Ao se admitir ser válida a informação de que a "Terra continha os germes que esperavam o momento favorável para desenvolver-se" e que "a espécie humana se achava entre os elementos orgânicos do globo terrestre", seria contradizer a evolução das espécies, de acordo com a Ciência, a gênese orgânica, e a gênese espiritual conforme o Espiritismo.

Devemos lembrar que o termo Terra, empregado pelos Espíritos, tem dupla significação: Terra (mundo físico) e Terra (mundo extrafísico). Quando disseram que a Terra continha os germes, estavam a dizer da Terra (mundo físico), onde a matéria inorgânica, em estado de fusão, daria oportunidade ao surgimento da orgânica pela combinação de seus elementos com os princípios orgânicos, face às novas condições de pressão, temperatura, radiação solar etc.

Se não fosse assim, não teria sentido a afirmação de que "pouco a pouco apareceram os seres vivos", ou que antes da formação da Terra (mundo físico) os elementos orgânicos (princípios inteligentes) estavam em estado fluídico no espaço, entre os Espíritos, ou em outros planetas, esperando a criação da Terra, para começarem uma nova existência sobre um novo globo. ? Destas informações dos Espíritos, pode-se concluir que:

1.° — Existe matéria inorgânica, sem a presença de princípio inteligente, onde predomina a força de atração para sua organização;

2.° — Existe matéria orgânica, sem a presença de princípio inteligente, onde predomina a força de atração para sua organização;

3.° — Existe matéria orgânica, com a presença do princípio inteligente, onde, além da força de atração da matéria, há também o comando do espírito para a organização da matéria, segundo seus interesses ou de acordo com as necessidades de seu corpo espiritual.

Estas condições nos levam ao seguinte raciocínio: se as mônadas estavam no espaço e foram vertidas para suas vivências na Terra, é porque não estavam na Terra (mundo físico), conseqüentemente, não deveriam estar na matéria inorgânica, em fusão, nem na orgânica (protoplasma), antes de sua chegada. Era necessário o surgimento da matéria orgânica, para que o princípio espiritual pudesse iniciar sua vivência na Terra.

Este pensamento está de acordo com as informações de Kardec ("A Génese", XI, 10) quando disse: "Tendo a matéria que ser o objeto do trabalho do Espírito (por Espírito aqui se entende alma, princípio inteligente) para o desenvolvimento de suas faculdades, era necessário que ele pudesse agir sobre ela; por isso é que ele veio habitar a matéria, como o lenhador habita a floresta. Desde que a matéria deva ser ao mesmo tempo a finalidade e o instrumento de trabalho, Deus, em vez de ligar o Espírito à pedra rígida, criou, para seu uso, corpos organizados, flexíveis, capazes de receber todos os impulsos de sua vontade, e de se prestar a todos os seus movimentos".

O Codificador nesta passagem deixa bem claro seu pensamento, dizendo que a evolução do princípio inteligente começa na matéria orgânica e não na inorgânica. Poder-se-ia argumentar que Kardec fala do Espírito, enquanto homem encarnado, mas da lição tira-se uma lei que está em toda a Codificação: o princípio inteligente associa-se à matéria por intermédio do princípio vital, valendo-lhe esta regra para qualquer estágio de evolução em que se encontra.

Enfim, repetimos as palavras de André Luiz: "o espírito mais sábio não se animaria a localizar, com afirmações dogmáticas, o ponto onde termina a matéria e começa o espírito". E também as informações de Emmanuel (3): "É lícito considerar-se espírito e matéria como estados diversos de uma essência imutável, chegando-se dessa forma a estabelecer a unidade substancial do Universo. Dentro, porém, desse monismo fïsico-psíquico, perfeitamente conciliável com a doutrina dualista, faz-se preciso considerar a matéria como o estado negativo e o espírito como o estado positivo dessa substância. O ponto de integração dos dois elementos estreitamente unidos em todos os planos do nosso relativo conhecimento, ainda não o encontramos".

Conclusão, o homem pode apresentar suas hipóteses na busca constante para descobrir a melhor resposta para a origem da vida, mas sempre esbarrará em questões irrespondíveis, até não trabalhar em conjunto com os Espíritos. Enquanto não temos maiores informações dos Amigos Espirituais, optamos pela origem dos seres vivos na Terra, a partir do reino orgânico, como diz Emmanuel, (4): "O protoplasma foi o embrião de todas as organizações do globo terrestre, e, se essa matéria, sem forma definida, cobria a crosta solidificada do planeta, em breve a condensação da massa dava origem ao surgimento do núcleo, iniciando-se as primeiras manifestações dos seres vivos.

Os primeiros habitantes da Terra, no plano material, são as células albuminóides, as amebas e todas as organizações unicelulares, isoladas e livres, que se multiplicam prodigiosamente na temperatura tépida dos oceanos". Conclui Emmanuel: "esses seres rudimentares somente revelam um sentido — o do tato, que deu origem a todos os outros, em função de aperfeiçoamento dos organismos superiores".

Porém, pode-se dizer que o princípio inteligente precisa da matéria para sua evolução, da mesma forma que a escultura precisa da pedra onde dorme, até que dali seja tirada pelo escultor. Sem o princípio material, o espiritual não poderia se autoburilar, utilizando o cinzel do instinto primeiramente, depois de seu livre-arbítrio.
Bibliografia:

1. — GABRIEL DELANNE. A Evolução Anímica, cap. I, 4." Edição, FEB, Rio de Janeiro - RJ. 1976
2. — ANDRÉ LUIZ (Espírito). No Mundo Maior, cap 4. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 6.a Edição FEB, Rio de Janeiro - RJ. 1973
3. — EMMANUEL (Espírito). Emmanuel, cap. XXXIII. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 11." Ed., Edição FEB, Rio de Janeiro - RJ, 1986
4. — EMMANUEL (Espírito). A Caminho da Luz, cap. II. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Edição FEB, Rio de Janeiro - RJ, 1975

LEMBRETE:

1° - Assim se denomina o conteúdo vivo da célula, o que constitui a sua parte essencial, o que nela verdadeiramente vive (...) O protoplasma é o agente de todas as reconstituições orgânicas, isto é, de todos os fenômenos íntimos de nutrição. Além disso, o protoplasma contrai-se sob a ação dos excitantes, e preside, assim, aos fenômenos da vida de relação. Gabriel Delanne

2° - É no seio tépido dos mares primitivos, sob a ação da luz, do calor e de uma pressão hoje difícil, se não impossível de reproduzir-se, que se formou essa massa viscosa chamada protoplasma, primeira manifestação da vida inteligente, que deve desenvolver-se progressiva e paralelamente, e produzir a inumerável multidão de formas vegetais e animais, para chegar, após uma série de séculos ou milênios, à obra tão pacientemente perseguida: - a aparição do ser consciente - o homem. Gabriel Delanne

3° - (...) O protoplasma foi o embrião de todas as organizações do globo terrestre, e, se essa matéria, sem forma definida, cobria a crosta solidificada do planeta, em breve a condensação da massa dava origem ao surgimento do núcleo, iniciando-se as primeiras manifestações dos seres vivos (...) (...) substância viscosa, acinzentada, translúcida, possuindo extraordinária uniformidade tanto nas células animais como vegetais (...) É no complexo proteínico de protoplasma que a Ciência procura hoje descobrir as propriedades últimas dessa coisa indefinível que se chama vida (...) O protoplasma era, na verdade, um fluído composto de água, proteína, açúcares, gorduras, sais,...e, o que é de decisiva importância de mônadas espirituais, destacadas pelos prepostos crísticos, dos cristais onde completavam seu estágio de individuação. Por isso, o protoplasma encerrava o gérmen da vida - o princípio espiritual que iria ensaiar seus primeiros movimentos no íntimo das células albuminóides (...) Espírito Áureo

4° - (...) os espíritos que cooperaram com o Cristo, nos primórdios da organização planetária, encontraram, no protoplasma, o ponto de início para a sua atividade realizadora, tomando-o como base essencial de todas as células vivas do organismo terrestre. Emmanuel

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